Gramado de São Januário foi um dos que receberam investimento do COL (Foto: Cleber Mendes/ LANCE!Press)
O Comitê Organizador Local da Copa fez um investimento de R$ 17 milhões nos campos do Brasil para o Mundial. Os custos envolveram aparelhagem, maquinário e estudos individualizado de cada estádios detalhando a melhor forma de manutenção. Assim que terminar a Copa do Mundo, a manutenção vai depender de como a CBF, clubes e administradores dos estádios vão tratar esse legado.
- O COL fez o que era possível. Oferecemos oportunidade a todos os interessados. Foram 474 pessoas que participaram dos seminários que instruídas em aulas práticas e teóricas. Sobre o futuro, posso dizer que os clubes levassem à frente esse projeto seria interessante. É segurança para o atleta também, não só estética. Mas não temos ingerência após a Copa sobre o que vai ser feito nos campos - explicou o gerente de Competição e Serviços às Equipes do COL, Frederico Nantes, durante o encontro diário com a imprensa no Maracanã.
Em relação ao dinheiro investido, R$ 13,2 milhões tiveram como finalidade o custeio de equipamentos para todos os 72 campos selecionados, entre Centros de Treinamento, campos oficiais e os locais dos jogos (desse total, quatro campos não foram usados). A outra parte, R$ 3,6 milhões, foi exclusivamente para formatar estudos com especialistas europeus sobre como os estádios deveriam ser cuidados, levando em conta a posição do sol ao longo do dia e o material da cobertura.
Se isso tudo vai ser tocado pela gestão da CBF é algo que o COL não tem como garantir.
- O presidente Marin, pessoalmente, tem uma grande preocupação com gramados. Ele recebeu todos os relatórios. Sempre que via alguma coisa na imprensa, ele procurava saber. A semente foi plantada, mas o que vai ser feito é algo que não posso te responder - completou Nantes.
Mesmo com a preocupação do COL, algumas seleções reclamaram dos gramados durante a Copa, principalmente por considerarem que os campos estavam secos. Mas os organizadores do Mundial não levam isso muito em conta.
- Não recebemos nenhuma reclamação formal. Existe um protocolo de irrigação padrão, que fica a cargo do coordenador da Fifa em cada uma das sedes, que pode determinar uma irrigação um pouco mais demorada ou não - explica Nantes, prometendo campos de alto nível nos quatro jogos que ainda restam no Mundial:
- Estamos trabalhando nos quatro estádios como fizemos com os outros antes. Há vários fatores que influenciam. Não fazemos a mesma coisa para todos e, em geral, a expectativa é que continuem em ótimas condições. Não creio que teremos problemas.
Os gramados que ainda serão usados na Copa são o do Mineirão, da Arena Corinthians, Mané Garrincha e Maracanã.
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O Comitê Organizador Local da Copa fez um investimento de R$ 17 milhões nos campos do Brasil para o Mundial. Os custos envolveram aparelhagem, maquinário e estudos individualizado de cada estádios detalhando a melhor forma de manutenção. Assim que terminar a Copa do Mundo, a manutenção vai depender de como a CBF, clubes e administradores dos estádios vão tratar esse legado.
- O COL fez o que era possível. Oferecemos oportunidade a todos os interessados. Foram 474 pessoas que participaram dos seminários que instruídas em aulas práticas e teóricas. Sobre o futuro, posso dizer que os clubes levassem à frente esse projeto seria interessante. É segurança para o atleta também, não só estética. Mas não temos ingerência após a Copa sobre o que vai ser feito nos campos - explicou o gerente de Competição e Serviços às Equipes do COL, Frederico Nantes, durante o encontro diário com a imprensa no Maracanã.
Em relação ao dinheiro investido, R$ 13,2 milhões tiveram como finalidade o custeio de equipamentos para todos os 72 campos selecionados, entre Centros de Treinamento, campos oficiais e os locais dos jogos (desse total, quatro campos não foram usados). A outra parte, R$ 3,6 milhões, foi exclusivamente para formatar estudos com especialistas europeus sobre como os estádios deveriam ser cuidados, levando em conta a posição do sol ao longo do dia e o material da cobertura.
Se isso tudo vai ser tocado pela gestão da CBF é algo que o COL não tem como garantir.
- O presidente Marin, pessoalmente, tem uma grande preocupação com gramados. Ele recebeu todos os relatórios. Sempre que via alguma coisa na imprensa, ele procurava saber. A semente foi plantada, mas o que vai ser feito é algo que não posso te responder - completou Nantes.
Mesmo com a preocupação do COL, algumas seleções reclamaram dos gramados durante a Copa, principalmente por considerarem que os campos estavam secos. Mas os organizadores do Mundial não levam isso muito em conta.
- Não recebemos nenhuma reclamação formal. Existe um protocolo de irrigação padrão, que fica a cargo do coordenador da Fifa em cada uma das sedes, que pode determinar uma irrigação um pouco mais demorada ou não - explica Nantes, prometendo campos de alto nível nos quatro jogos que ainda restam no Mundial:
- Estamos trabalhando nos quatro estádios como fizemos com os outros antes. Há vários fatores que influenciam. Não fazemos a mesma coisa para todos e, em geral, a expectativa é que continuem em ótimas condições. Não creio que teremos problemas.
Os gramados que ainda serão usados na Copa são o do Mineirão, da Arena Corinthians, Mané Garrincha e Maracanã.
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