
A informação sobre uma possível paralisação começou a circular nesta segunda-feira (28), em meio à articulação dos clubes contra a MP das bets. Segundo reportagem publicada pelo Estadão e repercutida por outros veículos, dirigentes passaram a discutir a possibilidade de interromper o Campeonato Brasileiro como forma de pressionar o governo federal.
A movimentação ocorre após a Medida Provisória publicada em 25 de setembro, que proibiu a exploração e a publicidade de apostas esportivas e jogos on-line no Brasil. A medida atinge diretamente o futebol, já que 14 dos 20 clubes da Série A tinham patrocínios máster de empresas do setor no momento da publicação da MP.
Clubes articulam reação
Na segunda-feira, representantes de clubes paulistas das Séries A e B se reuniram na sede da Federação Paulista de Futebol (FPF) para discutir os impactos da nova legislação. Corinthians, Palmeiras, Santos, São Paulo, Mirassol, Red Bull Bragantino, Botafogo-SP, Novorizontino, Ponte Preta, São Bernardo e Juventus participaram do encontro. As equipes decidiram manter uma atuação conjunta nas discussões sobre o tema.
Paralelamente, dirigentes de diferentes clubes passaram a avaliar medidas mais duras. A possibilidade de paralisar o Brasileirão teria surgido durante as articulações para um boicote à reunião que estava prevista com representantes do governo federal nesta terça-feira (29). O encontro acabou adiado para depois do primeiro turno das eleições.
Outra frente de atuação ocorre no Judiciário. O Sindicato Nacional das Associações de Futebol Profissional (Sinafut) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) e pediu a suspensão da MP ou a criação de um período de transição de seis meses para adaptação dos clubes e das federações às novas regras.
A paralisação do Campeonato Brasileiro, portanto, aparece neste momento como uma possibilidade discutida nos bastidores, e não como uma decisão oficial de interrupção da competição. Os clubes ainda buscam alternativas para reduzir o impacto financeiro provocado pelo fim dos contratos com empresas de apostas.
MP das bets, Campeonato Brasileiro, clubes brasileiros, patrocínio de bets, CBF, futebol brasileiro, paralisação do Brasileirão
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A movimentação ocorre após a Medida Provisória publicada em 25 de setembro, que proibiu a exploração e a publicidade de apostas esportivas e jogos on-line no Brasil. A medida atinge diretamente o futebol, já que 14 dos 20 clubes da Série A tinham patrocínios máster de empresas do setor no momento da publicação da MP.
Clubes articulam reação
Na segunda-feira, representantes de clubes paulistas das Séries A e B se reuniram na sede da Federação Paulista de Futebol (FPF) para discutir os impactos da nova legislação. Corinthians, Palmeiras, Santos, São Paulo, Mirassol, Red Bull Bragantino, Botafogo-SP, Novorizontino, Ponte Preta, São Bernardo e Juventus participaram do encontro. As equipes decidiram manter uma atuação conjunta nas discussões sobre o tema.
Paralelamente, dirigentes de diferentes clubes passaram a avaliar medidas mais duras. A possibilidade de paralisar o Brasileirão teria surgido durante as articulações para um boicote à reunião que estava prevista com representantes do governo federal nesta terça-feira (29). O encontro acabou adiado para depois do primeiro turno das eleições.
Outra frente de atuação ocorre no Judiciário. O Sindicato Nacional das Associações de Futebol Profissional (Sinafut) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) e pediu a suspensão da MP ou a criação de um período de transição de seis meses para adaptação dos clubes e das federações às novas regras.
A paralisação do Campeonato Brasileiro, portanto, aparece neste momento como uma possibilidade discutida nos bastidores, e não como uma decisão oficial de interrupção da competição. Os clubes ainda buscam alternativas para reduzir o impacto financeiro provocado pelo fim dos contratos com empresas de apostas.
MP das bets, Campeonato Brasileiro, clubes brasileiros, patrocínio de bets, CBF, futebol brasileiro, paralisação do Brasileirão
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