Claudio Bravo - Chile (Foto: Luis Acosta/ AFP)
Goleiro titular e capitão da seleção chilena, Claudio Bravo foi escolhido para conceder entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira por dois motivos: falar de sua transferência para o Barcelona (ESP) e posicionar a equipe diante da expectativa de enfrentar o Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo.
E o recado foi dado. É difícil saber se a intenção foi a de tirar o peso da decisão com os donos da casa ou se desdenhou mesmo do confronto. A verdade é que o arqueiro garantiu que encarar Neymar & Cia. num Mundial em solo brasileiro é como enfrentar qualquer outro adversário.
- Será como todas as demais partidas que tivemos no Mundial. Nenhuma partida foi fácil, pelo contrário. Independentemente do adversário, nossa principal preocupação é com nós mesmos. Nós sabemos que funcionamos bem no coletivo e podemos ganhar de qualquer seleção - avisou.
Nem mesmo a freguesia em Copas do Mundo parece tirar a confiança. No Mundial de 1962, disputado em solo chileno, vitória brasileira por 4 a 2. Em 98, na França, outra goleada verde e amarela: 4 a 1. Diferença de gols que voltou a se repetir em 2010, com um sonoro e fácil 3 a 0 para a Seleção. Assim como fez Valdivia, em recente entrevista, o goleiro titular desdenhou do retrospecto.
- O passado fica no passado. Não precisamos remoer isso sempre. Foi duro, claro. Mas temos condições de vencê-los e sabemos disso. Na memória temos o Mundial anterior. Mas isso não nos preocupa. Temos de chegar bem e jogar como foi contra a Espanha, muito sólido, muito bem. Temos condições e confiamos na gente - lembrou o capitão.
Bravo, como não poderia ser diferente, ainda falou de sua transferência para o Barcelona, já confirmada pelo clube espanhol em seu site oficial. E, claro, comemorou:
- Significa um passo muito importante na minha carreira. Mas estou com tranquilidade, é um tema que não me afeta. O objetivo principal hoje é a seleção, o jogo. Mas o sentimento é de felicidade. É um passo grande na minha carreira, pela posição que chego. Me enche de orgulho - afirmou.
Brasil e Chile se enfrentam neste sábado, às 13h, no Mineirão. Vale vaga nas quartas de final da Copa do Mundo.
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E o recado foi dado. É difícil saber se a intenção foi a de tirar o peso da decisão com os donos da casa ou se desdenhou mesmo do confronto. A verdade é que o arqueiro garantiu que encarar Neymar & Cia. num Mundial em solo brasileiro é como enfrentar qualquer outro adversário.
- Será como todas as demais partidas que tivemos no Mundial. Nenhuma partida foi fácil, pelo contrário. Independentemente do adversário, nossa principal preocupação é com nós mesmos. Nós sabemos que funcionamos bem no coletivo e podemos ganhar de qualquer seleção - avisou.
Nem mesmo a freguesia em Copas do Mundo parece tirar a confiança. No Mundial de 1962, disputado em solo chileno, vitória brasileira por 4 a 2. Em 98, na França, outra goleada verde e amarela: 4 a 1. Diferença de gols que voltou a se repetir em 2010, com um sonoro e fácil 3 a 0 para a Seleção. Assim como fez Valdivia, em recente entrevista, o goleiro titular desdenhou do retrospecto.
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Brasil e Chile se enfrentam neste sábado, às 13h, no Mineirão. Vale vaga nas quartas de final da Copa do Mundo.
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