Barcos vive boa fase no Grêmio (Foto: Diego Guichard)
Após cumprir suspensão no 0 a 0 com o Goiás, Barcos está de volta para o confronto desta quarta-feira diante do Figueirense, pelo Brasileirão. Mais do que isso, retornam a esperança do gremista nos gols e, de quebra, a expectativa de um objetivo que perseguiu o argentino durante toda temporada passada. Muito por culpa do próprio centroavante, que prometeu anotar 28 gols em 2013. Com atraso, pode chegar a essa marca caso faça gol na 30ª rodada. A partida começa às 21h, na Arena.
Ao chegar ao clube no início de 2013, cercado de grande expectativa, Barcos prometeu que marcaria 28 gols no ano - marca atingida no Palmeiras. Tanto que adotou a mesma numeração às costas durante a Libertadores. A promessa acabou se tornando um fardo. Pressionado por ela, o argentino fechou a temporada com 14 gols em 57 jogos (0,24 gols por partida), apenas a metade da meta.
Em 2014, a fase virou. Agora, Barcos conta com 27 gols em 45 duelos, uma expressiva média de 0,6 gols por partida, praticamente o triplo do ano anterior. Assim, poderá, com certo atraso, é verdade, chegar aos 28 gols numa temporada. Aliás, na pré-temporada, o jogador havia afirmado que não faria mais promessas. Diz não pensar somente em si, mas sim no que o clube pode alcançar.
- Se eu for artilheiro e o Grêmio terminar no G-4, espetacular.
Se eu for só artilheiro, não vale nada - justificou, em entrevista após o treino de terça-feira, o último antes de enfrentar o Figueirense.
Mesmo bem neste ano, Barcos chegou a conviver com períodos de crise. O primeiro jejum foi de cinco partidas. O segundo, bem mais longo, de sete partidas, quase 700 minutos, só encerrado em 27 de julho, na derrota para o Coritiba que determinou a queda de Enderson Moreira. A troca de treinador, aliás, parece ter ajudado Barcos. Ele e Felipão venceram a Copa do Brasil de 2012 com o Palmeiras e, novamente juntos, afinaram a parceria.
Barcos é responsável por metade dos gols do Grêmio no Brasileirão (12 de 24) e, com Scolari, anotou sete deles. Com a ajuda do treinador, o argentino já conseguiu bater outros recordes individuais. Foi artilheiro do Gauchão, feito inalcançável pelo Grêmio desde 1999, com Ronaldinho. Depois, superou o "desafio de Moreno", lançado pelo atacante, hoje no Cruzeiro, quando deixou o Tricolor convidando os ex-companheiros a bater os seus 22 gols de 2012.
O centroavante ainda melhorou seu desempenho do último Brasileirão e tornou-se o maior estrangeiro artilheiro do clube. A importância dele é inegável, e os números comprovam. Mas, quando questionado sobre o assunto, mantém a humildade.
- Sou tão importante como qualquer outro. Por eu ter marcado um pouco mais de gols que os outros não significa que sou mais importante que ninguém - salientou.
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Após cumprir suspensão no 0 a 0 com o Goiás, Barcos está de volta para o confronto desta quarta-feira diante do Figueirense, pelo Brasileirão. Mais do que isso, retornam a esperança do gremista nos gols e, de quebra, a expectativa de um objetivo que perseguiu o argentino durante toda temporada passada. Muito por culpa do próprio centroavante, que prometeu anotar 28 gols em 2013. Com atraso, pode chegar a essa marca caso faça gol na 30ª rodada. A partida começa às 21h, na Arena.
Ao chegar ao clube no início de 2013, cercado de grande expectativa, Barcos prometeu que marcaria 28 gols no ano - marca atingida no Palmeiras. Tanto que adotou a mesma numeração às costas durante a Libertadores. A promessa acabou se tornando um fardo. Pressionado por ela, o argentino fechou a temporada com 14 gols em 57 jogos (0,24 gols por partida), apenas a metade da meta.
Em 2014, a fase virou. Agora, Barcos conta com 27 gols em 45 duelos, uma expressiva média de 0,6 gols por partida, praticamente o triplo do ano anterior. Assim, poderá, com certo atraso, é verdade, chegar aos 28 gols numa temporada. Aliás, na pré-temporada, o jogador havia afirmado que não faria mais promessas. Diz não pensar somente em si, mas sim no que o clube pode alcançar.
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Se eu for só artilheiro, não vale nada - justificou, em entrevista após o treino de terça-feira, o último antes de enfrentar o Figueirense.
Mesmo bem neste ano, Barcos chegou a conviver com períodos de crise. O primeiro jejum foi de cinco partidas. O segundo, bem mais longo, de sete partidas, quase 700 minutos, só encerrado em 27 de julho, na derrota para o Coritiba que determinou a queda de Enderson Moreira. A troca de treinador, aliás, parece ter ajudado Barcos. Ele e Felipão venceram a Copa do Brasil de 2012 com o Palmeiras e, novamente juntos, afinaram a parceria.Barcos é responsável por metade dos gols do Grêmio no Brasileirão (12 de 24) e, com Scolari, anotou sete deles. Com a ajuda do treinador, o argentino já conseguiu bater outros recordes individuais. Foi artilheiro do Gauchão, feito inalcançável pelo Grêmio desde 1999, com Ronaldinho. Depois, superou o "desafio de Moreno", lançado pelo atacante, hoje no Cruzeiro, quando deixou o Tricolor convidando os ex-companheiros a bater os seus 22 gols de 2012.
O centroavante ainda melhorou seu desempenho do último Brasileirão e tornou-se o maior estrangeiro artilheiro do clube. A importância dele é inegável, e os números comprovam. Mas, quando questionado sobre o assunto, mantém a humildade.
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