A Seleção Brasileira teve três ou quatro chances vivas de marcar no jogo contra o México e poderia ter vencido.
Foto: Fabrice Coffrini / AFP
Peço, mais uma vez, licença aos amigos leitores para fazer uma manifestação preliminar sobre o que penso em relação à Seleção Brasileira. Não quero ser insistente, mas, de certa forma, persistente ou até convincente.
Não tenho receio em reafirmar que nesta Copa de 2014 vamos depender muito mais do técnico do que do elenco. A partida desta terça-feira contra o México foi um exemplo disso. É verdade que o Brasil mereceu vencer o jogo, mas teve uma atuação ajustada dentro daquilo que pode fazer e, como no caso de ontem, se o goleiro adversário é o melhor em campo, adeus vitória.
A Seleção Brasileira teve três ou quatro chances vivas de marcar e poderia ter vencido. Mas jogou pouco para quem quer ser campeã. Embora tenha havido crescimento limitado, as laterais não funcionaram a contento. O meio campo foi pobre e sem criatividade e, em função disso, o centroavante inexistiu.
Salvaram-se os dois zagueiros e, para variar, o craque Neymar que, no entanto, abusou do individualismo, talvez pela ausência de companheiros à altura. Ainda assim o Brasil poderia ter ganho.
Acredito no crescimento da equipe como um todo, pelo trabalho de Felipão. Mas ele precisará arregaçar as mangas e fazer modificações pontuais. Caso contrário, estaremos correndo sérios riscos de ficarmos pelo caminho, porque já se viu que temos adversários fortes. Acrescento a isso o fator local e pressinto que nossa equipe pode aumentar sua produção.
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Foto: Fabrice Coffrini / AFP
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Não tenho receio em reafirmar que nesta Copa de 2014 vamos depender muito mais do técnico do que do elenco. A partida desta terça-feira contra o México foi um exemplo disso. É verdade que o Brasil mereceu vencer o jogo, mas teve uma atuação ajustada dentro daquilo que pode fazer e, como no caso de ontem, se o goleiro adversário é o melhor em campo, adeus vitória.
A Seleção Brasileira teve três ou quatro chances vivas de marcar e poderia ter vencido. Mas jogou pouco para quem quer ser campeã. Embora tenha havido crescimento limitado, as laterais não funcionaram a contento. O meio campo foi pobre e sem criatividade e, em função disso, o centroavante inexistiu.
Salvaram-se os dois zagueiros e, para variar, o craque Neymar que, no entanto, abusou do individualismo, talvez pela ausência de companheiros à altura. Ainda assim o Brasil poderia ter ganho.
Acredito no crescimento da equipe como um todo, pelo trabalho de Felipão. Mas ele precisará arregaçar as mangas e fazer modificações pontuais. Caso contrário, estaremos correndo sérios riscos de ficarmos pelo caminho, porque já se viu que temos adversários fortes. Acrescento a isso o fator local e pressinto que nossa equipe pode aumentar sua produção.
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