Felipão tem empatado em demasia no segundo turno (Foto: Marcos Ribolli)
Uma das marcas do início da passagem de Felipão era a de não empatar. Contando apenas o Brasileirão, o treinador chegou a ficar sete jogos entre vitória e derrotas. No entanto, desde a segunda rodada do returno (no domingo, encerrou-se a décima), já foram registrados quatro empates. A última igualdade ocorrera no 0 a 0 diante do Goiás, neste sábado. Ou seja, praticamente a metade das partidas na segunda etapa do Brasileirão. Um desempenho que diminui o brilho da arrancada de Scolari e compromete a meta pelo G-4.
Antes de empatar com o Atlético-MG, em 14 de setembro, a campanha de Felipão no Brasileirão era de cinco vitórias e duas derrotas. O aproveitamento chegou a 71%, superior inclusive ao desempenho numérico do líder Cruzeiro. A partir do 0 a 0 diante do Galo, foram nove partidas, com três vitórias, duas derrotas e quatro empates. O que resulta numa queda significativa, para 48% de aproveitamento.
No geral, o Grêmio tem aproveitamento de 54% e, com 47 pontos, está três atrás do Atlético-MG, o primeiro que estaria classificado para a Libertadores. Antes do duelo de sábado, Felipão havia estipulado uma meta de cerca de 20 pontos em dez partidas. Agora, para alcançá-los em nove duelos restantes, precisa de desempenho superior a 70%.

Para Felipão, o segredo será atingir o equilíbrio nas partidas:
- O equilíbrio do Grêmio foi atingido pelos pontos. Nas duas últimas partidas, não tivemos equilíbrio, como foi contra o Palmeiras, perdemos. Quando conseguimos fazer o que pedimos, temos uma equipe equilibrada, dentro do que temos.
O zagueiro Bressan crê que o ideal é esquecer meta de pontos e pensar "jogo a "jogo".
- Nossa equipe já mostrou que pode conquistar os pontos. Nosso foco tem que ser jogo a jogo e, agora, o nosso foco é o Figueirense.
A partida diante dos catarinenses ocorrerá às 21h de quarta-feira, na Arena. Como alento aos tricolores, haverá os retornos de Dudu e Barcos, que cumpriram suspensão.
VEJA TAMBÉM
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- Crise antes do Gre-Nal! Auxiliar de Renato é preso em Porto Alegre
Uma das marcas do início da passagem de Felipão era a de não empatar. Contando apenas o Brasileirão, o treinador chegou a ficar sete jogos entre vitória e derrotas. No entanto, desde a segunda rodada do returno (no domingo, encerrou-se a décima), já foram registrados quatro empates. A última igualdade ocorrera no 0 a 0 diante do Goiás, neste sábado. Ou seja, praticamente a metade das partidas na segunda etapa do Brasileirão. Um desempenho que diminui o brilho da arrancada de Scolari e compromete a meta pelo G-4.
Antes de empatar com o Atlético-MG, em 14 de setembro, a campanha de Felipão no Brasileirão era de cinco vitórias e duas derrotas. O aproveitamento chegou a 71%, superior inclusive ao desempenho numérico do líder Cruzeiro. A partir do 0 a 0 diante do Galo, foram nove partidas, com três vitórias, duas derrotas e quatro empates. O que resulta numa queda significativa, para 48% de aproveitamento.
No geral, o Grêmio tem aproveitamento de 54% e, com 47 pontos, está três atrás do Atlético-MG, o primeiro que estaria classificado para a Libertadores. Antes do duelo de sábado, Felipão havia estipulado uma meta de cerca de 20 pontos em dez partidas. Agora, para alcançá-los em nove duelos restantes, precisa de desempenho superior a 70%.

Para Felipão, o segredo será atingir o equilíbrio nas partidas:
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O zagueiro Bressan crê que o ideal é esquecer meta de pontos e pensar "jogo a "jogo".
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A partida diante dos catarinenses ocorrerá às 21h de quarta-feira, na Arena. Como alento aos tricolores, haverá os retornos de Dudu e Barcos, que cumpriram suspensão.
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