Felipão orienta cobranças de falta no estádio Olímpico (Foto: Eduardo Deconto)
Em pouco mais de 60 dias de trabalho, Felipão conseguiu definir um padrão de jogo no Grêmio, ajustar a defesa e também empregar o chamado "estilo aguerrido", tão elogiados por jogadores e dirigentes nas coletivas. Com uma semana livre para treinamentos, deu mostra do que vislumbra para o próximo passo: melhorar a bola parada.
Ao menos é o que indicam os treinamentos do meio da semana. Scolari paralisou as atividades táticas e coletivos a cada escanteio ou falta. Fez os atletas repetirem as cobranças até que executassem da maneira desejada. Não bastasse, reservou a última parte dos dois últimos trabalhos, na quinta-feira à tarde e na manhã desta sexta, para exercitar as cobranças por ao menos 30 minutos (veja alguns lances no vídeo acima).
A preocupação do comandante encontra explicação no retrospecto.
O último gol de bola parada marcado pelo Grêmio ocorreu na segunda rodada do Brasileirão, quando Alan Ruiz acertou cobrança na vitória por 2 a 1 sobre o Atlético-MG.
Sem Zé Roberto e Fellipe Bastos preservados, até mesmo Barcos foi chamado para cobrar faltas durante o coletivo de quinta-feira. Com a atividade encerrada, Scolari reuniu alguns dos cobradores, como Ramiro, Luan e Pará para ensaiar tiros contra os gols de Marcelo Grohe, Tiago e Léo. Não tiveram grande desempenho. Coube a um garoto da base, o meia Erick, roubar a cena do treinamento. Tanto que teve a presença confirmada entre os relacionados para enfrentar o São Paulo, no próximo sábado, às 16h20, na Arena.
- Se ele chamou a atenção da imprensa, imagina a nossa. A gente estava conversando que ele tem muita qualidade na batida. Uma batida pesada. Nos surpreendeu. Tanto que fez alguns gols em nós - elogiou o goleiro Marcelo Grohe em entrevista coletiva.
Ivo Wortmann observa cobrança de Zé Roberto (Foto: Eduardo Deconto)
Evolução nesta sexta
Com Zé e Bastos recuperados, o aproveitamento foi melhor nesta sexta-feira. Enquanto Flávio Murtosa comandava o rachão em campo reduzido, Felipão e Ivo Wortmann orientavam as cobranças. A comissão técnica procurava indicar a maneira de bater as faltas com um colete pendurado sobre a barreira. O camisa 10 foi o melhor. Acertou três cobranças em sequência durante a atividade. Luan teve êxito em duas. Ramiro e Bastos não foram tiveram o mesmo êxito.
Mas se o aproveitamento na bola parada ofensiva está aquém do esperado, o mesmo não se pode dizer da defesa. O último gol sofrido em jogadas desse tipo ocorreu na 12ª rodada, na derrota por 3 a 2 para o Coritiba, na Arena.
- Tem sido importante na parte defensiva da equipe. Por causa desse trabalho que tem sido feito constantemente tem surgido efeito nos jogos. Tem surgido efeito que a gente não sofre gol.
Precisamos não tomar, mas também fazer e estamos aprimorando.
Muitas das vezes, a bola parada tem decidido os jogos - relata Zé Roberto.
A bola parada pode ser trunfos dos gremistas para bater o São Paulo às 16h20 deste sábado, na Arena, pela 26ª rodada do Brasileirão. Pelo menos, Felipão treinou para que isso ocorra.
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Em pouco mais de 60 dias de trabalho, Felipão conseguiu definir um padrão de jogo no Grêmio, ajustar a defesa e também empregar o chamado "estilo aguerrido", tão elogiados por jogadores e dirigentes nas coletivas. Com uma semana livre para treinamentos, deu mostra do que vislumbra para o próximo passo: melhorar a bola parada.
Ao menos é o que indicam os treinamentos do meio da semana. Scolari paralisou as atividades táticas e coletivos a cada escanteio ou falta. Fez os atletas repetirem as cobranças até que executassem da maneira desejada. Não bastasse, reservou a última parte dos dois últimos trabalhos, na quinta-feira à tarde e na manhã desta sexta, para exercitar as cobranças por ao menos 30 minutos (veja alguns lances no vídeo acima).
A preocupação do comandante encontra explicação no retrospecto.
O último gol de bola parada marcado pelo Grêmio ocorreu na segunda rodada do Brasileirão, quando Alan Ruiz acertou cobrança na vitória por 2 a 1 sobre o Atlético-MG.
Sem Zé Roberto e Fellipe Bastos preservados, até mesmo Barcos foi chamado para cobrar faltas durante o coletivo de quinta-feira. Com a atividade encerrada, Scolari reuniu alguns dos cobradores, como Ramiro, Luan e Pará para ensaiar tiros contra os gols de Marcelo Grohe, Tiago e Léo. Não tiveram grande desempenho. Coube a um garoto da base, o meia Erick, roubar a cena do treinamento. Tanto que teve a presença confirmada entre os relacionados para enfrentar o São Paulo, no próximo sábado, às 16h20, na Arena.
- Se ele chamou a atenção da imprensa, imagina a nossa. A gente estava conversando que ele tem muita qualidade na batida. Uma batida pesada. Nos surpreendeu. Tanto que fez alguns gols em nós - elogiou o goleiro Marcelo Grohe em entrevista coletiva.
Ivo Wortmann observa cobrança de Zé Roberto (Foto: Eduardo Deconto)Evolução nesta sexta
Com Zé e Bastos recuperados, o aproveitamento foi melhor nesta sexta-feira. Enquanto Flávio Murtosa comandava o rachão em campo reduzido, Felipão e Ivo Wortmann orientavam as cobranças. A comissão técnica procurava indicar a maneira de bater as faltas com um colete pendurado sobre a barreira. O camisa 10 foi o melhor. Acertou três cobranças em sequência durante a atividade. Luan teve êxito em duas. Ramiro e Bastos não foram tiveram o mesmo êxito.
Mas se o aproveitamento na bola parada ofensiva está aquém do esperado, o mesmo não se pode dizer da defesa. O último gol sofrido em jogadas desse tipo ocorreu na 12ª rodada, na derrota por 3 a 2 para o Coritiba, na Arena.
- Tem sido importante na parte defensiva da equipe. Por causa desse trabalho que tem sido feito constantemente tem surgido efeito nos jogos. Tem surgido efeito que a gente não sofre gol.
Precisamos não tomar, mas também fazer e estamos aprimorando.
Muitas das vezes, a bola parada tem decidido os jogos - relata Zé Roberto.
A bola parada pode ser trunfos dos gremistas para bater o São Paulo às 16h20 deste sábado, na Arena, pela 26ª rodada do Brasileirão. Pelo menos, Felipão treinou para que isso ocorra.
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