Público médio, taxa de ocupação e renda são maiores nos estádios da Copa (Foto: Reprodução SporTV)
A Copa de 2014 deixou 12 estádios com padrão Fifa para o futebol brasileiro, que tem recebido um bom número de torcedores. A média de público do Brasileirão, desde que os campos começaram a ser usados em 2013, cresceu 29% no total. Até a 21ª rodada da Série A deste ano, foram disputados 390 jogos nas antigas "praças esportivas" e 195 nas novas ou reformadas. Enquanto a média geral de torcedores é de 15.122 pessoas, nas arenas do Mundial o número sobe para 22.008, contra 11.678 nos "velhos caldeirões", segundo estudo da Pluri Consultoria. De todos as sedes do torneio, apenas sete têm equipes na primeira divisão nacional e somente cinco foram usados no último ano.
A diferença entre os novos e velhos estádios não está apenas na média de público. Quem tem jogado nos novos campos tem faturado mais e visto menos espaços vazios nas arquibancadas. A renda média nas arenas da Copa do Mundo é de R$ 914.619 e a taxa de ocupação é 42%. Nos demais, o faturamento médio é de R$ 262.213 e a ocupação de 34%.
A renda bruta média nas antigas arenas é de R$ 262 mil, contra R$ 915 mil nos novos estádios. Que cobram ingressos a um preço médio quase 100% maior que os das praças esportivas "antigas": R$ 42 a R$ 22.
Em 2014, o clube com a maior média de público é o São Paulo, 32.129 pagantes, com taxa de ocupação de 53% do Morumbi, um estádio que não foi utilizado na Copa do Mundo. O campo do São Paulo também recebeu o maior público pagante do Brasileirão, com 58.627 pessoas, domingo na vitória do Tricolor Paulista sobre o Cruzeiro por 2 a 0.
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Em 2014, o clube com a maior média de público é o São Paulo, 32.129 pagantes, com taxa de ocupação de 53% do Morumbi, um estádio que não foi utilizado na Copa do Mundo. O campo do São Paulo também recebeu o maior público pagante do Brasileirão, com 58.627 pessoas, domingo na vitória do Tricolor Paulista sobre o Cruzeiro por 2 a 0.
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