Sandro Meira Ricci foi o árbitro brasileiro na Copa-2014 (Foto: Paulo Sergio/LANCE!Press)
A falta de critérios uniformes para a marcação de faltas por parte da arbitragem brasileira será um dos pontos atacados no curso do qual participarão, a partir de segunda-feira, os árbitros integrantes do quadro da Fifa e de aspirantes, candidatos a receberem o escudo da entidade máxima do futebol mundial em 2015.
- Isso é uma coisa que eu tenho visto. Vamos falar sobre qual é o limite para uma disputa de bola. Não estamos querendo simplesmente diminuir o número de faltas. O jogo pode ter 60, mas desde que elas tenham ocorrido de fato. Do jeito que está, os jogadores e quem assiste acabam perdendo a referência. A tentativa é melhorar isso - explicou ao LANCE!Net Wilson Luiz Seneme, representante brasileiro na comissão de arbitragem da Conmebol e um dos instrutores do evento, que, aos auxiliares, vai ressaltar a importância de uma melhora no posicionamento e de concentração na marcação dos impedimentos.
O curso será realizado em Teresópolis, em parceria entre Fifa e CBF, e os árbitros também receberão uma atualização a respeito das regras e recomendações. Além de Seneme, está prevista a participação de outros instrutores Fifa, como o uruguaio Jorge Larrionda e Antonio Pereira da Silva, além do preparador físico da entidade, Cristian Rosen, e da oficial de Desenvolvimento de Arbitragem da Fifa para América do Sul, Carolina Colman.
Segundo a CBF, os árbitros receberão instrução também sobre o uso da súmula eletrônica. Durante o período de trabalho, que será até 2 de setembro, haverá os testes para o quadro da Fifa, que tem duas vagas em aberto para árbitros principais, já que o próprio Seneme e Paulo César de Oliveira - que iniciaram o ano na relação - resolveram encerrar a carreira antes dos 45 anos.
- A arbitragem brasileira é boa, mas tem o outro lado: algumas entradas violentas estão passando desapercebidas. Para o quadro da Fifa, serão selecionados os melhores. A capacidade técnica vai decidir - completa Seneme.
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A falta de critérios uniformes para a marcação de faltas por parte da arbitragem brasileira será um dos pontos atacados no curso do qual participarão, a partir de segunda-feira, os árbitros integrantes do quadro da Fifa e de aspirantes, candidatos a receberem o escudo da entidade máxima do futebol mundial em 2015.
- Isso é uma coisa que eu tenho visto. Vamos falar sobre qual é o limite para uma disputa de bola. Não estamos querendo simplesmente diminuir o número de faltas. O jogo pode ter 60, mas desde que elas tenham ocorrido de fato. Do jeito que está, os jogadores e quem assiste acabam perdendo a referência. A tentativa é melhorar isso - explicou ao LANCE!Net Wilson Luiz Seneme, representante brasileiro na comissão de arbitragem da Conmebol e um dos instrutores do evento, que, aos auxiliares, vai ressaltar a importância de uma melhora no posicionamento e de concentração na marcação dos impedimentos.
O curso será realizado em Teresópolis, em parceria entre Fifa e CBF, e os árbitros também receberão uma atualização a respeito das regras e recomendações. Além de Seneme, está prevista a participação de outros instrutores Fifa, como o uruguaio Jorge Larrionda e Antonio Pereira da Silva, além do preparador físico da entidade, Cristian Rosen, e da oficial de Desenvolvimento de Arbitragem da Fifa para América do Sul, Carolina Colman.
Segundo a CBF, os árbitros receberão instrução também sobre o uso da súmula eletrônica. Durante o período de trabalho, que será até 2 de setembro, haverá os testes para o quadro da Fifa, que tem duas vagas em aberto para árbitros principais, já que o próprio Seneme e Paulo César de Oliveira - que iniciaram o ano na relação - resolveram encerrar a carreira antes dos 45 anos.
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