Gilmar Rinaldi (Foto: Bruno Domingos / Mowa Press)
Gilmar Rinaldi começou a carreira no Internacional, na década de 1970, e fez parte do grupo que foi campeão brasileiro em 1979. No Colorado, ainda conquistou o Campeonato Gaúcho em cinco oportunidades, quatro delas de maneira consecutiva (1981-1984).
No ano seguinte transferiu-se para o São Paulo e logo na chegada assumiu a condição de titular. Foi campeão paulista logo em 1985, mas o seu maior título no Tricolor foi o torneio nacional de 1986, contra o Guarani, sob o comando de Pepe. No São Paulo ganhou ainda o Estadual de 1987 e 1989 e conviveu com a concorrência do chileno Roberto Rojas. Em 1989 foi vice-campeão brasileiro e era o titular na derrota do São Paulo para o Vasco por 1 a 0, no Morumbi. No ano seguinte, já com a sombra de Zetti, chegou a perder a posição.
Em 1991, teve a oportunidade de voltar a condição de titular quando apareceu o interesse do Flamengo e mudou-se para o Rio de Janeiro. No Rubro-Negro ganhou o Carioca do mesmo ano e posteriormente o terceiro título do Brasileirão, contra o Botafogo, em 1992. As boas atuações fizeram com que Gilmar fosse convocado por Carlos Alberto Parreira para a disputa da Copa do Mundo dos Estados Unidos. Como terceiro goleiro, ele fez parte do grupo que tinha também Taffarel e Zetti. Dez anos antes Gilmar havia sido medalha de prata nas Olimpíadas de Los Angeles.
Após a conquista do tetra Gilmar deixou o futebol brasileiro e encerrou a carreira no Cerezo Osaka, do Japão. Ele trabalhou no Mundial de 1998, na França, como observador do técnico Zagallo.
Fora dos gramados, Gilmar virou agente Fifa e passou a cuidar da carreira de atletas. Entre os seus clientes, o mais famoso foi Adriano. Nesta quinta-feira, exatamente 20 anos depois da conquista do tetra, ele volta a trabalhar na CBF.
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Gilmar Rinaldi começou a carreira no Internacional, na década de 1970, e fez parte do grupo que foi campeão brasileiro em 1979. No Colorado, ainda conquistou o Campeonato Gaúcho em cinco oportunidades, quatro delas de maneira consecutiva (1981-1984).
No ano seguinte transferiu-se para o São Paulo e logo na chegada assumiu a condição de titular. Foi campeão paulista logo em 1985, mas o seu maior título no Tricolor foi o torneio nacional de 1986, contra o Guarani, sob o comando de Pepe. No São Paulo ganhou ainda o Estadual de 1987 e 1989 e conviveu com a concorrência do chileno Roberto Rojas. Em 1989 foi vice-campeão brasileiro e era o titular na derrota do São Paulo para o Vasco por 1 a 0, no Morumbi. No ano seguinte, já com a sombra de Zetti, chegou a perder a posição.
Em 1991, teve a oportunidade de voltar a condição de titular quando apareceu o interesse do Flamengo e mudou-se para o Rio de Janeiro. No Rubro-Negro ganhou o Carioca do mesmo ano e posteriormente o terceiro título do Brasileirão, contra o Botafogo, em 1992. As boas atuações fizeram com que Gilmar fosse convocado por Carlos Alberto Parreira para a disputa da Copa do Mundo dos Estados Unidos. Como terceiro goleiro, ele fez parte do grupo que tinha também Taffarel e Zetti. Dez anos antes Gilmar havia sido medalha de prata nas Olimpíadas de Los Angeles.
Após a conquista do tetra Gilmar deixou o futebol brasileiro e encerrou a carreira no Cerezo Osaka, do Japão. Ele trabalhou no Mundial de 1998, na França, como observador do técnico Zagallo.
Fora dos gramados, Gilmar virou agente Fifa e passou a cuidar da carreira de atletas. Entre os seus clientes, o mais famoso foi Adriano. Nesta quinta-feira, exatamente 20 anos depois da conquista do tetra, ele volta a trabalhar na CBF.
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