PROFUT
Não decepcionou o relatório do deputado Otavio Leite (PSDB-RJ), apresentado na última quarta-feira. Ao contrário, avançou em pontos muitos importantes, como os incentivos à criação das Sociedades Empresariais do Futebol para gerir os negócios do futebol, separando-os das atividades sociais dos clubes. A alíquota única para todos os impostos federais é mais baixa que a soma da carga atual que incide nos balanços dos clubes associativos. Sendo aprovada assim, este será o passo concreto para viabilizar a real mudança na estrutura amadora que cada vez mais nos distancia dos maiores clubes do mundo, sendo estes administrados sob estruturas totalmente profissionais e competentes. A existência deste incentivo não obriga nenhum clube a adotar as SEFs, nem tampouco a vender ações destas entidades caso sejam criadas. Não surpreende ouvir a reclamação de alguns dirigentes a respeito de algo que é bom para o clube, podendo pagar muito menos impostos. A razão é que a criação das SEFs deve marcar a morte do modelo do atraso que permite a sobrevivência dos dirigentes reclamões!

Deputado Otavio Leite é o relator da MP do Profut (FOTO: Gustavo Castro)
PROFUT 2
Está na hora dos que apoiam a MP, com a manutenção das contrapartidas exigidas para a concessão do refinanciamento das dívidas com o governo, entrarem em campo de maneira decidida. Só com a atuação firme do Governo Federal e sua base, do Bom Senso e dos dirigentes mais avançados, além da parcela mais esclarecida da imprensa esportiva, é que se pode garantir uma tramitação dentro do Congresso Nacional que mutile o mínimo o conjunto apresentado na semana passada!
PROFUT 3
As ações da CBF, comandadas pelo aspone Walter Feldman, são todas no sentido de manipular os clubes para se oporem à MP. Eles comandam a agenda de reuniões e conseguem plantar a discórdia na esperança de estourar o prazo da MP e tudo voltar à estaca zero. Não poderiam os dirigentes dos clubes aceitar a coordenação de quem não tem interesse algum nas mudanças que advirão da implantação do fair-play financeiro. À madrasta do futBr, interessa o confronto com o governo, a manutenção da relação de dependência dos clubes com ela e a perpetuação do modelo que mantém o nosso futebol andando para trás. A CBF se sustenta nas relações espúrias com os dirigentes das federações, na apatia e falta de lideranças nos clubes. Até a discussão sobre a eventual criação da necessária Liga foi iniciada na presença de Del Nero (ou o coconspirador #12? ) e seu fiel escudeiro, Feldman!
PROFUT 4
A notícia dada por este LANCE! na última quinta-feira de que a Receita Federal tem força-tarefa pronta para entrar em campo e fazer fiscalizações nos clubes que não aderirem ao parcelamento proposto pelo governo é o fator que pode decidir a partida. Durante décadas, os dirigentes e os clubes que sonegaram ficaram impunes por absoluta passividade do órgão que é temido por todos os cidadãos e executivos de empresas neste país, aliás, como deve ser. Mas no caso do futebol, a Receita não trata com a mesma severidade e rigor os abusos e até os crimes, como a apropriação indébita, que deveria ter gerado muitas prisões, caso fossem tratados com o rigor que o órgão impõe ao restante dos dirigentes de empresas brasileiras. Penso que o temor em entrar em bola dividida com a Receita vai fazer com que os cartolas reflitam muito melhor seus atos e se adequem ao que virar lei, ainda que contrariados. Creio que a simples ameaça vá ganhar o jogo!

Del Nero e Del Nero na sede da CBF (Walter Feldman Rafael Ribeiro/CBF)
MODERNIZANDO
Del Nero anunciou que iria modernizar e dar transparência à CBF. O persistente Feldman se desdobra repetindo o mantra e tentando convencer interlocutores de que a sua simples presença é sinal das mudanças. Se acha... Ainda que desejássemos crer no improvável, a atuação de Eurico Miranda nas reuniões na entidade em sintonia com os objetivos de Del Nero e WF é a prova cabal de que, se houver mudança, esta não será a da transparência nem da modernidade. Isto, até eu garanto!
PARA TERMINAR...
Com as prisões dos "capos" das empreiteiras, a chapa promete esquentar. Segundo a revista Época desta semana, o presidente do conselho da gigante Odebrecht, Emilio Odebrecht, avisou que se seu filho Marcelo Odebrecht fosse preso, era preciso preparar três celas: uma para ele mesmo, outra para Dilma e uma para o ex-presidente Lula. Marcelo está no xilindró!
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- Grêmio ajusta estrutura enquanto foca na sobrevivência na Série A
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Não decepcionou o relatório do deputado Otavio Leite (PSDB-RJ), apresentado na última quarta-feira. Ao contrário, avançou em pontos muitos importantes, como os incentivos à criação das Sociedades Empresariais do Futebol para gerir os negócios do futebol, separando-os das atividades sociais dos clubes. A alíquota única para todos os impostos federais é mais baixa que a soma da carga atual que incide nos balanços dos clubes associativos. Sendo aprovada assim, este será o passo concreto para viabilizar a real mudança na estrutura amadora que cada vez mais nos distancia dos maiores clubes do mundo, sendo estes administrados sob estruturas totalmente profissionais e competentes. A existência deste incentivo não obriga nenhum clube a adotar as SEFs, nem tampouco a vender ações destas entidades caso sejam criadas. Não surpreende ouvir a reclamação de alguns dirigentes a respeito de algo que é bom para o clube, podendo pagar muito menos impostos. A razão é que a criação das SEFs deve marcar a morte do modelo do atraso que permite a sobrevivência dos dirigentes reclamões!

Deputado Otavio Leite é o relator da MP do Profut (FOTO: Gustavo Castro)
PROFUT 2
Está na hora dos que apoiam a MP, com a manutenção das contrapartidas exigidas para a concessão do refinanciamento das dívidas com o governo, entrarem em campo de maneira decidida. Só com a atuação firme do Governo Federal e sua base, do Bom Senso e dos dirigentes mais avançados, além da parcela mais esclarecida da imprensa esportiva, é que se pode garantir uma tramitação dentro do Congresso Nacional que mutile o mínimo o conjunto apresentado na semana passada!
PROFUT 3
As ações da CBF, comandadas pelo aspone Walter Feldman, são todas no sentido de manipular os clubes para se oporem à MP. Eles comandam a agenda de reuniões e conseguem plantar a discórdia na esperança de estourar o prazo da MP e tudo voltar à estaca zero. Não poderiam os dirigentes dos clubes aceitar a coordenação de quem não tem interesse algum nas mudanças que advirão da implantação do fair-play financeiro. À madrasta do futBr, interessa o confronto com o governo, a manutenção da relação de dependência dos clubes com ela e a perpetuação do modelo que mantém o nosso futebol andando para trás. A CBF se sustenta nas relações espúrias com os dirigentes das federações, na apatia e falta de lideranças nos clubes. Até a discussão sobre a eventual criação da necessária Liga foi iniciada na presença de Del Nero (ou o coconspirador #12? ) e seu fiel escudeiro, Feldman!
PROFUT 4
A notícia dada por este LANCE! na última quinta-feira de que a Receita Federal tem força-tarefa pronta para entrar em campo e fazer fiscalizações nos clubes que não aderirem ao parcelamento proposto pelo governo é o fator que pode decidir a partida. Durante décadas, os dirigentes e os clubes que sonegaram ficaram impunes por absoluta passividade do órgão que é temido por todos os cidadãos e executivos de empresas neste país, aliás, como deve ser. Mas no caso do futebol, a Receita não trata com a mesma severidade e rigor os abusos e até os crimes, como a apropriação indébita, que deveria ter gerado muitas prisões, caso fossem tratados com o rigor que o órgão impõe ao restante dos dirigentes de empresas brasileiras. Penso que o temor em entrar em bola dividida com a Receita vai fazer com que os cartolas reflitam muito melhor seus atos e se adequem ao que virar lei, ainda que contrariados. Creio que a simples ameaça vá ganhar o jogo!

Del Nero e Del Nero na sede da CBF (Walter Feldman Rafael Ribeiro/CBF)
MODERNIZANDO
Del Nero anunciou que iria modernizar e dar transparência à CBF. O persistente Feldman se desdobra repetindo o mantra e tentando convencer interlocutores de que a sua simples presença é sinal das mudanças. Se acha... Ainda que desejássemos crer no improvável, a atuação de Eurico Miranda nas reuniões na entidade em sintonia com os objetivos de Del Nero e WF é a prova cabal de que, se houver mudança, esta não será a da transparência nem da modernidade. Isto, até eu garanto!
PARA TERMINAR...
Com as prisões dos "capos" das empreiteiras, a chapa promete esquentar. Segundo a revista Época desta semana, o presidente do conselho da gigante Odebrecht, Emilio Odebrecht, avisou que se seu filho Marcelo Odebrecht fosse preso, era preciso preparar três celas: uma para ele mesmo, outra para Dilma e uma para o ex-presidente Lula. Marcelo está no xilindró!
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