Felipão recebe jornalistas com pedras na mão em entrevista coletiva
Djalma Vassão/Gazeta Press
Logo após a derrota vexatória do Brasil para a Alemanha por 7 a 1, o que mais se pediu entre torcedores e jornalistas brasileiros foi a saída de Felipão do comando do time.
Nesta sexta-feira (11), porém, em entrevista coletiva no Mané Garrincha ao lado do capitão Thiago Silva, o técnico sinalizou que deve continuar no cargo. No começo das respostas, ele desconversou sobre a permanência.
— Eu vou responder por etapas. O trabalho só termina depois do último jogo da seleção brasileira, que é amanhã. Então, encerrando a primeira etapa do meu trabalho eu apresento meu relatório e depois o presidente Marco Polo Del Nero conversa e vamos ver o que acontece.
Mas, no decorrer da entrevista, as falas do treinador entregaram a possibilidade de uma sequência no trabalho. O primeiro indício veio após uma pergunta que questionava o clima ruim na seleção para o técnico após a vergonhosa goleada. Ao responder, o técnico abusou da grosseria e se esquivou do assunto.
— Não tenho que discutir se tenho clima ou não. Principalmente com jornalista.
Na continuação, Felipão condenou as pessoas que avaliam um trabalho inteiro por apenas um resultado negativo, dizendo que seus números à frente da equipe são os melhores possíveis.
— Em um ano e meio, nós tivemos uma série muito boa. As pessoas veem pelo resultado de um jogo se um trabalho é bom ou não. Um jogo não derruba um bom trabalho.
Já no meio da entrevista, o comandante deu mais uma resposta áspera que pode soar como um indício de que ele não vai largar o osso tão fácil. A fala veio quando o técnico foi questionado sobre o trabalho de Galo, olheiro dos adversários do Brasil.
— O Galo é o analista dos adversários. Ele não é analista da seleção brasileira. O analista da seleção brasileira sou eu, por enquanto.
Brasil x Holanda
Sobra o duelo contra a Holanda, neste sábado (12), que vale o terceiro lugar da Copa do Mundo, Felipão revelou que vai mudar o time em uma ou duas posições. Segundo ele, um setor deve ser reforçado por conta do adversário desta partida.
— Por necessidade, eu vou fazer essas duas ou três substituições. Eu entendo que é necessária a colocação de um jogador de determinado setor e também por gostar do comportamento desse jogador.
Também sobre o jogo no Mané Garrincha, os jornalistas perguntaram quais os objetivos e as motivações do time para um jogo com menos importância após o revés da última terça. Neste momento, o zagueiro e capitão Thiago Silva pediu a palavra e disse que os jogadores atuam por dignidade.
— Acho que a motivação da minha parte é a maior possível. O terceiro lugar continua sendo um objetivo, um objetivo diferente, mas que pode mostrar nossa honra e nossa dignidade.
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— Eu vou responder por etapas. O trabalho só termina depois do último jogo da seleção brasileira, que é amanhã. Então, encerrando a primeira etapa do meu trabalho eu apresento meu relatório e depois o presidente Marco Polo Del Nero conversa e vamos ver o que acontece.
Mas, no decorrer da entrevista, as falas do treinador entregaram a possibilidade de uma sequência no trabalho. O primeiro indício veio após uma pergunta que questionava o clima ruim na seleção para o técnico após a vergonhosa goleada. Ao responder, o técnico abusou da grosseria e se esquivou do assunto.
— Não tenho que discutir se tenho clima ou não. Principalmente com jornalista.
Na continuação, Felipão condenou as pessoas que avaliam um trabalho inteiro por apenas um resultado negativo, dizendo que seus números à frente da equipe são os melhores possíveis.
— Em um ano e meio, nós tivemos uma série muito boa. As pessoas veem pelo resultado de um jogo se um trabalho é bom ou não. Um jogo não derruba um bom trabalho.
Já no meio da entrevista, o comandante deu mais uma resposta áspera que pode soar como um indício de que ele não vai largar o osso tão fácil. A fala veio quando o técnico foi questionado sobre o trabalho de Galo, olheiro dos adversários do Brasil.
— O Galo é o analista dos adversários. Ele não é analista da seleção brasileira. O analista da seleção brasileira sou eu, por enquanto.
Brasil x Holanda
Sobra o duelo contra a Holanda, neste sábado (12), que vale o terceiro lugar da Copa do Mundo, Felipão revelou que vai mudar o time em uma ou duas posições. Segundo ele, um setor deve ser reforçado por conta do adversário desta partida.
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Também sobre o jogo no Mané Garrincha, os jornalistas perguntaram quais os objetivos e as motivações do time para um jogo com menos importância após o revés da última terça. Neste momento, o zagueiro e capitão Thiago Silva pediu a palavra e disse que os jogadores atuam por dignidade.
— Acho que a motivação da minha parte é a maior possível. O terceiro lugar continua sendo um objetivo, um objetivo diferente, mas que pode mostrar nossa honra e nossa dignidade.
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