Com o início das férias, o departamento de futebol do Grêmio passa a analisar o grupo. É o momento de identificar as posições carentes e quais já têm peças suficientes para suportar a temporada de 2019.
Abaixo, o GloboEsporte.com faz um balanço de como o Grêmio encerra a temporada. Everton assumiu o protagonismo, bem como Marcelo Grohe, Pedro Geromel e Kannemann. Porém, o Rei da América, Luan, sucumbiu, principalmente pela lesão no pé direito.
A direção, antes de Renato Gaúcho sair de férias, chegou a uma conclusão: o grupo precisa de cinco a seis reforços com qualidade para disputar a titularidade. Além disso, serão incorporados novos nomes das categorias de base. Veja abaixo o balanço gremista de 2018:
Em alta
Os atletas que tiveram grande momento na temporada e encerraram o ano bem
Everton: O grande nome da temporada. Everton deixou de ser um coadjuvante e assumiu o protagonismo do time de Renato Gaúcho. Foi o artilheiro do Grêmio com 19 gols. O oportunismo, aliado aos dribles e arrancadas, mereceu as convocações de Tite para a Seleção.
Marcelo Grohe: Na Recopa, voltou a ser decisivo, ao defender a cobrança de Benítez, do Independiente. Apesar de não conseguir levar o time à decisão da Libertadores, manteve a regularidade. Acabou o ano com uma fratura na costela.
Geromel: O futebol do primeiro semestre rendeu a chance de integrar a Seleção na disputa da Copa do Mundo da Rússia, apesar de não ter entrado em campo. No retorno, chegou a oscilar, mas depois retomou as boas atuações.
Kannemann: Deixou de ser o fiel escudeiro de Geromel para ter o mesmo brilho do parceiro. A solidez atrás o colocou nas listas de Lionel Scaloni, técnico da Argentina, nos amistosos do segundo semestre.
Bruno Cortez: Se firmou do lado esquerdo. O apoio do lateral ganhou um qualificado cruzamento como uma das principais armas de Renato Gaúcho. Manteve o mesmo afinco defensivamente.
Alisson: Virou uma espécie de 12º titular de Renato. Esteve em campo em 50 partidas, com oito gols. As arrancadas também o fizeram crescer no conceito com o chefe.
Maicon: O primeiro semestre mereceu a lembrança na lista dos suplentes de Tite. No segundo semestre, oscilou. Muito pelas incursões recorrentes ao departamento médico.
Paulo Victor: Aproveitou o espaço deixado por Marcelo Grohe após a lesão do titular e não decepcionou. Manteve o nível do camisa 1 na reta final do Brasileirão.
Jean Pyerre: Cresceu no segundo semestre. Com boa visão de jogo, ganha espaço para ser um novo armador, primeira opção às ausências de Luan.
Regulares
Aqueles que oscilaram entre grandes momentos e fases de baixa, mas ficaram acima da média
Paulo Miranda: Até fez boas apresentações, com destaque para o segundo jogo da semifinal da Libertadores, contra o River Plate, mas as lesões deixaram uma incógnita sobre seu desempenho.
Leonardo: Ganhou espaço no fim do ano em razão da preservação de Léo Moura. A tendência é que seja utilizado com maior frequência em 2019.
Michel: Acometido por lesões, quase não jogou e ficou abaixo do ano passado, quando chegou a ser um dos destaques entre os volantes do Brasileirão. Mas retornou ao time titular a partir da reta final da Libertadores.
Leia também :Após garantir G-4, Renato deixa Arena às pressas e sai de férias para o Rio: "Não vai ter entrevista"
Cícero: O polivalente também oscilou ao longo da temporada, mas demonstrou ser o "curinga" que Renato Gaúcho tanto preza. Jogou como primeiro e segundo volante, além de armador e centroavante.
Jael: Carismático, o centroavante mostrou suas virtudes. Após passar zerado no ano passado, desandou a fazer gols. Foram 12, o último no domingo, na vitória por 1 a 0 sobre o Corinthians. Só ficou atrás de Everton na artilharia do grupo.
Léo Moura: Segue com prestígio com Renato Gaúcho, mas os 40 anos já cobram um preço. Começou a ser preservado dos jogos fora de casa no segundo semestre para minimizar os riscos de lesão.
Matheus Henrique: Não demorou a ser comparado com Arthur. Também volante, mostra o mesmo volume do hoje jogador do Barcelona, com a intensa movimentação e os passes certeiros.
Luan: Talvez a maior decepção dos gremistas. Não por ter jogado mal, mas por não ter sido tão brilhante quanto na temporada passada, quando acabou coroado como o Rei da América. Ainda acabou fora dos gramados em razão de uma fascite plantar no pé direito.
Em baixa
Os que não tiveram grande rendimento e não aprovaram de maneira geral
Bressan: A temporada terminou complicada para o zagueiro. Acabou marcado como o vilão da eliminação para o River Plate na Libertadores. A situação fez Renato o tirar dos planos no fim de 2018.
Ramiro: Também acometido com incursões ao departamento médico, deixou a desejar. Não conseguiu dar a mesma intensidade ao time como ocorreu em 2017.
André: Trazido para ser o dono do comando do ataque, não agradou. Só fez quatro gols em 29 partidas e virou alternativa a Jael.
Marinho: Contratado como esperança de ser uma alternativa de velocidade, também ficou abaixo. Nem de perto lembrou o futebol apresentado no Vitória em 2016, quando, quase que sozinho, evitou o rebaixamento dos baianos.
Marcelo Oliveira: As atuações inseguras o fizeram, inclusive, ficar atrás na hierarquia de Juninho Capixaba na lateral esquerda. Se trocar definitivamente de posição, pode ser mantido no grupo como zagueiro.
Madson: Jamais deu a resposta esperada. Viu Leonardo passar à frente na hierarquia e acabou 2018 pouco aproveitado.
Kaio: O volante pouco acrescentou nas oportunidades recebidas.
Sob análise
Os jogadores que fazem parte do grupo e que oscilaram no decorrer do ano
Douglas: O meia voltou a jogar, mas sem o mesmo brilho. Nas oportunidades que teve, mostrou falta de ritmo. Disputou 17 partidas, com dois gols. A direção vai analisar a renovação de contrato.
Grêmio
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A direção, antes de Renato Gaúcho sair de férias, chegou a uma conclusão: o grupo precisa de cinco a seis reforços com qualidade para disputar a titularidade. Além disso, serão incorporados novos nomes das categorias de base. Veja abaixo o balanço gremista de 2018:
Em alta
Os atletas que tiveram grande momento na temporada e encerraram o ano bem
Everton: O grande nome da temporada. Everton deixou de ser um coadjuvante e assumiu o protagonismo do time de Renato Gaúcho. Foi o artilheiro do Grêmio com 19 gols. O oportunismo, aliado aos dribles e arrancadas, mereceu as convocações de Tite para a Seleção.
Marcelo Grohe: Na Recopa, voltou a ser decisivo, ao defender a cobrança de Benítez, do Independiente. Apesar de não conseguir levar o time à decisão da Libertadores, manteve a regularidade. Acabou o ano com uma fratura na costela.
Geromel: O futebol do primeiro semestre rendeu a chance de integrar a Seleção na disputa da Copa do Mundo da Rússia, apesar de não ter entrado em campo. No retorno, chegou a oscilar, mas depois retomou as boas atuações.
Kannemann: Deixou de ser o fiel escudeiro de Geromel para ter o mesmo brilho do parceiro. A solidez atrás o colocou nas listas de Lionel Scaloni, técnico da Argentina, nos amistosos do segundo semestre.
Bruno Cortez: Se firmou do lado esquerdo. O apoio do lateral ganhou um qualificado cruzamento como uma das principais armas de Renato Gaúcho. Manteve o mesmo afinco defensivamente.
Alisson: Virou uma espécie de 12º titular de Renato. Esteve em campo em 50 partidas, com oito gols. As arrancadas também o fizeram crescer no conceito com o chefe.
Maicon: O primeiro semestre mereceu a lembrança na lista dos suplentes de Tite. No segundo semestre, oscilou. Muito pelas incursões recorrentes ao departamento médico.
Paulo Victor: Aproveitou o espaço deixado por Marcelo Grohe após a lesão do titular e não decepcionou. Manteve o nível do camisa 1 na reta final do Brasileirão.
Jean Pyerre: Cresceu no segundo semestre. Com boa visão de jogo, ganha espaço para ser um novo armador, primeira opção às ausências de Luan.
Regulares
Aqueles que oscilaram entre grandes momentos e fases de baixa, mas ficaram acima da média
Paulo Miranda: Até fez boas apresentações, com destaque para o segundo jogo da semifinal da Libertadores, contra o River Plate, mas as lesões deixaram uma incógnita sobre seu desempenho.
Leonardo: Ganhou espaço no fim do ano em razão da preservação de Léo Moura. A tendência é que seja utilizado com maior frequência em 2019.
Michel: Acometido por lesões, quase não jogou e ficou abaixo do ano passado, quando chegou a ser um dos destaques entre os volantes do Brasileirão. Mas retornou ao time titular a partir da reta final da Libertadores.
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Cícero: O polivalente também oscilou ao longo da temporada, mas demonstrou ser o "curinga" que Renato Gaúcho tanto preza. Jogou como primeiro e segundo volante, além de armador e centroavante.
Jael: Carismático, o centroavante mostrou suas virtudes. Após passar zerado no ano passado, desandou a fazer gols. Foram 12, o último no domingo, na vitória por 1 a 0 sobre o Corinthians. Só ficou atrás de Everton na artilharia do grupo.
Léo Moura: Segue com prestígio com Renato Gaúcho, mas os 40 anos já cobram um preço. Começou a ser preservado dos jogos fora de casa no segundo semestre para minimizar os riscos de lesão.
Matheus Henrique: Não demorou a ser comparado com Arthur. Também volante, mostra o mesmo volume do hoje jogador do Barcelona, com a intensa movimentação e os passes certeiros.
Luan: Talvez a maior decepção dos gremistas. Não por ter jogado mal, mas por não ter sido tão brilhante quanto na temporada passada, quando acabou coroado como o Rei da América. Ainda acabou fora dos gramados em razão de uma fascite plantar no pé direito.
Em baixa
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Ramiro: Também acometido com incursões ao departamento médico, deixou a desejar. Não conseguiu dar a mesma intensidade ao time como ocorreu em 2017.
André: Trazido para ser o dono do comando do ataque, não agradou. Só fez quatro gols em 29 partidas e virou alternativa a Jael.
Marinho: Contratado como esperança de ser uma alternativa de velocidade, também ficou abaixo. Nem de perto lembrou o futebol apresentado no Vitória em 2016, quando, quase que sozinho, evitou o rebaixamento dos baianos.
Marcelo Oliveira: As atuações inseguras o fizeram, inclusive, ficar atrás na hierarquia de Juninho Capixaba na lateral esquerda. Se trocar definitivamente de posição, pode ser mantido no grupo como zagueiro.
Madson: Jamais deu a resposta esperada. Viu Leonardo passar à frente na hierarquia e acabou 2018 pouco aproveitado.
Kaio: O volante pouco acrescentou nas oportunidades recebidas.
Sob análise
Os jogadores que fazem parte do grupo e que oscilaram no decorrer do ano
Douglas: O meia voltou a jogar, mas sem o mesmo brilho. Nas oportunidades que teve, mostrou falta de ritmo. Disputou 17 partidas, com dois gols. A direção vai analisar a renovação de contrato.
Grêmio
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Comentários
Comentários (4)
Comcordo plenamente com o sait ,e bem isso mesmo por isso o gremio deve buscar jogadores pra ser titulares.
Os que estão em baixa tem que se despedir o Douglas tbm tem que se despedir
Cícero Madson André e Jael podem ir embora
Cícero nao oscilou, ja esta no fim de carreira ou se aposenta ou vai para outro time
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