Grêmio: falta quase tudo mas ainda dá


Fonte: Leila Krüger

Grêmio: falta quase tudo mas ainda dá
O legado de Guerra é terrível no Grêmio: 18 jogadores já saíram, ninguém sentiu falta. O time ainda carece de reforços, mesmo tendo gastado uns 100 milhões de reais em jogadores nos últimos meses, e com a chegada de um treinador prestigiado (mas não tão vencedor).

O Grêmio ainda precisa de muito mais: a falta de forma física e fôlego vem de anos, o time joga em 110V. Justamente aquilo que sempre nos caracterizou, força e raça, sumiu faz um bom tempo.

Enquanto isso, jogadores superfaturados, de leilões de empresários e sem comprometimento pululam no clube. Ninguém quer contratar — só pagando parte dos salários e sem obrigação de compra. Estão bem acomodados aqui Cuéllar, que nunca estreou, Cristaldo, Aravena, André Henrique, Dodi, etc.

RECONSTRUÇÃO: PACIÊNCIA, MAS NEM TANTO

Vamos fazer justiça: a nova direção do Hremio está trabalhando: rescindindo (saiu o caro e identificado com o rival Edenílson) com alguns jogadores e trazendo reforços. A má notícia: ainda faltam, no mínimo, um zagueiro, um lateral-direito e um camisa 10. E ainda falta metade do time não estar acima do peso, conseguirem correr, dar pique, e tervontade de jogar, ou seria coragem?

O Grêmio é amorfo. Dói dizer isso.

Mas vou ter esperança, como sempre insisto: ainda dá, se começar a mudar agora. Significa abrir o bolso. O Grêmio tem crédito, tem a Arena Multiuso UEFA, novos patrocinadores e Naming Rights em negociação.

O Grêmio precisa parar com desculpas e agir: no mercado, dentro e fora de campo.

O “Mister”? Já trocamos de treinador dez vezes ou mais, e pouco muda. Não sei bem o que há com o Grêmio, o Imortal, o verdadeiro clube do povo do Sul, além do que ventilei acima. Mas é grave. É UTI. É hora, repetindo, é hora de mudar. Não tudo, mas muito.

O Grêmio está em reconstrução, após péssimas gestões. Tenhamos um pouco de paciência. Só o que é necessário, para que não se torne leniência, indolência, conformismo.

Quem quiser jogar no Grêmio vai ter de cuidar do físico e ter raça, qualidade e vontade. O Grêmio não vai mais ser a Casa da Mãe Joana, fazendo de boba a torcida mais apaixonada do Brasil.

Atitudes duras são necessárias AGORA. Depois, chorar sobre o “leite derramado”, ainda mais sem a ajuda do apito e do VAR como alguns costumam ter, não adianta.

Salvem o Titanic do Grêmio, antes que bata no iceberg de sua própria incompetência, soberba e inépcia. O Clube de Todos é uma marca mundial e forte, o time precisa corresponder. A torcida já faz sua parte, e tem de ser ouvida. O Grêmio é sua torcida.




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16/2/2026