Duas semanas antes do fim da temporada, o Grêmio alcançou o grande objetivo do ano e retornou à elite do futebol brasileiro. Passado o trabalho dentro de campo, ainda que haja dois jogos a cumprir na Série B, o clube terá aspectos a decidir desde já fora das quatro linhas que impactam no planejamento para 2023.
Em 12 de novembro, o Grêmio elege o novo presidente para um mandato de três anos. Alberto Guerra e Odorico Roman são os candidatos e já acenaram com o mesmo interesse: manter Renato Portaluppi no comando da equipe. São 18 dias para a definição da nova diretoria, que será o gatilho para novas mudanças.
Mais do que um novo mandatário, o clube terá a missão de reformular seu departamento de futebol e adicionar mais expertise ao setor, pelo fim do "amadorismo", como Renato referiu-se logo após a vitória sobre o Náutico que sacramentou o acesso gremista.
O próximo presidente tem trabalho. Não é nesses últimos dois meses com a minha chegada que estamos vendo certos erros. O Grêmio não caiu para a segunda divisão à toa. Quem entende de futebol sabe onde estão os erros.
— Renato Portaluppi
O treinador já havia afirmado anteriormente em entrevista coletiva ter sido procurado pelos dois candidatos e também comentou que deseja pessoas competentes ao seu lado para conversar sobre futebol. Um dos erros a serem reparados pela próxima gestão.
Outra reestruturação diz respeito ao próprio campo. No total, nove jogadores têm contrato por encerrar no fim deste ano. Cinco deles com vínculo atual em definitivo com o clube: Edilson, Léo Gomes, Kannemann, Diego Souza e Elkeson. As situações devem ser conduzidas assim que o novo presidente tomar posse.
Por outro lado, quatro atletas têm empréstimo por encerrar. Destes, Rodrigo Ferreira e Janderson não devem permanecer. Já Nicolas e Biel, titulares em boa parte da temporada, precisam ser contratados junto a Athletico-PR e Fluminense, respectivamente.
Durante a temporada, o elenco gremista foi muito criticado e esteve longe de brigar pelo título da Série B com o Cruzeiro. Por isso, além de mudanças em diretoria e estrutura do futebol, o Grêmio tem como missão analisar o grupo e decidir quem permanecerá para 2023.
Nomes como Thiago Santos, Lucas Silva e Diogo Barbosa podem sair, apesar de vínculo vigente. Além disso, para permanecer, o técnico Renato Portaluppi apontou a necessidade de reforçar o elenco para brigar por algo além de apenas se manter na elite.
— Temos um encerramento de ciclo muito forte efetivamente. Recomeça com nova visão todo processo de reconstrução de um elenco, de uma proposta de futebol muito semelhante a que tivemos em 2015 — relembrou Romildo Bolzan Júnior, presidente em fim de mandato no clube.
— Tivemos muito sucesso, construímos uma estrutura na base extremamente importante, talvez a melhor do país. Criamos uma condição de vários títulos e disputantes, até o fim do ano passado disputávamos uma final de Copa do Brasil. Ou seja, foi um projeto vencedor — acrescentou o dirigente.
O novo ano terá consequência positiva no ponto de vista financeiro do Grêmio. Desde cotas de direitos de transmissão aumentados, perspectiva de melhora no quadro social e venda de produtos e patrocínios, o clube estima o incremento de até R$ 100 milhões nos cofres.
Em menos de três semanas, o calendário de jogos da equipe termina e a nova presidência já terá sido escolhida. A partir daí, os rumos do Grêmio para o futuro próximo deverão começar a ser definidos, com a certeza de muito trabalho a ser feito logo de cara.
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Em 12 de novembro, o Grêmio elege o novo presidente para um mandato de três anos. Alberto Guerra e Odorico Roman são os candidatos e já acenaram com o mesmo interesse: manter Renato Portaluppi no comando da equipe. São 18 dias para a definição da nova diretoria, que será o gatilho para novas mudanças.
Mais do que um novo mandatário, o clube terá a missão de reformular seu departamento de futebol e adicionar mais expertise ao setor, pelo fim do "amadorismo", como Renato referiu-se logo após a vitória sobre o Náutico que sacramentou o acesso gremista.
O próximo presidente tem trabalho. Não é nesses últimos dois meses com a minha chegada que estamos vendo certos erros. O Grêmio não caiu para a segunda divisão à toa. Quem entende de futebol sabe onde estão os erros.
— Renato Portaluppi
O treinador já havia afirmado anteriormente em entrevista coletiva ter sido procurado pelos dois candidatos e também comentou que deseja pessoas competentes ao seu lado para conversar sobre futebol. Um dos erros a serem reparados pela próxima gestão.
Outra reestruturação diz respeito ao próprio campo. No total, nove jogadores têm contrato por encerrar no fim deste ano. Cinco deles com vínculo atual em definitivo com o clube: Edilson, Léo Gomes, Kannemann, Diego Souza e Elkeson. As situações devem ser conduzidas assim que o novo presidente tomar posse.
Por outro lado, quatro atletas têm empréstimo por encerrar. Destes, Rodrigo Ferreira e Janderson não devem permanecer. Já Nicolas e Biel, titulares em boa parte da temporada, precisam ser contratados junto a Athletico-PR e Fluminense, respectivamente.
Durante a temporada, o elenco gremista foi muito criticado e esteve longe de brigar pelo título da Série B com o Cruzeiro. Por isso, além de mudanças em diretoria e estrutura do futebol, o Grêmio tem como missão analisar o grupo e decidir quem permanecerá para 2023.
Nomes como Thiago Santos, Lucas Silva e Diogo Barbosa podem sair, apesar de vínculo vigente. Além disso, para permanecer, o técnico Renato Portaluppi apontou a necessidade de reforçar o elenco para brigar por algo além de apenas se manter na elite.
— Temos um encerramento de ciclo muito forte efetivamente. Recomeça com nova visão todo processo de reconstrução de um elenco, de uma proposta de futebol muito semelhante a que tivemos em 2015 — relembrou Romildo Bolzan Júnior, presidente em fim de mandato no clube.
— Tivemos muito sucesso, construímos uma estrutura na base extremamente importante, talvez a melhor do país. Criamos uma condição de vários títulos e disputantes, até o fim do ano passado disputávamos uma final de Copa do Brasil. Ou seja, foi um projeto vencedor — acrescentou o dirigente.
O novo ano terá consequência positiva no ponto de vista financeiro do Grêmio. Desde cotas de direitos de transmissão aumentados, perspectiva de melhora no quadro social e venda de produtos e patrocínios, o clube estima o incremento de até R$ 100 milhões nos cofres.
Em menos de três semanas, o calendário de jogos da equipe termina e a nova presidência já terá sido escolhida. A partir daí, os rumos do Grêmio para o futuro próximo deverão começar a ser definidos, com a certeza de muito trabalho a ser feito logo de cara.
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Comentários
Comentários (1)
Queremos Renato Portaluppi pra ano que vem
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