O presidente Alberto Guerra afirmou, em entrevista a GZH, que Odorico Roman assumirá o Grêmio no dia 8 enfrentando um caixa praticamente vazio. Apesar disso, garante que deixará sobre a mesa operações já encaminhadas que podem render cerca de R$ 100 milhões ao clube — incluindo receitas da Arena, Libra e fundos ligados ao futebol. Segundo o dirigente, nenhum desses valores depende da venda de atletas, o que poderia gerar ainda mais fôlego financeiro caso aconteça.
Guerra confirmou também que o contrato de Edenilson foi renovado há bastante tempo, antes das eleições. O presidente reforçou que o meio-campista aceitou reduzir salário para jogar pelo Grêmio e é bem avaliado internamente, tanto pelo custo-benefício quanto pelo convívio no vestiário. Para ele, o clube não enfrentará dificuldades caso a nova gestão deseje repassá-lo.
O dirigente voltou a comentar o conflito com a antiga gestora da Arena, defendendo que, apesar da tensão, a postura adotada foi fundamental para abrir caminho à participação de Marcelo na compra do estádio. Guerra destacou que a movimentação jurídica e política da diretoria foi determinante para que as negociações avançassem ao desfecho atual.
No futebol, o presidente avaliou que o elenco está praticamente pronto para 2026 e que eventuais mudanças devem ser pontuais. Ele afirmou que, com jogadores recuperados de lesão, a equipe tem condições de ser bastante competitiva.
Ao analisar pontos negativos da própria gestão, Guerra apontou a comunicação como o principal fracasso. Disse que já sabia da necessidade de modernizar o setor, mas que o foco no futebol consumiu energia e impediu avanços. Ele ainda criticou o ambiente atual de influencers e jornalistas identificados, afirmando que o clube não se beneficia desse modelo e que a lógica de engajamento favorece mais o barulho do que a informação.
O presidente encerrou retomando o antigo projeto da “cidade do Grêmio”, que unificaria base, profissional e administração em um único complexo. Segundo ele, houve conversas com a prefeitura sobre a possibilidade de usar parte do CT do Cristal e expandir a estrutura ao lado da Arena — iniciativa que considera estratégica para o futuro tricolor.
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O dirigente voltou a comentar o conflito com a antiga gestora da Arena, defendendo que, apesar da tensão, a postura adotada foi fundamental para abrir caminho à participação de Marcelo na compra do estádio. Guerra destacou que a movimentação jurídica e política da diretoria foi determinante para que as negociações avançassem ao desfecho atual.
No futebol, o presidente avaliou que o elenco está praticamente pronto para 2026 e que eventuais mudanças devem ser pontuais. Ele afirmou que, com jogadores recuperados de lesão, a equipe tem condições de ser bastante competitiva.
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