Nigéria derrotou o Brasil e avançou para a semifinal
A seleção brasileira decepcionou e não conseguiu avançar às semifinais do Mundial Sub-17. Neste domingo, em Viña Del Mar, no Chile, a equipe canarinha enfrentou a Nigéria pelas quartas de final e não passou pela atual campeã, que venceu por 3 a 0, sem grandes dificuldades, e chegou à próxima fase do torneio.
O duelo marcou o encontro dos dois maiores campeões: o Brasil conquistou o título em três ocasiões (1997, 1999 e 2003), enquanto a Nigéria levantou o caneco quatro vezes (1985, 1993, 2007 e 2013). O time verde-amarelo foi superior no início e criou boas chances, mas não conseguiu aproveitá-las.
A Nigéria, então, usou um momento de desatenção canarinha para marcar três gols - Osimhen, Michael e Anumudu - em pouco mais de quatro minutos e, praticamente, liquidar a partida logo no primeiro tempo. Com isso, o jogo perdeu intensidade na segunda etapa, e as boas oportunidades pouco apareceram.
O jogo
O Brasil levou perigo com apenas quatro minutos de bola rolando. Adrey fez cruzamento rasteiro do lado direito, Luís Henrique furou, e Evander apareceu dentro da área para chutar carimbando a zaga.
O atacante teve nova chance aos seis, em finalização bem defendida por Udoh. Na sequência, Zé Marcos cabeceou para fora após cobrança de escanteio da esquerda. Com 11 jogados, Leandro roubou bola e cruzou rasteiro. Evander surgiu novamente desmarcado, mas mandou por cima da meta.
A Nigéria respondeu com 16 minutos marcados no relógio. Em cruzamento feito pelo lado direito, Zakari apareceu na segunda trave, conseguiu subir mais alto que Dodô e cabeceou para baixo. A bola quicou e acabou passando sobre o gol.
Os africanos abriram o placar com 28 jogados. Lazarus acelerou pela direita e cruzou para Osimhen, que, livre, cabeceou bem. A bola ainda sofreu desvio em Eder Miltão e parou no fundo da meta.
A equipe africana ampliou aos 30. Osimhen recebeu passe na área e ajeitou para Michael finalizar de primeira. O arqueiro Juliano ficou parado, assistindo à bola entrar no gol.
Após os dois vacilos brasileiros consecutivos, que resultaram nos tentos, a seleção esboçou uma resposta aos 34. Em jogada ensaiada, Evander cobrou escanteio curto, recebeu a bola de volta e bateu direto, mas por cima da baliza.
Os adversários não perdoaram e marcaram o terceiro no mesmo minuto. Anumudu arriscou de longa distância, pela esquerda, com chute rasteiro. Juliano falhou e deixou a bola passar.
A Nigéria criou outra boa chance aos 40. Chukwueze recebeu passe dentro da área e finalizou de canhota para o goleiro brasileiro fazer boa defesa. O artilheiro ficou com o rebote, porém mandou para fora.
A partida ficou menos interessante no segundo tempo, e a equipe africana ameaçou somente com 30 jogados. Livre na área, Bamboye chutou de pé esquerdo, mas Miltão apareceu para fazer o corte. O Brasil levou perigo aos 36 minutos. Geovane dominou no meio, limpou a jogada e finalizou tirando tinta da trave esquerda.
Nos acréscimos, Osimhen invadiu a área pela direita e bateu cruzado para Juliano defender com o pé e dar o rebote, mas Okwonkwo não conseguiu aproveitar. Logo depois, Evander cobrou falta no ângulo esquerdo e carimbou a trave, desperdiçando a última boa chance da partida.
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O duelo marcou o encontro dos dois maiores campeões: o Brasil conquistou o título em três ocasiões (1997, 1999 e 2003), enquanto a Nigéria levantou o caneco quatro vezes (1985, 1993, 2007 e 2013). O time verde-amarelo foi superior no início e criou boas chances, mas não conseguiu aproveitá-las.
A Nigéria, então, usou um momento de desatenção canarinha para marcar três gols - Osimhen, Michael e Anumudu - em pouco mais de quatro minutos e, praticamente, liquidar a partida logo no primeiro tempo. Com isso, o jogo perdeu intensidade na segunda etapa, e as boas oportunidades pouco apareceram.
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O Brasil levou perigo com apenas quatro minutos de bola rolando. Adrey fez cruzamento rasteiro do lado direito, Luís Henrique furou, e Evander apareceu dentro da área para chutar carimbando a zaga.
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A Nigéria respondeu com 16 minutos marcados no relógio. Em cruzamento feito pelo lado direito, Zakari apareceu na segunda trave, conseguiu subir mais alto que Dodô e cabeceou para baixo. A bola quicou e acabou passando sobre o gol.
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Após os dois vacilos brasileiros consecutivos, que resultaram nos tentos, a seleção esboçou uma resposta aos 34. Em jogada ensaiada, Evander cobrou escanteio curto, recebeu a bola de volta e bateu direto, mas por cima da baliza.
Os adversários não perdoaram e marcaram o terceiro no mesmo minuto. Anumudu arriscou de longa distância, pela esquerda, com chute rasteiro. Juliano falhou e deixou a bola passar.
A Nigéria criou outra boa chance aos 40. Chukwueze recebeu passe dentro da área e finalizou de canhota para o goleiro brasileiro fazer boa defesa. O artilheiro ficou com o rebote, porém mandou para fora.
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Nos acréscimos, Osimhen invadiu a área pela direita e bateu cruzado para Juliano defender com o pé e dar o rebote, mas Okwonkwo não conseguiu aproveitar. Logo depois, Evander cobrou falta no ângulo esquerdo e carimbou a trave, desperdiçando a última boa chance da partida.
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