O Brasil já conhece um de seus cinco representantes que terá na Libertadores de 2016, o Corinthians. Mas a briga pelas outras quatro vagas ganhou um componente a mais. O G-4 do Brasileirão pode virar G-5, caso o campeão da Copa do Brasil termine entre os quatro melhores da outra competição nacional. E o cenário é favorável para que isso aconteça e dá esperanças para São Paulo e Fluminense, eliminados nesta quarta-feira, alcançarem o torneio continental.
Palmeiras e Santos, finalistas da Copa do Brasil, brigam por um lugar na zona de classificação para a Libertadores no Campeonato Brasileiro. Atualmente, o Verdão é o oitavo colocado, com 48 pontos, dois a menos que o Peixe, quarto na tabela. Caso as posições se mantenham até o fim, e o Alvinegro seja vencedor na Copa do Brasil, o São Paulo, que hoje é o quinto do Brasileirão e foi eliminado pela equipe santista nas semifinais, se classificaria para a Libertadores. O Fluminense precisa correr mais caso queira se aproveitar. Atualmente é o 13º no Brasileiro, com 40 pontos.
O Brasil tem direito a cinco vagas no maior torneio entre clubes da América. Seriam seis se o atual campeão fosse brasileiro, mas, pelo segundo ano seguido, não é o caso – o River Plate venceu em 2015. O campeão, o vice e o terceiro colocado do Brasileirão, e o ganhador da Copa do Brasil garantem vaga na fase de grupos. O quarto da Série A entra na fase prévia da competição. Caso o campeão da Copa do Brasil esteja no G-4, o quinto do Brasileirão ficaria com a vaga na chamada pré-Libertadores.

Brasileiros caíram na Sul-Americana e eliminaram chance de G-3 no Brasileiro: Chapecoense não passou pelo River Plate, e Atlético-PR perdeu para o Sportivo Luqueño (Foto: EFE)
Ao melhor colocado do Campeonato Brasileiro que não for à competição continental também há um prêmio de consolação. O quinto – ou sexto, caso haja um G-5 – terá vaga garantida nas oitavas de final da Copa do Brasil do ano que vem, ao lado dos cinco representantes brasileiros da Libertadores. Em 2015, o Fluminense, sexto no Brasileirão de 2014, teve tal benefício. A possibilidade de haver um G-3 foi descartada com as eliminações de Atlético-PR e Chapecoense na Copa Sul-Americana. Isso só ocorreria se um dos dois times fosse campeão e, assim como o ganhador da Copa do Brasil, não terminasse entre os quatro melhores do Brasileirão.
Os vices da Copa do Brasil e da Sul-Americana não têm direito à vaga na Libertadores. O campeão Sul-Americana só tem direito a um lugar na fase prévia. Caso o River Plate, que já tem lugar na principal competição do continente do ano que vem, seja campeão da Sul-Americana, a vaga do torneio fica com o segundo melhor argentino em tal competição. Huracán, que está nas semifinais, e Independiente, que joga com o Santa Fé nesta quinta pelas quartas de final, podem se beneficiar, caso não sejam eles mesmos os campeões.
Na era dos pontos corridos, houve G-5 no Brasileirão em cinco oportunidades. Em 2003, o campeão Cruzeiro também levou a Copa do Brasil. Em 2006, o Inter foi campeão da Libertadores e vice na Série A. Em 2007, o Fluminense, campeão da Copa do Brasil, ficou em quarto no Brasileiro. Em 2011, o Vasco, também campeão da Copa do Brasil, foi vice-campeão brasileiro. No ano passado, a história se repetiu com o Atlético-MG: campeão na Copa do Brasil e quinto colocado Brasileirão.
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Palmeiras e Santos, finalistas da Copa do Brasil, brigam por um lugar na zona de classificação para a Libertadores no Campeonato Brasileiro. Atualmente, o Verdão é o oitavo colocado, com 48 pontos, dois a menos que o Peixe, quarto na tabela. Caso as posições se mantenham até o fim, e o Alvinegro seja vencedor na Copa do Brasil, o São Paulo, que hoje é o quinto do Brasileirão e foi eliminado pela equipe santista nas semifinais, se classificaria para a Libertadores. O Fluminense precisa correr mais caso queira se aproveitar. Atualmente é o 13º no Brasileiro, com 40 pontos.
O Brasil tem direito a cinco vagas no maior torneio entre clubes da América. Seriam seis se o atual campeão fosse brasileiro, mas, pelo segundo ano seguido, não é o caso – o River Plate venceu em 2015. O campeão, o vice e o terceiro colocado do Brasileirão, e o ganhador da Copa do Brasil garantem vaga na fase de grupos. O quarto da Série A entra na fase prévia da competição. Caso o campeão da Copa do Brasil esteja no G-4, o quinto do Brasileirão ficaria com a vaga na chamada pré-Libertadores.

Brasileiros caíram na Sul-Americana e eliminaram chance de G-3 no Brasileiro: Chapecoense não passou pelo River Plate, e Atlético-PR perdeu para o Sportivo Luqueño (Foto: EFE)
Ao melhor colocado do Campeonato Brasileiro que não for à competição continental também há um prêmio de consolação. O quinto – ou sexto, caso haja um G-5 – terá vaga garantida nas oitavas de final da Copa do Brasil do ano que vem, ao lado dos cinco representantes brasileiros da Libertadores. Em 2015, o Fluminense, sexto no Brasileirão de 2014, teve tal benefício. A possibilidade de haver um G-3 foi descartada com as eliminações de Atlético-PR e Chapecoense na Copa Sul-Americana. Isso só ocorreria se um dos dois times fosse campeão e, assim como o ganhador da Copa do Brasil, não terminasse entre os quatro melhores do Brasileirão.
Os vices da Copa do Brasil e da Sul-Americana não têm direito à vaga na Libertadores. O campeão Sul-Americana só tem direito a um lugar na fase prévia. Caso o River Plate, que já tem lugar na principal competição do continente do ano que vem, seja campeão da Sul-Americana, a vaga do torneio fica com o segundo melhor argentino em tal competição. Huracán, que está nas semifinais, e Independiente, que joga com o Santa Fé nesta quinta pelas quartas de final, podem se beneficiar, caso não sejam eles mesmos os campeões.
Na era dos pontos corridos, houve G-5 no Brasileirão em cinco oportunidades. Em 2003, o campeão Cruzeiro também levou a Copa do Brasil. Em 2006, o Inter foi campeão da Libertadores e vice na Série A. Em 2007, o Fluminense, campeão da Copa do Brasil, ficou em quarto no Brasileiro. Em 2011, o Vasco, também campeão da Copa do Brasil, foi vice-campeão brasileiro. No ano passado, a história se repetiu com o Atlético-MG: campeão na Copa do Brasil e quinto colocado Brasileirão.
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