Roger Flores participou de apenas cinco jogos pelo Grêmio Campeão do Campeonato Brasileiro de 2005 com o Corinthians, o meio-campista Roger Flores, que na época defendia o Flamengo, foi contratado pelo Grêmio em 2008 para ser o articulador do técnico Vagner Mancini. Destaque no Campeonato Gaúcho, o atual comentarista dos canais Sportv, do Grupo Globo, foi eleito o melhor meia da competição. Com grandes atuações, Roger rapidamente conquistou o carinho e a admiração da torcida gremista. Na mira do Grêmio, Marlon brinca sobre mercado da bola: “já fui vendido para uns 3 times” Qual foi a temporada com maior número de estrangeiros em campo pelo Grêmio? Se no Flamengo, em 2007, teve um desempenho abaixo das expectativas, no Grêmio se tornou o principal jogador do time. Em apenas cinco meses em Porto Alegre, participou de 20 partidas, marcou 10 gols e liderou a equipe durante grande parte do Campeonato Brasileiro, chegando a abrir 10 pontos de vantagem na liderança. Foi então que Roger recebeu uma proposta irrecusável do Qatar SC, segundo ele. "Apareceu uma proposta do Catar. Fui até o presidente do Grêmio, Paulo Odone na época, e disse: ‘Olha, tenho essa proposta aqui.’ Ele me perguntou: ‘E aí?’ E eu respondi: ‘E aí que eu não quero ir, mas gostaria de fazer um acordo com você. Faltam menos de seis meses para o meu contrato acabar, e quero renovar por mais quatro anos. Não quero aumento, mas gostaria que o Grêmio assumisse o meu contrato completo. A gente rasga o contrato que tenho com o Corinthians e faz um novo com o Grêmio por quatro anos.’ O presidente respondeu: ‘Não posso fazer isso agora.’ O Grêmio estava confortável pagando apenas uma parte do meu salário (a outra parte era paga pelo Corinthians), mas ele alegou que faria um novo contrato comigo ao fim da temporada, dizendo: ‘Roger, dou minha palavra que em dezembro renovamos.’ Então, eu disse que não iria esperar, porque se outra lesão grave acontecesse, eles não iriam renovar. Falei: ‘Ou é agora, ou eu vou embora.’ Ele disse: ‘Então vai embora.’ E eu respondi: ‘Tá bom.’ Fui para casa, peguei meu talão de cheques e escrevi o valor de 150 mil reais (referente à multa rescisória para ambas as partes). No dia seguinte, cheguei ao clube, entreguei o cheque e fui embora. Foi triste, porque eu não queria deixar o Grêmio. Eu realmente não queria. Tinha criado uma identidade tão forte com o clube, com a torcida e com a cidade, estava apaixonado por tudo, mas não podia arriscar a minha carreira por uma lesão grave no joelho que tinha acabado de acontecer", revelou em entrevista.
"Apareceu uma proposta do Catar. Fui até o presidente do Grêmio, Paulo Odone na época, e disse: ‘Olha, tenho essa proposta aqui.’ Ele me perguntou: ‘E aí?’ E eu respondi: ‘E aí que eu não quero ir, mas gostaria de fazer um acordo com você. Faltam menos de seis meses para o meu contrato acabar, e quero renovar por mais quatro anos. Não quero aumento, mas gostaria que o Grêmio assumisse o meu contrato completo. A gente rasga o contrato que tenho com o Corinthians e faz um novo com o Grêmio por quatro anos.’ O presidente respondeu: ‘Não posso fazer isso agora.’ O Grêmio estava confortável pagando apenas uma parte do meu salário (a outra parte era paga pelo Corinthians), mas ele alegou que faria um novo contrato comigo ao fim da temporada, dizendo: ‘Roger, dou minha palavra que em dezembro renovamos.’ Então, eu disse que não iria esperar, porque se outra lesão grave acontecesse, eles não iriam renovar. Falei: ‘Ou é agora, ou eu vou embora.’ Ele disse: ‘Então vai embora.’ E eu respondi: ‘Tá bom.’ Fui para casa, peguei meu talão de cheques e escrevi o valor de 150 mil reais (referente à multa rescisória para ambas as partes). No dia seguinte, cheguei ao clube, entreguei o cheque e fui embora. Foi triste, porque eu não queria deixar o Grêmio. Eu realmente não queria. Tinha criado uma identidade tão forte com o clube, com a torcida e com a cidade, estava apaixonado por tudo, mas não podia arriscar a minha carreira por uma lesão grave no joelho que tinha acabado de acontecer", revelou em entrevista.
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