REPRODUÇÃO
Imagem de Lionel Messi tirada do jogo do Fifa 15
Depois da polêmica do ano passado, a EA Sports mudou a estratégia e vai poder contar com clubes brasileiros na próxima edição do Fifa, do ano que vem. A empresa já acertou com alguns times e corre para ter assinatura de outros nos próximos dias. Flamengo e Corinthians, no entanto, ainda são dúvidas para a temporada do game de 2016.
Em julho de 2014, o gerente de negociações da EA Sports, Jonathan Harris, afirmou que a falta de um sindicato fez com que os brasileiros fossem excluídos do jogo, já que a produtora não tinha uma associação para negociar com jogadores e assim correria o risco de sofrer ações judiciais.
A reportagem apurou que o imbróglio com a responsável pelo console ocorreu por causa de um advogado que descobriu uma brecha nos acordos. O especialista entrou em contato com alguns atletas e ingressou com processos, mas perdeu todas as ações até então, conforme verificou o ESPN.com.br. Mesmo assim, a produtora achou melhor não abrir espaço para reclamações.
Para superar essa dificuldade, a EA Sports tomou uma atitude simples: voltou a conversar com os clubes e pediu que fossem eles os responsáveis por juntar os documentos de liberação dos direitos de seus respectivos elencos, evitando assim a abertura de processos.
"Para superar o problema que houve no ano passado, agora os clubes são os responsáveis por pegar as assinaturas dos jogadores, toda a documentação, para liberar no jogo", explicou o gerente de marketing do Vasco, Bernardo Pontes.
De acordo com apuração da reportagem, além do time cruz-maltino, o Fifa 16 já conta com boa parte dos clubes da Série A, como Atlético-MG, Santos, Internacional, entre outros. Apesar de não terem entrado nesta edição, muitos ainda tinham seus contratos válidos por mais alguns anos, com duração até 2017 e 2018.
Flamengo e Corinthians, porém, ainda negociam se vão ou não fazer parte da próxima temporada. Ambos estão analisando as propostas da EA Sports e devem tomar uma decisão nos próximos dias. A impressão da empresa é de que está difícil de fechar com os dois e de que há chances de que eles fiquem fora por falta de acordo comercial - nenhuma relação com o direito dos jogadores.
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Em julho de 2014, o gerente de negociações da EA Sports, Jonathan Harris, afirmou que a falta de um sindicato fez com que os brasileiros fossem excluídos do jogo, já que a produtora não tinha uma associação para negociar com jogadores e assim correria o risco de sofrer ações judiciais.
A reportagem apurou que o imbróglio com a responsável pelo console ocorreu por causa de um advogado que descobriu uma brecha nos acordos. O especialista entrou em contato com alguns atletas e ingressou com processos, mas perdeu todas as ações até então, conforme verificou o ESPN.com.br. Mesmo assim, a produtora achou melhor não abrir espaço para reclamações.
Para superar essa dificuldade, a EA Sports tomou uma atitude simples: voltou a conversar com os clubes e pediu que fossem eles os responsáveis por juntar os documentos de liberação dos direitos de seus respectivos elencos, evitando assim a abertura de processos.
"Para superar o problema que houve no ano passado, agora os clubes são os responsáveis por pegar as assinaturas dos jogadores, toda a documentação, para liberar no jogo", explicou o gerente de marketing do Vasco, Bernardo Pontes.
De acordo com apuração da reportagem, além do time cruz-maltino, o Fifa 16 já conta com boa parte dos clubes da Série A, como Atlético-MG, Santos, Internacional, entre outros. Apesar de não terem entrado nesta edição, muitos ainda tinham seus contratos válidos por mais alguns anos, com duração até 2017 e 2018.
Flamengo e Corinthians, porém, ainda negociam se vão ou não fazer parte da próxima temporada. Ambos estão analisando as propostas da EA Sports e devem tomar uma decisão nos próximos dias. A impressão da empresa é de que está difícil de fechar com os dois e de que há chances de que eles fiquem fora por falta de acordo comercial - nenhuma relação com o direito dos jogadores.
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