Apesar do mercado em baixa, venda de Everton pode ser uma das maiores da história do Grêmio; compare

Napoli sinaliza com proposta de 25 milhões de euros, 6 milhões a menos que a ida de Arthur para o Barcelona em 2018


Fonte: Globoesporte.com

Foto: Lucas Uebel / Grêmio FBPA
Enquanto negociações mundo afora quase inexistem devido à crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus, a saída de Everton do Grêmio se apresenta a cada dia mais iminente. E a venda do Cebolinha pode se tornar a segunda maior da história tricolor.



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Conforme apurado pelo GloboEsporte.com, mas ainda negado pela direção, o Napoli fez uma proposta de 25 milhões de euros pelo atacante (R$ 156,25 milhões). Caso concretizada, a transferência ao futebol italiano só ficaria atrás da ida de Arthur para o Barcelona em valores totais, pelas cotações das épocas em que aconteceram.

Em 2018, o Grêmio acertou a venda do meio-campista ao time catalão por 31 milhões de euros, pouco mais de R$ 120 milhões no período. Hoje, estaria na casa dos R$ 188 milhões. Entre bonificações por metas atingidas pelo volante, o clube já recebeu incremento de mais 2 milhões de euros.

Maiores vendas do Grêmio

Arthur > Barcelona (2018) - 31 milhões de euros* (R$ 188 milhões na cotação atual);

Pedro Rocha > Spartak Moscou (2017) - 12 milhões de euros (R$ 73 milhões na cotação atual);

Tetê > Shakhtar Donetsk (2019) - 10 milhões de euros (R$ 60 milhões na cotação atual);

Mário Fernandes > CSKA Moscou (2012) - 15 milhões de euros (R$ 91 milhões na cotação atual);

Walace > Hamburgo (2017) - 10 milhões de euros (R$ 60 milhões na cotação atual).

* O valor total pode chegar a 40 milhões de euros, a depender de gatilhos acionados em contrato a partir de metas alcançadas

Entretanto, o presidente Romildo Bolzan Júnior já avisou que recusaria a oferta do Napoli por Everton. O clube gostaria de receber algo em torno de 40 milhões de euros pelo atacante (R$ 243 milhões).

Até porque o Tricolor detém 50% dos direitos econômicos. O restante é dividido entre o empresário Gilmar Veloz (30%), o investidor Celso Rigo (10%) e o Fortaleza (10%).

O contrato do Cebolinha com o Grêmio, renovado recentemente, vai até o final de 2023. A multa rescisória para o exterior é de 120 milhões de euros, mais de R$ 750 milhões.

Indefinição na Europa atrapalha avanço

O que separa o futuro de Everton é justamente a definição do calendário europeu. Entre os principais mercados, somente a Alemanha já retomou as partidas durante a pandemia. Inclusive o Borussia Dortmund é outra equipe que acompanha os passos do Cebolinha de perto.

O Everton, da Inglaterra, também já demonstrou interesse na contratação do atleta, com direito a ligação telefônica do técnico Carlo Ancelotti para seduzi-lo. A Premier League e o Campeonato Italiano têm previsão de retomada para a segunda quinzena de junho.

A abertura da janela de transferências na Europa também é um impeditivo para que o possível negócio seja concretizado. Sem a finalização da temporada 2019/2020 em vista, já que muitas competições estão em processo de definição, não é possível firmar o período para destravar o mercado.



Projeções dão conta de que a virada na Europa para 2020/2021 pode ocorrer até mesmo em setembro. Ou seja, daqui a quatro meses. A novela Cebolinha ainda está longe do fim.


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