Beijo na taça de Geromel e Kannemann é a marca dos títulos do Grêmio

Defesa do Grêmio foi base para conquista do Gauchão sobre o Inter


Fonte: correo do povo

Uma dupla de muito sucesso. Assim pode ser definida a parceria entre Pedro Geromel e Walter Kannemann na zaga do Grêmio. Enquanto o status de ídolo da torcida geralmente fica com os jogadores do setor ofensivo, o Tricolor gaúcho tem em seus defensores grandes referências.



Na história, já teve Rivarola, Baidek, De León e Ancheta. Agora, é a vez do camisa 3, magrinho, sem muita pinta de craque, que encanta pela técnica e precisão, e do companheiro, mais combativo, que traz a raça argentina e atua como o “xerifão” na retaguarda. Uma espécie de Yin-Yang do futebol. Juntos, estiveram nas mais recentes conquistas do clube e, ao lado de cada taça levantada, protagonizaram um cena que virou tradição: beijar o troféu.



Na noite de quarta-feira, a cena se repetiu. Durante a volta olímpica para comemorar o Campeonato Gaúcho sobre o arquirrival Inter nos pênaltis, eles ergueram o caneco e repetiram a cena. Não bastasse o título de forma invicta, um feito que o time não repetia desde 1965, os celestes termiram como melhor defesa e ataque da competição.

Desde que Kannemann chegou ao Tricolor, em 2016, o miolo da zaga se tornou a base para as recentes conquistas do time de Renato Portaluppi, desde Copa do Brasil, passando pela Libertadores e pela Recopa e culminando na hegemonia estadual dos últimos dois anos. Além disso, quando atuam juntos, Geromel e Kannemann seguem invictos em Gre-Nais. Com os dois zagueiros titulares, o Grêmio enfrentou o Inter em sete oportunidades desde 2016 e nunca perdeu. O Tricolor sofreu apenas três gols.

A tradição de beijar a taça começou na Copa do Brasil, o primeiro título do Grêmio sob o comando de Renato Portaluppi. No jogo de ida da final, contra o Atlético-MG, em Belo Horizonte, o Tricolor havia vencido por 3 a 1, com dois de Pedro Rocha e um de Evrton, aos 45 do segundo tempo. No tento de Cebolinha, foi justamente Geromel quem deu o passe: arrancou pela direita após receber de Jaílson, ainda no campo de defesa. Na decisão em casa, 1 a 1. Bolaños marcou 43 da etapa final e Cazares tudo igual já nos acréscimos. Ao apito final, foi só erguer o troféu e dar início ao momento que se repetiria a cada nova conquista.




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