E se o Brasileirão fosse a Copa do Mundo?

Por Filipe Duarte


Fonte: Final

Com base no futebol de raça e tradição, Grêmio e Uruguai querem ir longe nas competições

Inspirado no clima de Copa do Mundo e principalmente no amistoso entre Itália e Fluminense, neste domingo, me peguei pensando: e se os times do Brasileirão estivessem no Mundial, qual país seriam? Quais semelhanças existem entre os clubes e as seleções que chegam para jogar no Brasil? É uma brincadeira, mas vale se deixar levar.

Cruzeiro – Espanha: É o atual campeão! Com o mesmo futebol envolvente, treinador e jogadores, tentará repetir o feito.

Fluminense – Itália: Com um atacante controverso (Walter/Balotelli), time tenta reconquistar seu espaço e respeito junto aos adversários. Na última participação, protagonizou um fiasco.

Corinthians – Brasil: A aposta é na volta de um treinador que conhece bem a ‘casa’. Vai tentar reconquistar a hegemonia perdida há bem pouco tempo. Tem torcida a seu favor, mas se os resultados não vierem, pode se voltar contra o time.

São Paulo – Inglaterra: Tem jogadores de renome, alguns já envelhecidos. Agora, eles estarão mesclados a novas revelações. A dúvida é saber até onde podem chegar.

Inter – Alemanha: Todo campeonato está sempre entre os favoritos. Porém, há tempos não vence o campeonato. Ninguém consegue explicar o porquê. Chega com a mesma base da última disputa, mas com jogadores mais experientes.

Grêmio – Uruguai: Não espere por um futebol bonito! A aposta é na mesma garra e entrega que o levaram a ficar entre os melhores da última vez. Tentará evocar a tradição e a ‘camisa’ quando as coisas parecerem impossíveis de se reverter.

Goiás – Holanda: Já bateu na trave algumas vezes. Vai em busca do título inédito, mas não chega com tanto crédito quanto da última vez, quando surpreendeu muita gente.

Atlético-MG – Argentina: Seu camisa 10 já foi o melhor do mundo (Ronaldinho/Messi). Vai ter que provar de novo que pode guiar seus colegas a um novo título.

Sport – Bélgica: Com alguns jovens jogadores, promete incomodar os grandes. Pode chegar longe se comer pelas beiradas.

Santos – França: Seus últimos títulos giraram em torno de um jogador-ícone (Neymar/Zidane). Desde que ele deixou o time, as coisas não foram tão bem assim. A pergunta é: será que conseguirá ressurgir sem ele?

Palmeiras – Colômbia: Lembra deles? Pois é, estão de volta! E apostam em um treinador argentino desta vez (Gareca/Pekerman). Acontece que o artilheiro os deixou recentemente e o fator emocional pode pesar (Alan Kardec/Falcão García).

Atlético-PR – Estados Unidos: Abriu mão de seu camisa 10 experiente (Paulo Baier/Donovan) para a competição deste ano. O fato causou muitas críticas. Aliás, a política de seus governantes acaba influenciando para que construa a imagem de antipatia. Mas o futebol nada tem a ver com isso, né?!

Criciúma – Grécia: Sonham em repetir o grande título de sua história (Copa do Brasil/Eurocopa), mas será difícil vê-los fazendo isto neste ano. O fato de estarem aqui já merece a comemoração.

Botafogo – Portugal: Tem um atacante de entrevistas fortes e que chama a atenção pelas notícias extracampo, mas que também não deixa por menos dentro das quatro linhas (Emerson Sheik/Cristiano Ronaldo). Resta saber se o time é apenas ele.

Chapecoense – Bósnia: Muita gente não acompanhou sua independência e ao vê-los por aqui deve pensar que são presa fácil. Cuidado!

Bahia – Japão: Com meio e ataque rápidos, com jogadores de vivência em grandes clubes (Maxi Biancucci/Kagawa), pode aprontar das suas. Mas daí a sonhar alto, é muita diferença.

Coritiba – Costa do Marfim: Agarra-se ao último ‘suspiro’ de seu craque (Alex/Drogba) para fazer um bom campeonato.

Vitória – Coreia do Sul: Quando joga dentro dos seus domínios, vira um leão. Mas longe de casa não costuma ter o mesmo sucesso.

Flamengo – México: Recentemente, foi campeão de uma competição menor (Copa do Brasil/Olimpíadas), mas que lhe deu esperanças de sonhar neste ano. Contudo, uma grave crise interna atrapalhou muito e fez com que até trocasse de técnico.

Figueirense – Costa Rica: Ok, ele conseguiu chegar aqui. Mas e agora? Difícil imaginar algo positivo.

Vasco – Suécia: Ficou de fora desta! Vai ter que se renovar para, quem sabe, participar da próxima.


Inter e Alemanha são sempre apontados como favoritos. Será que este ano vai?

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