Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS
O Grêmio será julgado na quarta-feira pela invasão de Carol Portaluppi no gramado da Arena durante a comemoração pelo título na Copa do Brasil, contra o Atlético-MG, em dezembro do ano passado. Outros itens estão na pauta, como a punição por uso de sinalizadores e a confusão entre Kannemann e Erazo — ambos na partida decisiva.
O julgamento no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) sobre os casos ocorreu em dezembro, mas todas as partes — Grêmio, Atlético-MG e Procuradoria do órgão — recorreram. Na quarta, o caso será avaliado pelo Pleno do STJD.
Em primeira instância, o Grêmio foi penalizado em pagar uma multa de R$ 60,8 mil pela invasão da filha do técnico Renato Portaluppi, pelo uso de sinalizadores pela torcida e também pelo atraso na divulgação da relação de jogadores aos organizadores da partida. Kannemann, que se envolveu em briga com Erazo, foi absolvido — enquanto o zagueiro atleticano levou quatro jogos de suspensão.
Os advogados do Grêmio defenderão que a multa pela invasão de Carol Portaluppi seja revogada, já que ela estava credenciada pela CBF para a partida.
— A Carol tinha a mesma credencial que o presidente do Grêmio. Então, pelo protocolo de segurança da CBF, a entrada dela foi permitida — esclareceu o advogado gremista Gabriel Vieira.
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Em primeira instância, o Grêmio foi penalizado em pagar uma multa de R$ 60,8 mil pela invasão da filha do técnico Renato Portaluppi, pelo uso de sinalizadores pela torcida e também pelo atraso na divulgação da relação de jogadores aos organizadores da partida. Kannemann, que se envolveu em briga com Erazo, foi absolvido — enquanto o zagueiro atleticano levou quatro jogos de suspensão.
Os advogados do Grêmio defenderão que a multa pela invasão de Carol Portaluppi seja revogada, já que ela estava credenciada pela CBF para a partida.
— A Carol tinha a mesma credencial que o presidente do Grêmio. Então, pelo protocolo de segurança da CBF, a entrada dela foi permitida — esclareceu o advogado gremista Gabriel Vieira.
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