Sul-africano Ty, 21 anos, é um dos estrangeiros do Grêmio que pode ganhar mais espaço em 2017 Foto: Rodrigo Fatturi / Grêmio
Sul-africano Ty, 21 anos, é um dos estrangeiros do Grêmio que pode ganhar mais espaço em 2017
Foto: Rodrigo Fatturi / Grêmio
Na busca por reforços, o Grêmio prioriza jogadores brasileiros. A direção até está atenta ao mercado sul-americano, e alguns nomes estrangeiros chegaram a ser analisados. No entanto, para fechar o grupo da temporada 2017, a direção deve priorizar atletas nascidos no Brasil.
O motivo é o limite de profissionais de fora do país que podem participar dos jogos. A CBF permite que até cinco estrangeiros sejam relacionados para uma mesma partida. A preocupação é não frear a ascensão dos estrangeiros oriundos da base gremista.
Além do zagueiro argentino Kannemann, titular absoluto, e o atacante equatoriano Miller Bolaños, reserva que entra constantemente, o grupo principal conta com outros dois estrangeiros: o meia uruguaio Maxi Rodriguez, que deve ser aproveitado pelo técnico Renato, e o jovem atacante sul-africano Ty Sandows, 21 anos que subiu da base ano passado e não é presença frequente na equipe.
Como há uma vaga sobrando e um dos estrangeiros é um reserva que joga pouco (Ty), em tese haveria espaço para contratar um ou dois atletas de fora do Brasil. No entanto, esta não é a intenção da direção. A meta é priorizar jogadores brasileiros.
O motivo é que, além de Ty, há no Grupo de Transição um jogador estrangeiro bastante elogiado. Trata-se do volante argentino Ezequiel Esperon, 20 anos, natural de Buenos Aires e contratado no início de 2016.
Se eventualmente o jogador deslanchar nesta temporada e for promovido, haveria cinco atletas de fora do país no grupo. Neste caso, seria importante que uma das vagas ficasse em aberto.
Além disso, nada impede que Ty Sandows também decole neste ano e seja útil à equipe. Afinal, trata-se de um atleta promissor, que defendeu a seleção da África do Sul nos Jogos Olímpicos 2016. Por isso, a ideia é não ocupar todo o limite de estrangeiros.
Vale ressaltar que a contratação de um estrangeiro não é descartada de forma radical. Se houver um negócio muito vantajoso por um atleta acima da média, o clube até admite abrir uma exceção e fazer o negócio. No entanto, não é nem a prioridade e nem a tendência. A ideia é ir em cima de jogadores brasileiros.
O atacante peruano Beto da Silva, contratado recentemente, como tem passaporte brasileiro, não conta como estrangeiro. Além dele, a direção já anunciou os laterais Leonardo Gomes, Léo Moura e Bruno Cortez, o volante Michel e o atacante Jael.
A partir de agora, a meta é contratar dois zagueiros para repor as saídas de Wallace Reis e Fred. A chegada de um volante, para substituir Walace, que foi negociado com o Hamburgo, também está sendo analisada.
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Foto: Rodrigo Fatturi / Grêmio
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O motivo é o limite de profissionais de fora do país que podem participar dos jogos. A CBF permite que até cinco estrangeiros sejam relacionados para uma mesma partida. A preocupação é não frear a ascensão dos estrangeiros oriundos da base gremista.
Além do zagueiro argentino Kannemann, titular absoluto, e o atacante equatoriano Miller Bolaños, reserva que entra constantemente, o grupo principal conta com outros dois estrangeiros: o meia uruguaio Maxi Rodriguez, que deve ser aproveitado pelo técnico Renato, e o jovem atacante sul-africano Ty Sandows, 21 anos que subiu da base ano passado e não é presença frequente na equipe.
Como há uma vaga sobrando e um dos estrangeiros é um reserva que joga pouco (Ty), em tese haveria espaço para contratar um ou dois atletas de fora do Brasil. No entanto, esta não é a intenção da direção. A meta é priorizar jogadores brasileiros.
O motivo é que, além de Ty, há no Grupo de Transição um jogador estrangeiro bastante elogiado. Trata-se do volante argentino Ezequiel Esperon, 20 anos, natural de Buenos Aires e contratado no início de 2016.
Se eventualmente o jogador deslanchar nesta temporada e for promovido, haveria cinco atletas de fora do país no grupo. Neste caso, seria importante que uma das vagas ficasse em aberto.
Além disso, nada impede que Ty Sandows também decole neste ano e seja útil à equipe. Afinal, trata-se de um atleta promissor, que defendeu a seleção da África do Sul nos Jogos Olímpicos 2016. Por isso, a ideia é não ocupar todo o limite de estrangeiros.
Vale ressaltar que a contratação de um estrangeiro não é descartada de forma radical. Se houver um negócio muito vantajoso por um atleta acima da média, o clube até admite abrir uma exceção e fazer o negócio. No entanto, não é nem a prioridade e nem a tendência. A ideia é ir em cima de jogadores brasileiros.
O atacante peruano Beto da Silva, contratado recentemente, como tem passaporte brasileiro, não conta como estrangeiro. Além dele, a direção já anunciou os laterais Leonardo Gomes, Léo Moura e Bruno Cortez, o volante Michel e o atacante Jael.
A partir de agora, a meta é contratar dois zagueiros para repor as saídas de Wallace Reis e Fred. A chegada de um volante, para substituir Walace, que foi negociado com o Hamburgo, também está sendo analisada.
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