Foi força de expressão, Romildo Bolzan Jr. estava empenhado em passar uma palavra forte ao torcedor que tinha visto o Grêmio jogar um partidaço contra o Juventude e ainda assim ficar fora da final do Gauchão. O Grêmio jogou o suficiente para para ganhar de 4 ou 5, não passou de 3, tomou um, adeus. Daí a frase forte de que se o Grêmio jogar contra o Rosario Central o que jogou contra o Juventude faz 5 nos argentinos. O problema é que os de lá não têm obrigação alguma de contextualizar o que falou o dirigente para dar a dimensão exata da sua sentença.
Pelo contrário; para os portenhos, o que vale é o efeito potencial de mobilizar os jogadores com o que poderia parecer menosprezo de parte do presidente do clube brasileiro. As manchetes dos jornais de Rosario vão neste caminho desde a segunda-feira, as entrevistas com os profissionais do clube devem ir por aí também, é assim que é e, combinemos, assim seria também em português. Basta inverter a situação; o presidente do Rosario diz antes de enfrentar o Grêmio que seu time faz 5 nos brasileiros se jogar o que jogou contra o Newells Old Boys, mesmo que o resultado do clássico tenha sido 0x0. Aqui, estaríamos todos repercutindo a fala do dirigente rival exatamente como eles estão fazendo lá. O ideal é que Romildo Bolzan tivesse conseguido elogiar sua equipe sem citar o número expressivo que remete a uma goleada. Agora, foi.
Os argentinos viriam suficientemente motivados porque perseguem o título que os outros grandes de lá já têm. O último a entrar no seleto grupo dos clubes campeões de Libertadores foi o San Lorenzo. Então, a frase do presidente do Grêmio é só um aditivo. Não vai ser por ela que o Grêmio perderá a classificação, nem será por ela que vai adiante na competição.
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