Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS
Por um lado, é um alento constatar que, com a volta de Walace, a circulação de bola nas longas trocas de passe do Grêmio ganharam em velocidade e precisão. Por outro, é preocupante que algo tão importante para o funcionamento do time possa desmoronar com a saída de apenas uma peça.
O Grêmio sofreu muito durante o período em que seu camisa 5 esteve lesionado. Sofreria, também, se Maicon fosse o desfalque. Está na dupla de volantes uma das chaves para que a bola circule de modo a abrir espaços e criar oportunidades de gol.
Maicon e Walace se complementam. Quando o Grêmio tem a bola, é o capitão gremista que se transforma em primeiro volante, permitindo a seu companheiro que vá à frente. Vigoroso, Walace arranca em direção à área adversária e surpreende a marcação. Enquanto isso, Maicon é a opção de segurança para quem tem a bola.
É ele quem aparece como alternativa quando o time busca, sem sucesso, entrar por um lado da defesa. Recuado, não chama tanto a atenção dos marcadores e, por isso, frequentemente goza de liberdade para receber de quem está pressionado pelo adversário. Com sua qualidade de passe, faz a bola rodar e mantém o Grêmio no ataque.
Quando faz dupla com Edinho, como durante o período da lesão de Walace, Maicon muitas vezes tem de cumprir o papel do seu mais frequente parceiro. Tem de ir à frente, dando a Edinho a liberdade que normalmente é sua. Com espaço, o ex-jogador do Inter recebe a bola frequentemente, mas sem a mesma qualidade no passe, não dá às trocas de passe o mesmo ritmo.
Há, ainda, as oportunidades em que Maicon e Edinho ficam lado a lado, os dois recuados, e o Grêmio passa a sofrer com a falta de profundidade. Carece de quem saia de trás e apareça em velocidade na frente, um problema evidente, por exemplo, na derrota para o Toluca na estreia na Libertadores.
Com Walace, essas questões parecem estar resolvidas, mas fica a inquietação para o futuro. Roger não contará sempre com sua dupla de volantes titular. É bom que vá pensando em alternativas diferentes para suprir eventuais ausências e não experimentar a mesma queda de rendimento da recente sequência de jogos.
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Maicon e Walace se complementam. Quando o Grêmio tem a bola, é o capitão gremista que se transforma em primeiro volante, permitindo a seu companheiro que vá à frente. Vigoroso, Walace arranca em direção à área adversária e surpreende a marcação. Enquanto isso, Maicon é a opção de segurança para quem tem a bola.
É ele quem aparece como alternativa quando o time busca, sem sucesso, entrar por um lado da defesa. Recuado, não chama tanto a atenção dos marcadores e, por isso, frequentemente goza de liberdade para receber de quem está pressionado pelo adversário. Com sua qualidade de passe, faz a bola rodar e mantém o Grêmio no ataque.
Quando faz dupla com Edinho, como durante o período da lesão de Walace, Maicon muitas vezes tem de cumprir o papel do seu mais frequente parceiro. Tem de ir à frente, dando a Edinho a liberdade que normalmente é sua. Com espaço, o ex-jogador do Inter recebe a bola frequentemente, mas sem a mesma qualidade no passe, não dá às trocas de passe o mesmo ritmo.
Há, ainda, as oportunidades em que Maicon e Edinho ficam lado a lado, os dois recuados, e o Grêmio passa a sofrer com a falta de profundidade. Carece de quem saia de trás e apareça em velocidade na frente, um problema evidente, por exemplo, na derrota para o Toluca na estreia na Libertadores.
Com Walace, essas questões parecem estar resolvidas, mas fica a inquietação para o futuro. Roger não contará sempre com sua dupla de volantes titular. É bom que vá pensando em alternativas diferentes para suprir eventuais ausências e não experimentar a mesma queda de rendimento da recente sequência de jogos.
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