Johan Cruyff em seus tempos de Ajax
Volta e meia, nos botecos da vida com os amigos, filosofamos sobre quais jogadores do passado queríamos ter visto no nosso Grêmio. Surgem os mais diversos nomes. Eu sempre cito Diego Armando Maradona e Johan Cruyff. Este último nos deixou na quinta-feira passada, vítima da doença maldita que é o câncer. Aos 68 anos, muito jovem. Morre o último Beatle do futebol mundial. Este é um blog focado no Grêmio, mas me deixem fazer uma homenagem a este holandês Imortal.
Os quatro rapazes de Liverpool revolucionaram a música mundial. John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr foram e continuam sendo um dos fenômenos mais geniais da história da arte. Amor, paz, sonhos, ideologias, loucuras, utopias, poesia, rock, tudo e mais um pouco estão presentes na brilhante obra deste grupo musical que influenciou e seguirá influenciando gerações que virão.
Johan Cruyff é o Beatle do futebol. Como atleta, brilhou em Ajax e Barcelona, além de ter orquestrado de dentro do campo a revolucionária Holanda de 1974, comandada por Rinus Michels. Mais tarde, já na função de técnico, fez uma revolução no futebol do Barcelona, onde conquistou tudo e implementou o estilo mágico, que permanece até hoje na equipe catalã. O jogo baseado na troca intensa de passes foi e segue sendo inspiração para muitos técnicos, tendo em seu maior propagador atualmente o também genial Pep Guardiola.
"Cruyff pintou a Capela Cistina. Os técnicos do Barcelona que vieram depois apenas deram retoques"; Pep Guardiola.
Liderança, talento, inteligência e genialidade dentro de campo. Liderança, talento, inteligência e genialidade fora das quatro linhas. É raro um profissional alcançar tanto sucesso como jogador e treinador. São casos especiais. Johan Cruyff sai da vida para permanecer na história do maior esporte já inventado pelo homem. O futebol tem milhares de personagens comuns, muitos craques e algumas lendas. Cruyff é da última turma.
No auge de sua carreira futebolística, nos anos de Ajax, Barcelona e Holanda, poderia ser confundido com um Beatle. Visual e estilo parecidos com os rapazes de Liverpool. Todos geniais, sonhadores e com o espírito revolucionário. Muito amor por futebol e música. Muita arte. Todos eternos. Imaginem John, George, Ringo, Paul e Cruyff juntos. Fazendo um show ou trocando passes em algum campo qualquer. Gosto de imaginar que isso aconteceu.
O holandês era um beatle dentro de campo. Popular pois agradava as multidões. Não guardava posição, portanto uma certa anarquia em sua personalidade. Jovem, intempestivo e imprevisível. Os Deuses do Futebol a esta altura já estão trocando figurinhas e histórias com Johan Cruyff, o último Beatle do futebol.
VEJA TAMBÉM
- SAÍDA ENCAMINHADA? América de Cali avança por Cuéllar e Grêmio tenta economizar R 12 milhões
- HERMANOS APRESENTADOS! Grêmio aposta alto e fecha dupla até 2029
- O Grêmio sumiu desde 2019: xô, maldição!
Volta e meia, nos botecos da vida com os amigos, filosofamos sobre quais jogadores do passado queríamos ter visto no nosso Grêmio. Surgem os mais diversos nomes. Eu sempre cito Diego Armando Maradona e Johan Cruyff. Este último nos deixou na quinta-feira passada, vítima da doença maldita que é o câncer. Aos 68 anos, muito jovem. Morre o último Beatle do futebol mundial. Este é um blog focado no Grêmio, mas me deixem fazer uma homenagem a este holandês Imortal.
Os quatro rapazes de Liverpool revolucionaram a música mundial. John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr foram e continuam sendo um dos fenômenos mais geniais da história da arte. Amor, paz, sonhos, ideologias, loucuras, utopias, poesia, rock, tudo e mais um pouco estão presentes na brilhante obra deste grupo musical que influenciou e seguirá influenciando gerações que virão.
Johan Cruyff é o Beatle do futebol. Como atleta, brilhou em Ajax e Barcelona, além de ter orquestrado de dentro do campo a revolucionária Holanda de 1974, comandada por Rinus Michels. Mais tarde, já na função de técnico, fez uma revolução no futebol do Barcelona, onde conquistou tudo e implementou o estilo mágico, que permanece até hoje na equipe catalã. O jogo baseado na troca intensa de passes foi e segue sendo inspiração para muitos técnicos, tendo em seu maior propagador atualmente o também genial Pep Guardiola.
"Cruyff pintou a Capela Cistina. Os técnicos do Barcelona que vieram depois apenas deram retoques"; Pep Guardiola.
Liderança, talento, inteligência e genialidade dentro de campo. Liderança, talento, inteligência e genialidade fora das quatro linhas. É raro um profissional alcançar tanto sucesso como jogador e treinador. São casos especiais. Johan Cruyff sai da vida para permanecer na história do maior esporte já inventado pelo homem. O futebol tem milhares de personagens comuns, muitos craques e algumas lendas. Cruyff é da última turma.
No auge de sua carreira futebolística, nos anos de Ajax, Barcelona e Holanda, poderia ser confundido com um Beatle. Visual e estilo parecidos com os rapazes de Liverpool. Todos geniais, sonhadores e com o espírito revolucionário. Muito amor por futebol e música. Muita arte. Todos eternos. Imaginem John, George, Ringo, Paul e Cruyff juntos. Fazendo um show ou trocando passes em algum campo qualquer. Gosto de imaginar que isso aconteceu.
O holandês era um beatle dentro de campo. Popular pois agradava as multidões. Não guardava posição, portanto uma certa anarquia em sua personalidade. Jovem, intempestivo e imprevisível. Os Deuses do Futebol a esta altura já estão trocando figurinhas e histórias com Johan Cruyff, o último Beatle do futebol.
VEJA TAMBÉM
- SAÍDA ENCAMINHADA? América de Cali avança por Cuéllar e Grêmio tenta economizar R 12 milhões
- HERMANOS APRESENTADOS! Grêmio aposta alto e fecha dupla até 2029
- O Grêmio sumiu desde 2019: xô, maldição!

Comentários
Enviar Comentário
Aplicativo Gremio Avalanche
Leia também
SAÍDA ENCAMINHADA? América de Cali avança por Cuéllar e Grêmio tenta economizar R 12 milhões
HERMANOS APRESENTADOS! Grêmio aposta alto e fecha dupla até 2029
O Grêmio sumiu desde 2019: xô, maldição!
ALERTA LIGADO! Grêmio é dominado pelo São Paulo, perde fora de casa e preocupa no Brasileirão