Foto: Montagem sobre fotos / Agência RBS
Era inevitável que os estádios construídos para a Copa do Mundo não passassem ilesos pela Operação Lava-Jato. A ação da Polícia Federal já identificou um propinoduto que funcionou no erguimento da arena do Corinthians. Entretanto, o grande prejuízo público logo será desvendado.
Quem pagará os financiamentos feitos em órgãos públicos para construir o estádio corintiano, que é para destinação privada? Não será o clube, certamente. A Arena do Grêmio foi inteiramente financiada por dinheiro buscado pela OAS no BNDES e outros bancos oficiais. Quem pagará a conta?
Não deve ter sido diferente com a reforma do Beira-Rio. E nem estou falando de estádios públicos como o Maracanã e o Mané Garrincha, cujos custos das obras sobem aos céus.
Ainda se fará a conta para apurar quantos bilhões de reais custaram ao povo brasileiro a aventura irresponsável de organizar a Copa do Mundo. Mas os responsáveis pela incalculável prejuízo continuarão andando e assoviando por aí.
Prioridades esquecidas
Enquanto eram enterradas fantásticas fortunas na organização da Copa de 2014, os brasileiros continuaram cada vez mais sem boa assistência de saúde, driblando as balas da insegurança pelas ruas, com a educação agonizando e tantas outras mazelas que doem no lombo dos brasileiros.
As verdadeiras prioridades foram ignoradas e o que se vê, por exemplo, são professores suplicando por salários um pouquinho mais decentes, mas que preferem esquecer a roubalheira e os ladrões da Copa.
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