Paulão revelou injúrias racistas quando esteve em Porto Alegre (Foto: Site Oficial do Grêmio)
O zagueiro Paulão falou, em entrevista ao jornal Zero Hora publicada neste sábado (19), que ele e sua família sofreram injúrias racistas nos estádios do Inter e do Grêmio, os dois clubes pelos quais ele jogou no Rio Grande do Sul.
Os atos, segundo o zagueiro, ocorreram em 2014. “Minha mãe nunca foi de conviver comigo nos clubes, não tem tempo. No jogo anterior (contra o Santos, no Beira-Rio, 2/11/2014) minha mãe estava no camarote com meu irmão, Paulinho. Alguns torcedores começaram a me xingar: ‘macaco, seu preto’ e meu irmão disse ‘pô, respeita ao menos a mãe dele, que está aqui’. Fiquei sabendo. Fiz o gol (de bicicleta, contra o Goiás, no dia 16) e não comemorei por causa disso. A tua mãe está no teu trabalho, e as pessoas estão te agredindo”, declarou Paulão ao jornal Zero Hora.
O jogador disse que também sofreu com racismo na Arena do Grêmio, em um Gre-Nal ocorrido no mesmo ano de 2014. “Os caras que me aplaudiam, de repente estavam me chamando de macaco. Estou saindo, e o torcedor me xingando. Aí fui pra cima, e ele no alambrado. Disse que não acreditava no que ele estava falando. E ele respondeu: ‘é isso mesmo, seu macaco’. Tenho pena dele e orgulho da minha cor”, afirmou o jogador.
Paulão também afirma que sofre racismo diariamente, de forma velada. “A gente sofre mais isso com um olhar, porque as pessoas não têm coragem de dizer cara a cara. Se fui a uma loja, é porque tenho o que fazer ali, mas em outras situações, me olham como quem diz ‘hum, será que esse neguinho tem dinheiro para comprar aqui’”, declarou.
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O jogador disse que também sofreu com racismo na Arena do Grêmio, em um Gre-Nal ocorrido no mesmo ano de 2014. “Os caras que me aplaudiam, de repente estavam me chamando de macaco. Estou saindo, e o torcedor me xingando. Aí fui pra cima, e ele no alambrado. Disse que não acreditava no que ele estava falando. E ele respondeu: ‘é isso mesmo, seu macaco’. Tenho pena dele e orgulho da minha cor”, afirmou o jogador.
Paulão também afirma que sofre racismo diariamente, de forma velada. “A gente sofre mais isso com um olhar, porque as pessoas não têm coragem de dizer cara a cara. Se fui a uma loja, é porque tenho o que fazer ali, mas em outras situações, me olham como quem diz ‘hum, será que esse neguinho tem dinheiro para comprar aqui’”, declarou.
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