Dentro das possibilidades, na coluna de final de semana, pretendo, a partir de hoje, expor algumas histórias e experiências vividas da época de dirigente para ilustrar alguns fatos aos leitores. Isso se prende a um bom período de reflexão e pedido de vários leitores do DG, que, repetidas vezes, solicitam ter conhecimento de alguns fatos que acontecem nos bastidores do futebol.
Jogávamos pelo Gauchão de 1993 no Vermelhão da Serra, em Passo Fundo, uma partida muito difícil contra o time do município, que de forma briosa e valente jogava de igual para igual com o Grêmio. O banco de reservas, onde estávamos, ficava de frente para a arquibancada geral, separado apenas por uma pequena e frágil tela de arame.
Fomos muito bem recebidos pelo Passo Fundo, pela torcida local e tudo transcorria com normalidade. Até que um torcedor, que imaginei à época estivesse alcoolizado, encostou em nosso banco de reservas — claro que do outro lado da tela — e passou a proferir toda a sorte de ofensas a todos do banco e, especialmente, ao atacante Nildo, que foi escolhido sem que saibamos o porquê.
Fim das ofensas
No primeiro momento, permanecemos sem nenhum tipo de resposta. Passado um pouco mais de tempo, um atleta do Grêmio se machucou, e o massagista Banha teve que ir a campo atendê-lo. No retorno, conhecem os leitores aquele recipiente grande cheio daquela chamada água milagrosa que os massagistas levam? Pois bem, ao se aproximar, Banha, sem que ninguém percebesse virou todo o recipiente sobre o tal cidadão, que estava na tela. Acabaram as ofensas.
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Fomos muito bem recebidos pelo Passo Fundo, pela torcida local e tudo transcorria com normalidade. Até que um torcedor, que imaginei à época estivesse alcoolizado, encostou em nosso banco de reservas — claro que do outro lado da tela — e passou a proferir toda a sorte de ofensas a todos do banco e, especialmente, ao atacante Nildo, que foi escolhido sem que saibamos o porquê.
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No primeiro momento, permanecemos sem nenhum tipo de resposta. Passado um pouco mais de tempo, um atleta do Grêmio se machucou, e o massagista Banha teve que ir a campo atendê-lo. No retorno, conhecem os leitores aquele recipiente grande cheio daquela chamada água milagrosa que os massagistas levam? Pois bem, ao se aproximar, Banha, sem que ninguém percebesse virou todo o recipiente sobre o tal cidadão, que estava na tela. Acabaram as ofensas.
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