Henrique começou como titular pela 1ª vez contra o Noia (Foto: Lucas Uebel / Grêmio / Divulgação)
Uma das últimas contratações do Grêmio para o início da temporada 2016, o atacante Henrique Almeida sequer completou um jogo inteiro no time de Roger Machado. São três partidas. Em duas delas entrou no segundo tempo e, na terceira – vitória de 1 a 0 sobre o Novo Hamburgo, no domingo –, esteve em campo por 55 minutos após começar como titular. O próprio atacante admite que o maior desafio no momento é buscar ritmo de jogo e condicionamento físico.
No primeiro tempo do duelo contra o Noia, não faltou luta e empenho. Brigou com os zagueiros, tentou se movimentar, até marcou um gol – que acabou anulado. Foi substituído aos 10 minutos da segunda etapa por Bobô e saiu aplaudido pela torcida. Mas, na concorrência interna por uma vaga no sistema ofensivo, teve “azar”. Bobô fez o gol da vitória poucos minutos após pisar no gramado.
– Estou pegando forma física, não estou 100%. O ritmo de jogo vem com o tempo, devagarzinho, não fiz pré-temporada. Preciso melhorar a movimentação, ter mais um pouco de timing, me adaptar com os companheiros. Em poucos jogos estarei melhor. Pressão sempre vai ter, estamos acostumados a lidar com isso – afirma Henrique, que encerrou o Brasileirão de 2015 com 12 gols em 20 jogos pelo Coritiba.
O técnico Roger Machado também reconhece que ainda há muito o que organizar com as mudanças na frente. Segundo ele, jogadores de habilidade, como Douglas e Luan, precisam de tempo para se reinventar devido a mudanças de esquema. O camisa 7, que vinha atuando como falso 9, jogou aberto pelo lado direito contra o Novo Hamburgo.
– Eu preciso conhecer o meu colega. Hoje (domingo) na palestra, quando dei orientações ao Henrique, ele é um jogador que faz pequenas diagonais atrás dos zagueiros. O Douglas e o Luan têm capacidade de passe, de infiltrações. O Douglas, quando gira para abrir o campo, o primeiro pensamento dele é de profundidade, colocar às costas do zagueiro. Pelo olhar, eu sabia como Arílson e o (Carlos) Miguel queriam a bola. Mas isso vem com o tempo – comentou o treinador.

Henrique é substituído por Bobô em Grêmio x Novo Hamburgo (Foto: Beto Azambuja / GloboEsporte.com)
O meia Giuliano, que fez a função de Maicon no domingo, vai na mesma linha do comandante. Ele cita os novos jogadores, entre eles Henrique, Fred e Wallace Oliveira, como detentores de características diferentes daqueles que foram embora ao final do ano passado. O refino do aproveitamento em campo precisa de paciência, pondera.
– A gente tem algumas peças novas, que precisam entrosar. Não é de um dia para outro que eles vão chegar e exercer as mesmas funções que os anteriores fizeram. A gente tem que ter um pouquinho de paciência. Temos uma base, estamos no caminho certo, tentando retomar o nosso bom futebol. É questão de tempo – acrescenta.
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No primeiro tempo do duelo contra o Noia, não faltou luta e empenho. Brigou com os zagueiros, tentou se movimentar, até marcou um gol – que acabou anulado. Foi substituído aos 10 minutos da segunda etapa por Bobô e saiu aplaudido pela torcida. Mas, na concorrência interna por uma vaga no sistema ofensivo, teve “azar”. Bobô fez o gol da vitória poucos minutos após pisar no gramado.
– Estou pegando forma física, não estou 100%. O ritmo de jogo vem com o tempo, devagarzinho, não fiz pré-temporada. Preciso melhorar a movimentação, ter mais um pouco de timing, me adaptar com os companheiros. Em poucos jogos estarei melhor. Pressão sempre vai ter, estamos acostumados a lidar com isso – afirma Henrique, que encerrou o Brasileirão de 2015 com 12 gols em 20 jogos pelo Coritiba.
O técnico Roger Machado também reconhece que ainda há muito o que organizar com as mudanças na frente. Segundo ele, jogadores de habilidade, como Douglas e Luan, precisam de tempo para se reinventar devido a mudanças de esquema. O camisa 7, que vinha atuando como falso 9, jogou aberto pelo lado direito contra o Novo Hamburgo.
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Henrique é substituído por Bobô em Grêmio x Novo Hamburgo (Foto: Beto Azambuja / GloboEsporte.com)
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– A gente tem algumas peças novas, que precisam entrosar. Não é de um dia para outro que eles vão chegar e exercer as mesmas funções que os anteriores fizeram. A gente tem que ter um pouquinho de paciência. Temos uma base, estamos no caminho certo, tentando retomar o nosso bom futebol. É questão de tempo – acrescenta.
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