Foto: Toluca FC / Divulgação
O adversário do Grêmio na Libertadores também é conhecido no México como Los Chorizeros. Numa tradução livre, se fosse um clube brasileiro, seria, "os linguiceiros". O apelido vem de um dos orgulhos da cidade, o chorizo, reconhecido em todo o México.
O embutido é tão importante para Toluca que há até uma feira anual de produtores artesanais. Quando o presidente dos EUA, Barack Obama, discursou no Encontro dos Líderes da América do Norte que voltaria para Washington frustrado por não ter provado o chorizo, os toluqueños mal couberam em si.
Esse mesmo entusiasmo não se repete com o time. O Toluca é só o 12º no Clausura mexicano. Em seis jogos, só venceu o Tigres na estreia. São quatro empates que refletem um time sem muita inspiração, dono de sete gols a favor e com outro sete contra em sua conta.
O técnico paraguaio Jose Cardozo, mesmo sendo ídolo e o maior goleador da história do Toluca, está sob pressão. Foi vaiado ao final do empate com o Atlas na sexta-feira e busca na Libertadores aliviar sua barra. Para a estreia, ele perdeu o atacante colombiano Uribe, 10 gols na temporada 2015/2016. Nico Saucedo, argentino naturalizado mexicano, entrará em seu lugar.
Mesmo que Cardozo prometa um time agressivo e um futebol de elevada intensidade na altitude, o Grêmio pode tirar proveito dessa crise técnica do Toluca. Um empate está longe de ser desprezível, mas o cenário é favorável a uma vitória. E, se ela vier, Roger e seu time podem festejar no México. Com o chorizo toluqueño à mesa, claro.
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