Antes de sacramentar a proposta de quatro anos de contrato com Henrique Almeida, o Grêmio se certificou de que não terá problemas. O atacante de 24 anos rompeu judicialmente seu contrato com o Botafogo no começo do ano — o clube carioca deve mais de 24 meses de fundo de garantia e outras remunerações, e estava livre. Com o respaldo do departamento jurídico, o centroavante foi confirmado na quarta-feira como reforço para o sistema ofensivo de Roger Machado para a disputa da Libertadores.
Além de contar com um histórico raro de reversões de questões trabalhistas, o Grêmio também colocou cláusulas no contrato com o atacante que o protegem em uma improvável vitória do Botafogo em recuperar os direitos do jogador na Justiça.
— É um jogador livre, sem vínculo federativo, o Grêmio criou mecanismos em seu contrato para se proteger. É uma ação com risco mínimo, estamos seguros para fazer o negócio — garantiu Gabriel Vieira, advogado do Grêmio.
Na quarta-feira pela manhã, o Botafogo teve negado um pedido de revisão do processo, segundo representantes do jogador. Hospedado em um hotel da Capital desde a semana passada, com as despesas pagas pelo Inter, Henrique Almeida esteve perto de ser confirmado no lado vermelho. A decisão da saída do negócio partiu do presidente Vitório Piffero, que temeu ver a chegada de Henrique Almeida representar um grande risco futuro de ser envolvido na batalha judicial que o Botafogo ameaça iniciar.
Respaldado pelo trabalho do departamento jurídico, o Grêmio concretizou a negociação na quarta. Henrique Almeida foi à Arena acompanhado do diretor-executivo Rui Costa e do vice de futebol César Pacheco durante a tarde para assinar o contrato, enquanto um funcionário do clube foi buscar os pertences do jogador e levar para o hotel que serve de concentração para o Grêmio. Dono de 100% dos direitos econômicos do jogador, o salário do atacante está dentro dos níveis salariais que a direção definiu como limite.
De Buenos Aires, onde estava representando o Grêmio em uma reunião que tratou da Liga Sul-Americana, o presidente Romildo Bolzan Jr. comemorou a chegada de Henrique Almeida, um atacante que atende ao perfil desejado pela comissão técnica:
— Foi um negócio de ocasião.
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— É um jogador livre, sem vínculo federativo, o Grêmio criou mecanismos em seu contrato para se proteger. É uma ação com risco mínimo, estamos seguros para fazer o negócio — garantiu Gabriel Vieira, advogado do Grêmio.
Na quarta-feira pela manhã, o Botafogo teve negado um pedido de revisão do processo, segundo representantes do jogador. Hospedado em um hotel da Capital desde a semana passada, com as despesas pagas pelo Inter, Henrique Almeida esteve perto de ser confirmado no lado vermelho. A decisão da saída do negócio partiu do presidente Vitório Piffero, que temeu ver a chegada de Henrique Almeida representar um grande risco futuro de ser envolvido na batalha judicial que o Botafogo ameaça iniciar.
Respaldado pelo trabalho do departamento jurídico, o Grêmio concretizou a negociação na quarta. Henrique Almeida foi à Arena acompanhado do diretor-executivo Rui Costa e do vice de futebol César Pacheco durante a tarde para assinar o contrato, enquanto um funcionário do clube foi buscar os pertences do jogador e levar para o hotel que serve de concentração para o Grêmio. Dono de 100% dos direitos econômicos do jogador, o salário do atacante está dentro dos níveis salariais que a direção definiu como limite.
De Buenos Aires, onde estava representando o Grêmio em uma reunião que tratou da Liga Sul-Americana, o presidente Romildo Bolzan Jr. comemorou a chegada de Henrique Almeida, um atacante que atende ao perfil desejado pela comissão técnica:
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