Roger admite ajuste para bola aérea (Foto: Lucas Uebel / Grêmio, DVG)
A repetição de um ato se torna um hábito. E isso é tudo o que o Grêmio quer evitar nesse início de temporada. Por isso, o dedo do técnico Roger certamente deve agir sobre os problemas da bola aérea defensiva, que foi responsável por três dos quatro gols sofridos no ano até o momento. De maneiras diferentes, os cruzamentos pelo lado do campo têm sido o drama gremista nos primeiros jogos de 2016.
Foram dois jogos oficiais na temporada e um amistoso. Nas três partidas, o Tricolor vazou em jogadas aéreas. Dos quatro gols, três são oriundos de jogadas de bola parada: o gol sofrido para o Danubio, um no empate em 2 a 2 com o Avaí e outro contra o Brasil de Pelotas, na vitória por 3 a 1 de domingo, pela estreia no Gauchão.
Contra os uruguaios, o gol veio de uma cobrança de falta lateral, pelo lado esquerdo de defesa. O zagueiro Kadu não conseguiu o corte e acabou desviando para o próprio gol, na pequena área. Diante do Avaí, na estreia na Primeira Liga, o gol que colocou o 2 a 2 no placar foi construído em escanteio curto cobrado do lado direito de defesa. O cruzamento foi desviado por Gabriel na primeira trave.
Neste domingo, mais uma vez a defesa tricolor vazou pelo alto. O Brasil chegou ao seu gol após cobrança de escanteio do lado esquerdo defensivo gremista. Marcelo Grohe titubeou na pequena área e deixou a bola passar. Cleverson aproveitou a falha para fazer o gol na pequena área. Roger costuma dizer que pega as informações que os jogos lhe passam para corrigir os erros no dia a dia. Certamente a bola parada receberá atenção especial do comandante.
– Não foram da mesma forma (os gols). Contra o Avaí foi uma casquinha curta. Hoje (domingo) não conseguimos neutralizar. Temos uma bola defensiva forte. É uma questão de ajuste. É uma virtude do Brasil, que sempre trabalhou a bola parada – destacou o técnico na entrevista após a partida.
O outro gol sofrido no empate com o Avaí veio também de uma jogada lateral. William recebeu cruzamento rasteiro dentro da área, dominou e girou para fazer o gol. O alerta chega com a proximidade com a Libertadores. A estreia na competição ocorre dia 18 de fevereiro, no México, contra o Toluca.
O próprio comandante já havia dito que o problema seria atacado, após o amistoso com os uruguaios. A defesa foi o setor que mais recebeu mudanças na equipe gremista. O lateral Wallace Oliveira chegou para a função de Galhardo, enquanto Kadu e Fred foram contratados para brigar pelo lugar de Erazo, com vantagem para o primeiro no início da temporada.
– Dou um passo de cada vez. Enxergamos algumas falhas. Do meio para o segundo tempo trocamos do meio para perto do nosso gol. Vale como avaliação. A estreia foi importante. Temos espaço para evoluir em função da continuidade do ano passado – completou o treinador.
O Tricolor volta a treinar na manhã desta terça-feira, no CT Luiz Carvalho, depois da segunda-feira de folga ao elenco. O próximo compromisso será contra o Aimoré, na quinta-feira, 19h30, no Estádio do Vale, em Novo Hamburgo – o Grêmio cumpre suspensão por punição e não manda o jogo na Arena.
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Foram dois jogos oficiais na temporada e um amistoso. Nas três partidas, o Tricolor vazou em jogadas aéreas. Dos quatro gols, três são oriundos de jogadas de bola parada: o gol sofrido para o Danubio, um no empate em 2 a 2 com o Avaí e outro contra o Brasil de Pelotas, na vitória por 3 a 1 de domingo, pela estreia no Gauchão.
Contra os uruguaios, o gol veio de uma cobrança de falta lateral, pelo lado esquerdo de defesa. O zagueiro Kadu não conseguiu o corte e acabou desviando para o próprio gol, na pequena área. Diante do Avaí, na estreia na Primeira Liga, o gol que colocou o 2 a 2 no placar foi construído em escanteio curto cobrado do lado direito de defesa. O cruzamento foi desviado por Gabriel na primeira trave.
Neste domingo, mais uma vez a defesa tricolor vazou pelo alto. O Brasil chegou ao seu gol após cobrança de escanteio do lado esquerdo defensivo gremista. Marcelo Grohe titubeou na pequena área e deixou a bola passar. Cleverson aproveitou a falha para fazer o gol na pequena área. Roger costuma dizer que pega as informações que os jogos lhe passam para corrigir os erros no dia a dia. Certamente a bola parada receberá atenção especial do comandante.
– Não foram da mesma forma (os gols). Contra o Avaí foi uma casquinha curta. Hoje (domingo) não conseguimos neutralizar. Temos uma bola defensiva forte. É uma questão de ajuste. É uma virtude do Brasil, que sempre trabalhou a bola parada – destacou o técnico na entrevista após a partida.
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O próprio comandante já havia dito que o problema seria atacado, após o amistoso com os uruguaios. A defesa foi o setor que mais recebeu mudanças na equipe gremista. O lateral Wallace Oliveira chegou para a função de Galhardo, enquanto Kadu e Fred foram contratados para brigar pelo lugar de Erazo, com vantagem para o primeiro no início da temporada.
– Dou um passo de cada vez. Enxergamos algumas falhas. Do meio para o segundo tempo trocamos do meio para perto do nosso gol. Vale como avaliação. A estreia foi importante. Temos espaço para evoluir em função da continuidade do ano passado – completou o treinador.
O Tricolor volta a treinar na manhã desta terça-feira, no CT Luiz Carvalho, depois da segunda-feira de folga ao elenco. O próximo compromisso será contra o Aimoré, na quinta-feira, 19h30, no Estádio do Vale, em Novo Hamburgo – o Grêmio cumpre suspensão por punição e não manda o jogo na Arena.
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