A vitória do Grêmio sobre o Brasil-Pel mostra a importância que um bom volante tem para a força ofensiva de um time de futebol organizado e atualizado como é o de Roger Machado.
Qual a diferença do primeiro tempo de empate em 1 a 1 para o segundo, no qual o 3 a 1 veio naturalmente, com superioridade incontestável? Não, não foi Luan e seu repertório de outro escalão, que reúne gol, assistência perfeita e drible de entortar a coluna.
Luan fez o que vem fazendo há muito tempo: é o melhor jogador do Grêmio, obrigando seus ainda renitentes críticos entregarem os pontos. A transformação, como equipe, se deu pelo trabalho de um volante: Maicon.
A estréia gremista no Gauchão fará Romildo Bolzan viajar até Osório contemplando a Lagoa dos Patos com ainda mais certeza de que abrir o cofre para bancar os R$ 7 milhões exigidos pelo São Paulo foi uma pechincha.
Uma amostra do custo que tal economia traria se viu no primeiro tempo. O Brasil-Pel é um bom time. É o melhor do Interior, pelo entrosamento que o levou à Série B nacional.
Rogério Zimmermann é o técnico há quase quatro anos. Mas o Xavante não pode ser adversário para um Grêmio com pretensões na Libertadores. E foi, até o intervalo, dentro de sua proposta de marcar no próprio campo e sair em contra-ataque, dando ênfase na bola aérea.
Depois que Roger devolveu Maicon a sua função usual, retirando Edinho e colocando Pedro Rocha, o Grêmio passeou no Centenário como nos melhores momentos do primeiro turno do Brasileirão do ano passado.
Maicon deu o passe inteligente para Luan empatar a partida ainda no primeiro tempo, fora de lugar, pela qualidade inegável que tem. Mas o Grêmio perdeu mobilidade com ele mais adiantado, pelo lado direito, na linha logo atrás de Luan.
Sem Giuliano, o técnico optou pelo modelo da estreia na Primeira Liga, contra o Avaí, quando o volante Ramiro exerceu a função, em vez de um jogador de características ofensivas, que tanto pode ser Lincoln quanto Pedro Rocha ou Fernandinho. Só não pode ser o capitão, viu-se no Centenario.
Com Maicon adiantado, o Grêmio ficou sem a troca de passes com fluidez, desde a intermediária. Edinho evoluiu neste aspecto, mas nem se compara a Maicon. O terceiro gol é prova disso, com tabela e assistência de Maicon para Luan, pegando o campo de frente.
Em resumo: a vitória com desempenho veio também pelo talento de Luan, mas tudo começou com um volante moderno: Maicon.
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