Roger se encontrou com Felipão, quem substituiu no Grêmio, na pré (Foto: Lucas Rizzatti/GloboEsporte.com)
A Copa Libertadores da América é, sem dúvida, a principal competição do ano do Grêmio e o seu maior objetivo. Mas o Campeonato Gaúcho que se avizinha tem um valor especial para o técnico Roger Machado. Será o término de um ciclo para o comandante do Tricolor, após iniciar 2015 no comando do Novo Hamburgo e ir até as quartas de final da competição. Será a terceira vez que ele comanda uma equipe no Estadual.
Roger conhece bem a competição. Disputou várias enquanto atleta. Como comandante, porém, começa sua terceira trajetória, a segunda desde o início da temporada. Tetracampeão estadual como jogador, o treinador vive uma reviravolta após o sucesso no Brasileirão com o Grêmio. Mas o estopim da caminhada foi a chance recebida no clube do Vale dos Sinos, que o contratou para liderar um projeto cheio de nomes estrelados, como Magrão, Bolívar e Luís Mário.
Um dos últimos testes antes do início do Gauchão anterior foi justamente um amistoso contra o Grêmio do então técnico Luiz Felipe Scolari, empatado em 2 a 2. Um abraço entre os técnicos lembrou anos de conquistas fartas na década de 90 com a camisa gremista.
A campanha do Gauchão demorou a engrenar. Com atletas renomados, teve problemas para fazer o time demonstrar bom rendimento no início do trabalho. A classificação para as decisões ocorreu na última rodada da fase de grupos, com vitória dramática sobre o Caxias, com gol de Magrão aos 44 minutos do segundo tempo.
Na fase eliminatória, o embate com o Grêmio tirou o Noia da competição. No entanto, a eliminação só veio nos pênaltis. Fred, hoje zagueiro tricolor, marcou o gol do Anilado, enquanto Geromel empatou. Marcelo Grohe defendeu a cobrança de William Schuster, que viria a ser jogador gremista em 2015, e garantir a ida às semifinais.
Ali terminava a caminhada de Roger no Gauchão daquele ano. Pouco mais de um mês depois, receberia a decisiva ligação de Romildo Bolzan Júnior para assumir o Tricolor. O sucesso posterior no Brasileirão coloca novamente o Gauchão com uma importância clara: acabar com a hegemonia do rival e conquistar um título em 2016. São cinco anos sem uma taça no armário, desde o Estadual vencido em 2010.
E a obsessão tanto da diretoria quanto da comissão técnica e elenco é encerrar este jejum. A prioridade é, claro, a Libertadores. Mas o Gauchão também ganha sua relevância por conta da disputa interna com o Inter, que pode ser hexacampeão.
– Queremos muito vencer. Vamos dar a devida importância, sempre que possível com força máxima, para chegar ao final da competição e comemorar esse título – comentou o técnico Roger, após o empate com o Avaí, pela Primeira Liga.
Depois do Gauchão, Roger atingiu sucesso com o Tricolor. Em um de seus primeiros jogos, venceu o Corintihans por 3 a 1, com uma atuação intensa, surpreendendo a equipe de Tite. Ali, começou a chamar atenção do Brasil. Manteve a mesma batida, sempre com o discurso de que busca um time com intensidade em campo.
Para tanto, mostrou treinamentos diferentes no dia a dia. A maioria deles em campo reduzido, com os jogadores tendo possibilidade de dar um número limitado de toques na bola. Também mostrou intensidade ele próprio: todo dia, antes dos trabalhos, está no campo para acertar todos os detalhes, colocar faixas na grama e ajeitar as barreiras metálicas com os seus auxiliares James Freitas e Roberto Ribas.
O treinador tem dois problemas para a estreia do Gauchão. Giuliano, com lesão na fáscia plantar do pé esquerdo, e Ramiro, com lesão no tornozelo esquerdo, são baixas para a mesma função. Por ali, Maicon pode atuar, com Edinho ao lado de Walace – foi assim que treinou na sexta-feira. Outra opção é Pedro Rocha. Outras alternativas são Fernandinho e Lincoln.
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Roger conhece bem a competição. Disputou várias enquanto atleta. Como comandante, porém, começa sua terceira trajetória, a segunda desde o início da temporada. Tetracampeão estadual como jogador, o treinador vive uma reviravolta após o sucesso no Brasileirão com o Grêmio. Mas o estopim da caminhada foi a chance recebida no clube do Vale dos Sinos, que o contratou para liderar um projeto cheio de nomes estrelados, como Magrão, Bolívar e Luís Mário.
Um dos últimos testes antes do início do Gauchão anterior foi justamente um amistoso contra o Grêmio do então técnico Luiz Felipe Scolari, empatado em 2 a 2. Um abraço entre os técnicos lembrou anos de conquistas fartas na década de 90 com a camisa gremista.
A campanha do Gauchão demorou a engrenar. Com atletas renomados, teve problemas para fazer o time demonstrar bom rendimento no início do trabalho. A classificação para as decisões ocorreu na última rodada da fase de grupos, com vitória dramática sobre o Caxias, com gol de Magrão aos 44 minutos do segundo tempo.
Na fase eliminatória, o embate com o Grêmio tirou o Noia da competição. No entanto, a eliminação só veio nos pênaltis. Fred, hoje zagueiro tricolor, marcou o gol do Anilado, enquanto Geromel empatou. Marcelo Grohe defendeu a cobrança de William Schuster, que viria a ser jogador gremista em 2015, e garantir a ida às semifinais.
Ali terminava a caminhada de Roger no Gauchão daquele ano. Pouco mais de um mês depois, receberia a decisiva ligação de Romildo Bolzan Júnior para assumir o Tricolor. O sucesso posterior no Brasileirão coloca novamente o Gauchão com uma importância clara: acabar com a hegemonia do rival e conquistar um título em 2016. São cinco anos sem uma taça no armário, desde o Estadual vencido em 2010.
E a obsessão tanto da diretoria quanto da comissão técnica e elenco é encerrar este jejum. A prioridade é, claro, a Libertadores. Mas o Gauchão também ganha sua relevância por conta da disputa interna com o Inter, que pode ser hexacampeão.
– Queremos muito vencer. Vamos dar a devida importância, sempre que possível com força máxima, para chegar ao final da competição e comemorar esse título – comentou o técnico Roger, após o empate com o Avaí, pela Primeira Liga.
Depois do Gauchão, Roger atingiu sucesso com o Tricolor. Em um de seus primeiros jogos, venceu o Corintihans por 3 a 1, com uma atuação intensa, surpreendendo a equipe de Tite. Ali, começou a chamar atenção do Brasil. Manteve a mesma batida, sempre com o discurso de que busca um time com intensidade em campo.
Para tanto, mostrou treinamentos diferentes no dia a dia. A maioria deles em campo reduzido, com os jogadores tendo possibilidade de dar um número limitado de toques na bola. Também mostrou intensidade ele próprio: todo dia, antes dos trabalhos, está no campo para acertar todos os detalhes, colocar faixas na grama e ajeitar as barreiras metálicas com os seus auxiliares James Freitas e Roberto Ribas.
O treinador tem dois problemas para a estreia do Gauchão. Giuliano, com lesão na fáscia plantar do pé esquerdo, e Ramiro, com lesão no tornozelo esquerdo, são baixas para a mesma função. Por ali, Maicon pode atuar, com Edinho ao lado de Walace – foi assim que treinou na sexta-feira. Outra opção é Pedro Rocha. Outras alternativas são Fernandinho e Lincoln.
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