Foto: Omar Freitas / Agencia RBS
A homologação do plano de recuperação da OAS pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, divulgada nesta quinta-feira pela construtora, pode acelerar as negociações para a venda da Arena ao Grêmio. Aprovada pelos credores em assembleia realizada em dezembro, a proposta dá segurança jurídica à empresa para se desfazer de seus ativos e pagar sua dívida, estimada em R$ 8 bilhões.
Segundo fontes ligadas à OAS consultadas por ZH, já existe um esboço do contrato da venda do estádio ao Grêmio. Os termos da operação foram acertados ainda em setembro junto aos bancos Santander, Banrisul e Banco do Brasil, repassadores do financiamento do BNDES. A partir da homologação, clube e empreiteira devem retomar as reuniões para redação do contrato final, que passará pela aprovação do Conselho Deliberativo gremista.
Para comprar a Arena, o Grêmio desembolsará R$ 384 milhões em um prazo de 19 anos. O pagamento do débito ocorrerá em duas partes. Na primeira, que vai durar sete anos, o clube paga R$ 168 milhões, em parcelas mensais de R$ 2 milhões aos bancos, para quitar o financiamento obtido junto ao BNDES para a construção do estádio.
Nos 12 anos seguintes, o pagamento será feito à OAS, que receberá R$ 216 milhões em parcelas mensais de R$ 1,5 milhão — o mesmo que o Grêmio hoje paga para acomodar os associados no quarto anel da Arena. O clube também cede a área do Estádio Olímpico, avaliada em R$ 180 milhões, à OAS.
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Para comprar a Arena, o Grêmio desembolsará R$ 384 milhões em um prazo de 19 anos. O pagamento do débito ocorrerá em duas partes. Na primeira, que vai durar sete anos, o clube paga R$ 168 milhões, em parcelas mensais de R$ 2 milhões aos bancos, para quitar o financiamento obtido junto ao BNDES para a construção do estádio.
Nos 12 anos seguintes, o pagamento será feito à OAS, que receberá R$ 216 milhões em parcelas mensais de R$ 1,5 milhão — o mesmo que o Grêmio hoje paga para acomodar os associados no quarto anel da Arena. O clube também cede a área do Estádio Olímpico, avaliada em R$ 180 milhões, à OAS.
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