Lincoln participou do 2º tempo no amistoso contra o Danubio (Foto: Lucas Uebel / Grêmio / Divulgação)
Lincoln ascendeu ao profissional com apenas 16 anos, em 2015, sob o encantamento de Luiz Felipe Scolari. Destacou-se na pré-temporada em Gramado e fez o torcedor sonhar com um talentoso camisa 10 de ofício. Porém, o sucesso imediato atrapalhou seu início de carreira, e acabou relegado ao grupo de transição formado após a chegada de Roger Machado, que vê nele um novo potencial para 2016.
Um ano mais velho e mais experiente, o meia canhoto será o responsável pela criação de jogadas na partida desta quinta-feira, diante do Avaí, pela Copa Sul-Minas-Rio. Como o próprio jogador já admitiu em entrevista, promete maior “vontade” neste ano. O técnico rasga elogios a ele, mas pede maior participação coletiva no campo de jogo.
– O Lincoln já tem uma rodagem. É jogador de seleção de base, jogou até clássico Gre-Nal. É extremamente talentoso com a boa nos pés, tem a virtude da boa finalização e dos lançamentos, boa movimentação no meio-campo ofensivo. O que eu quero é um pouco mais de participação tática dele nos aspectos coletivos do jogo e que frequente a área com naturalidade, ali é onde as coisas se decidem. Cobrança é natural, ele é jovem. À medida que amadurece mais cedo no futebol, está apto para suportar esse tipo de carga – afirmou Roger em entrevista na quarta-feira.
A tal “participação tática”, inclusive, foi vista no trabalho que preparou o time para enfrentar os catarinenses, a partir das 21h45. No centro de treinamentos da Chapecoense, Lincoln ora apareceu centralizado, ora pelos lados do campo. Terá para seu auxílio o volante Ramiro, fazendo a função como extrema pelo lado direito, e o atacante Pedro Rocha na esquerda.
– O Ramiro já fez essa função do lado do campo. É muito importante dentro do grupo. Você muda a característica do jogo sem mexer no banco de reservas. Essa troca de posição parte do princípio de nossas variações táticas. Apesar de aparecer pelo lado, o Lincoln é nosso armador. Por isso o Pedro (Rocha) precisa ser a alternativa de amplitude pelo lado para não perder a nossa circulação de bola – analisou o treinador.
O Grêmio deve iniciar a partida na Arena Condá com Marcelo Grohe; Wesley, Rafael Thyere, Bressan e Marcelo Hermes; Edinho, Moisés, Ramiro, Lincoln e Pedro Rocha; Bobô. No domingo, a estreia será no Gauchão, diante do Brasil-Pel, às 17h, em Caxias do Sul. Dessa vez, o treinador deve escalar o time considerado titular.

Jovem de 17 anos tem a confiança de Roger Machado (Foto: Eduardo Moura/Globoesporte.com)
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Lincoln ascendeu ao profissional com apenas 16 anos, em 2015, sob o encantamento de Luiz Felipe Scolari. Destacou-se na pré-temporada em Gramado e fez o torcedor sonhar com um talentoso camisa 10 de ofício. Porém, o sucesso imediato atrapalhou seu início de carreira, e acabou relegado ao grupo de transição formado após a chegada de Roger Machado, que vê nele um novo potencial para 2016.
Um ano mais velho e mais experiente, o meia canhoto será o responsável pela criação de jogadas na partida desta quinta-feira, diante do Avaí, pela Copa Sul-Minas-Rio. Como o próprio jogador já admitiu em entrevista, promete maior “vontade” neste ano. O técnico rasga elogios a ele, mas pede maior participação coletiva no campo de jogo.
– O Lincoln já tem uma rodagem. É jogador de seleção de base, jogou até clássico Gre-Nal. É extremamente talentoso com a boa nos pés, tem a virtude da boa finalização e dos lançamentos, boa movimentação no meio-campo ofensivo. O que eu quero é um pouco mais de participação tática dele nos aspectos coletivos do jogo e que frequente a área com naturalidade, ali é onde as coisas se decidem. Cobrança é natural, ele é jovem. À medida que amadurece mais cedo no futebol, está apto para suportar esse tipo de carga – afirmou Roger em entrevista na quarta-feira.
A tal “participação tática”, inclusive, foi vista no trabalho que preparou o time para enfrentar os catarinenses, a partir das 21h45. No centro de treinamentos da Chapecoense, Lincoln ora apareceu centralizado, ora pelos lados do campo. Terá para seu auxílio o volante Ramiro, fazendo a função como extrema pelo lado direito, e o atacante Pedro Rocha na esquerda.
– O Ramiro já fez essa função do lado do campo. É muito importante dentro do grupo. Você muda a característica do jogo sem mexer no banco de reservas. Essa troca de posição parte do princípio de nossas variações táticas. Apesar de aparecer pelo lado, o Lincoln é nosso armador. Por isso o Pedro (Rocha) precisa ser a alternativa de amplitude pelo lado para não perder a nossa circulação de bola – analisou o treinador.
O Grêmio deve iniciar a partida na Arena Condá com Marcelo Grohe; Wesley, Rafael Thyere, Bressan e Marcelo Hermes; Edinho, Moisés, Ramiro, Lincoln e Pedro Rocha; Bobô. No domingo, a estreia será no Gauchão, diante do Brasil-Pel, às 17h, em Caxias do Sul. Dessa vez, o treinador deve escalar o time considerado titular.

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