Foto: Montagem sobre fotos / Agência RBS
Dois técnicos de destaque no Interior estão no caminho da dupla Gre-Nal na primeira rodada do Gauchão. Rogério Zimmermann, que pegou o Brasil-Pel na Divisão de Acesso e o colocou na Série B do Brasileirão, comanda o time contra o Grêmio, domingo, às 17h, em Caxias do Sul. Leocir Dall'Astra também tirou o Ypiranga da Segundona do Gauchão e ainda conquistou o acesso à Série C nacional. Ele encara o Inter, domingo, às 19h30min, no Beira-Rio. Confira o que os treinadores projetam sobre as estreias.
Leocir Dall'Astra, técnico do Ypiranga
Como o Ypiranga está se preparando para enfrentar o Inter no domingo?
Estamos nos preparando desde dezembro. Depois de férias de 10 dias, iniciamos a nossa pré-temporada. Priorizamos fazer jogos-treinos contra times profissionais e enfrentamos Chapecoense, Guarani de Palhoça, Glória de Vacaria e o Veranópolis. E o que mais me deixou satisfeito é que a equipe teve uma evolução grande desde o primeiro amistoso até o último. E isso nos dá bastante confiança para irmos ao Beira-Rio tentar conseguir pelo menos um ponto, para iniciarmos bem a competição. Sabemos que é difícil, mas são 90 minutos, e a gente vai mostrar a nossa capacidade.
E como o Ypiranga vai se portar na estreia, jogando no Beira-Rio?
Sempre respeitando o adversário. Nós gostamos de jogar ofensivamente e esperamos poder aplicar aquilo que trabalhamos dentro dos 90 minutos em campo. Se o time adversário tiver a qualidade do Inter, muitas vezes vai te empurrar para trás também. Sabemos que não atacaremos o tempo todo, assim como o Inter também não conseguirá pressionar o tempo todo. Vamos sempre jogar para frente, buscando a vitória, porque quem joga por um empate está mais perto da derrota. Esse é o nosso lema. Temos que entrar em campo, tentar jogar de igual para igual com o Inter, pensando na vitória. Se ela não vier, um empate está bom.
O time de domingo será o mesmo que atuou no amistoso contra o Veranópolis?
Acredito que vai ser a mesma equipe. Talvez com alguma alteração na lateral direita e no meio. Mas se todo mundo estiver em condições de jogar, vai ser difícil ter alguma mudança. Espero que durante a semana não aconteça nada. Provavelmente, será o mesmo time que entrará em campo.
O que podemos esperar do Ypiranga neste Gauchão?
Como sempre, uma equipe muito aguerrida. O destaque da nossa equipe é o conjunto, a solidariedade entre os jogadores e a entrega nos 90 minutos. Nisso, o torcedor pode estar confiante. A gente não se entrega nunca. Se classificarmos à segunda fase, inicia-se um campeonato à parte. E quem estiver com maior concentração vai passar para a próxima fase. O principal é classificar entre os oito.
Rogério Zimmermann, técnico do Brasil-Pel
Como o Brasil-Pel está se preparando para enfrentar o Grêmio no domingo?
São duas frentes. A primeira é o Grêmio. É sempre muito difícil você atuar contra a dupla Gre-Nal, é sempre um jogo que vai te exigir muito. A outra questão é o mando de campo, que é nosso, mas vamos jogar em Caxias (o clube cumpre a perda de um mando de campo devido à confusão na semifinal com o Inter, no ano passado). Vamos viajar mais de cinco horas para fazer a partida. O Grêmio, que é o visitante, vai viajar bem menos. Mas tem o outro lado: quando cheguei aqui, estávamos na segunda divisão do Gauchão e lutamos muito para voltar, justamente para termos bons jogos, para termos visibilidade e para pegar adversários fortes. Tem a dificuldade de ser o Grêmio, mas também tem o estímulo de ser uma estreia de Gauchão e em um bom estádio. O desafio é grande, mas ao mesmo tempo isso nos estimula.
Qual é a diferença do time que estreia no Gauchão para o time que subiu à Série B do Brasileirão no ano passado?
Diria que é muito parecido. Estamos iniciando a semana, não poderia dizer agora que vai ser igual. Mas vai ser muito parecido com aquela base que jogou contra o Fortaleza e conseguiu o acesso.
O que podemos esperar do Brasil-Pel neste Gauchão?
Nós temos objetivos curtos: quando alcançamos um, traçamos outro. E assim tem sido em todas as competições que participamos. Nossa primeira preocupação, em se tratando de time do Interior, é a manutenção na primeira divisão. Se permanecermos, pensamos na próxima fase. Nós até podemos ter outras ambições e pensar grande, mas não adianta pensarmos nisso se não tivermos essa manutenção.
E para o restante da temporada? Agora com a Série B e a Copa do Brasil, o clube tem um planejamento diferenciado em relação aos últimos anos?
É bem parecido. O time que atuar no Estadual será a base que disputará a Série B e a Copa do Brasil. O Brasil-Pel está passando por um período difícil. Vai começar a construção de um novo estádio, mais moderno e proporcional à grandeza da torcida. É um processo difícil, e o que queremos é passar esse período de turbulência, no mínimo, mantendo o que já foi conquistado.
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Dois técnicos de destaque no Interior estão no caminho da dupla Gre-Nal na primeira rodada do Gauchão. Rogério Zimmermann, que pegou o Brasil-Pel na Divisão de Acesso e o colocou na Série B do Brasileirão, comanda o time contra o Grêmio, domingo, às 17h, em Caxias do Sul. Leocir Dall'Astra também tirou o Ypiranga da Segundona do Gauchão e ainda conquistou o acesso à Série C nacional. Ele encara o Inter, domingo, às 19h30min, no Beira-Rio. Confira o que os treinadores projetam sobre as estreias.
Leocir Dall'Astra, técnico do Ypiranga
Como o Ypiranga está se preparando para enfrentar o Inter no domingo?
Estamos nos preparando desde dezembro. Depois de férias de 10 dias, iniciamos a nossa pré-temporada. Priorizamos fazer jogos-treinos contra times profissionais e enfrentamos Chapecoense, Guarani de Palhoça, Glória de Vacaria e o Veranópolis. E o que mais me deixou satisfeito é que a equipe teve uma evolução grande desde o primeiro amistoso até o último. E isso nos dá bastante confiança para irmos ao Beira-Rio tentar conseguir pelo menos um ponto, para iniciarmos bem a competição. Sabemos que é difícil, mas são 90 minutos, e a gente vai mostrar a nossa capacidade.
E como o Ypiranga vai se portar na estreia, jogando no Beira-Rio?
Sempre respeitando o adversário. Nós gostamos de jogar ofensivamente e esperamos poder aplicar aquilo que trabalhamos dentro dos 90 minutos em campo. Se o time adversário tiver a qualidade do Inter, muitas vezes vai te empurrar para trás também. Sabemos que não atacaremos o tempo todo, assim como o Inter também não conseguirá pressionar o tempo todo. Vamos sempre jogar para frente, buscando a vitória, porque quem joga por um empate está mais perto da derrota. Esse é o nosso lema. Temos que entrar em campo, tentar jogar de igual para igual com o Inter, pensando na vitória. Se ela não vier, um empate está bom.
O time de domingo será o mesmo que atuou no amistoso contra o Veranópolis?
Acredito que vai ser a mesma equipe. Talvez com alguma alteração na lateral direita e no meio. Mas se todo mundo estiver em condições de jogar, vai ser difícil ter alguma mudança. Espero que durante a semana não aconteça nada. Provavelmente, será o mesmo time que entrará em campo.
O que podemos esperar do Ypiranga neste Gauchão?
Como sempre, uma equipe muito aguerrida. O destaque da nossa equipe é o conjunto, a solidariedade entre os jogadores e a entrega nos 90 minutos. Nisso, o torcedor pode estar confiante. A gente não se entrega nunca. Se classificarmos à segunda fase, inicia-se um campeonato à parte. E quem estiver com maior concentração vai passar para a próxima fase. O principal é classificar entre os oito.
Rogério Zimmermann, técnico do Brasil-Pel
Como o Brasil-Pel está se preparando para enfrentar o Grêmio no domingo?
São duas frentes. A primeira é o Grêmio. É sempre muito difícil você atuar contra a dupla Gre-Nal, é sempre um jogo que vai te exigir muito. A outra questão é o mando de campo, que é nosso, mas vamos jogar em Caxias (o clube cumpre a perda de um mando de campo devido à confusão na semifinal com o Inter, no ano passado). Vamos viajar mais de cinco horas para fazer a partida. O Grêmio, que é o visitante, vai viajar bem menos. Mas tem o outro lado: quando cheguei aqui, estávamos na segunda divisão do Gauchão e lutamos muito para voltar, justamente para termos bons jogos, para termos visibilidade e para pegar adversários fortes. Tem a dificuldade de ser o Grêmio, mas também tem o estímulo de ser uma estreia de Gauchão e em um bom estádio. O desafio é grande, mas ao mesmo tempo isso nos estimula.
Qual é a diferença do time que estreia no Gauchão para o time que subiu à Série B do Brasileirão no ano passado?
Diria que é muito parecido. Estamos iniciando a semana, não poderia dizer agora que vai ser igual. Mas vai ser muito parecido com aquela base que jogou contra o Fortaleza e conseguiu o acesso.
O que podemos esperar do Brasil-Pel neste Gauchão?
Nós temos objetivos curtos: quando alcançamos um, traçamos outro. E assim tem sido em todas as competições que participamos. Nossa primeira preocupação, em se tratando de time do Interior, é a manutenção na primeira divisão. Se permanecermos, pensamos na próxima fase. Nós até podemos ter outras ambições e pensar grande, mas não adianta pensarmos nisso se não tivermos essa manutenção.
E para o restante da temporada? Agora com a Série B e a Copa do Brasil, o clube tem um planejamento diferenciado em relação aos últimos anos?
É bem parecido. O time que atuar no Estadual será a base que disputará a Série B e a Copa do Brasil. O Brasil-Pel está passando por um período difícil. Vai começar a construção de um novo estádio, mais moderno e proporcional à grandeza da torcida. É um processo difícil, e o que queremos é passar esse período de turbulência, no mínimo, mantendo o que já foi conquistado.
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