Romildo está no caminho certo
Foto: Félix Zucco / Agencia RBS
Me solidarizo com a dificuldade do presidente Romildo Bolzan Júnior em garimpar grandes reforços, principalmente para o ataque. Depois da suposta tentativa de Robinho, o mercado vai ficando ainda mais complicado, com poucas e caras opções. A política de pé no chão do nosso mandatário tem muita razão de ser, pois basta lembrar os desmandos— e erros — de Paulo Odone quando esteve à frente do clube, para ver o quanto Bolzan acerta atualmente.
Nesses momentos, lembro da política implantada pelo grande presidente Fábio Koff e pelo titular, Luiz Carlos Silveira Martins, a partir de 1993, quando começou a montagem do time que viria a ser campeão da Copa do Brasil, do Brasileirão e da Libertadores da América. Na época, eles reuniram nomes da base, como Roger e Danrlei, garimparam nomes conhecidos do futebol nacional, como Dinho e Luiz Carlos Goiano, aliados a novatos, até então desconhecidos, como Jardel.
Atitude corajosa
Porém, essa política não é nada fácil de se colocar em prática nos dias atuais. Analisando grandes nomes, que ainda estão na época dos grandes salários, fica quase inviável para o Tricolor trazê-los. Alguns nomes medianos que são oferecidos, também são caros e não nos dão nenhuma garantia de retorno.
Ressalto essa dificuldade para reconhecer a coragem do presidente ao manter Luan, que teve proposta de R$ 50 milhões de um clube do Exterior, em 2015, segundo revelação de Bolzan, em café da manhã com jornalistas, ontem. Mesmo que a venda de um jogador se faça necessária, nada garantiria que o Grêmio investiria o dinheiro em trazer outros nomes da mesma qualidade.
Na atual situação, além de tentar buscar um jogador diferenciado, o negócio é manter o que temos por aqui, como as estratégias acertadas feitas por Bolzan, garantindo nomes como Maicon, Geromel, Marcelo Grohe e o próprio Luan.
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Foto: Félix Zucco / Agencia RBS
Me solidarizo com a dificuldade do presidente Romildo Bolzan Júnior em garimpar grandes reforços, principalmente para o ataque. Depois da suposta tentativa de Robinho, o mercado vai ficando ainda mais complicado, com poucas e caras opções. A política de pé no chão do nosso mandatário tem muita razão de ser, pois basta lembrar os desmandos— e erros — de Paulo Odone quando esteve à frente do clube, para ver o quanto Bolzan acerta atualmente.
Nesses momentos, lembro da política implantada pelo grande presidente Fábio Koff e pelo titular, Luiz Carlos Silveira Martins, a partir de 1993, quando começou a montagem do time que viria a ser campeão da Copa do Brasil, do Brasileirão e da Libertadores da América. Na época, eles reuniram nomes da base, como Roger e Danrlei, garimparam nomes conhecidos do futebol nacional, como Dinho e Luiz Carlos Goiano, aliados a novatos, até então desconhecidos, como Jardel.
Atitude corajosa
Porém, essa política não é nada fácil de se colocar em prática nos dias atuais. Analisando grandes nomes, que ainda estão na época dos grandes salários, fica quase inviável para o Tricolor trazê-los. Alguns nomes medianos que são oferecidos, também são caros e não nos dão nenhuma garantia de retorno.
Ressalto essa dificuldade para reconhecer a coragem do presidente ao manter Luan, que teve proposta de R$ 50 milhões de um clube do Exterior, em 2015, segundo revelação de Bolzan, em café da manhã com jornalistas, ontem. Mesmo que a venda de um jogador se faça necessária, nada garantiria que o Grêmio investiria o dinheiro em trazer outros nomes da mesma qualidade.
Na atual situação, além de tentar buscar um jogador diferenciado, o negócio é manter o que temos por aqui, como as estratégias acertadas feitas por Bolzan, garantindo nomes como Maicon, Geromel, Marcelo Grohe e o próprio Luan.
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