O assunto foi discutido em reunião no Rio de Janeiro
Por unanimidade, os membros da Primeira Liga decidiram em reunião no Rio de Janeiro, na última terça-feira, que, em caso de punição da Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro) a Flamengo e Fluminense, eles podem boicotar o Brasileiro em uma medida extrema. A convite da CBF, Gilvan de Pinho Tavares, do Cruzeiro, irá se encontrar com Rubens Lopes, da federação carioca, ainda nesta semana.
O encontro estava previsto para acontecer nesta quarta-feira.
A informação do possível abandono dos times foi revelada pelo portal Terra e confirmada pelo ESPN.com.br.
Os dirigentes não acreditam que precisão chegar a uma atitude tão radical assim.
"Foi (discutida essa possibilidade). A decisão unânime foi aguardar para ver o tipo de punição que as federações podem aplicar a Flamengo e Fluminense e aí reagirmos na mesma altura a ela. Agora, estamos cientes do processo pleno de entendimento que temos e que ela não deva ocorrer. Foi uma mostra de solidariedade aos dois (Flamengo e Fluminese)", afirmou o vice-presidente do Coritiba, Alceni Guerra, ao ESPN.com.br.
"Até porque a criação da liga não é política, mas, sim, econômica para encontramos novas formas de rentabilidade. Como Flamengo e Fluminense se ofereceram para disputar, achamos, assim, imprescindível a participação deles. Estamos solidários no que vier", prosseguiu.
"Ninguém se posicionou contrário (a um boicote). Fui até uma voz um pouco discordante nesse aspecto. Mas, se for necessária uma medida extrema dessas de apoio a Flamengo e Fluminense, vamos fazer", completou.
Mesmo pressionada pela CBF, que poderia recorrer à Fifa para punir os clubes, a Primeira Liga manteve a sua primeira edição para 2016. Ela terá início no próximo dia 27.
Causou estranheza entre os 15 clubes a mudança de postura da CBF ao longo do tempo. Alguns deles ainda argumentam que a Libertadores gera mais conflito ao calendário do que a Primeira Liga causará e que, por isso, não compreendem o imbróglio.
Doze clubes participam da Primeira Liga: América-MG, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Coritiba, Criciúma, Cruzeiro, Grêmio, Internacional, Figueirense, Flamengo e Fluminense. A competição formada pela Liga, também conhecida como Liga-Sul-Minas, vai até 31 de março.
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Por unanimidade, os membros da Primeira Liga decidiram em reunião no Rio de Janeiro, na última terça-feira, que, em caso de punição da Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro) a Flamengo e Fluminense, eles podem boicotar o Brasileiro em uma medida extrema. A convite da CBF, Gilvan de Pinho Tavares, do Cruzeiro, irá se encontrar com Rubens Lopes, da federação carioca, ainda nesta semana.
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A informação do possível abandono dos times foi revelada pelo portal Terra e confirmada pelo ESPN.com.br.
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"Foi (discutida essa possibilidade). A decisão unânime foi aguardar para ver o tipo de punição que as federações podem aplicar a Flamengo e Fluminense e aí reagirmos na mesma altura a ela. Agora, estamos cientes do processo pleno de entendimento que temos e que ela não deva ocorrer. Foi uma mostra de solidariedade aos dois (Flamengo e Fluminese)", afirmou o vice-presidente do Coritiba, Alceni Guerra, ao ESPN.com.br.
"Até porque a criação da liga não é política, mas, sim, econômica para encontramos novas formas de rentabilidade. Como Flamengo e Fluminense se ofereceram para disputar, achamos, assim, imprescindível a participação deles. Estamos solidários no que vier", prosseguiu.
"Ninguém se posicionou contrário (a um boicote). Fui até uma voz um pouco discordante nesse aspecto. Mas, se for necessária uma medida extrema dessas de apoio a Flamengo e Fluminense, vamos fazer", completou.
Mesmo pressionada pela CBF, que poderia recorrer à Fifa para punir os clubes, a Primeira Liga manteve a sua primeira edição para 2016. Ela terá início no próximo dia 27.
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Doze clubes participam da Primeira Liga: América-MG, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Coritiba, Criciúma, Cruzeiro, Grêmio, Internacional, Figueirense, Flamengo e Fluminense. A competição formada pela Liga, também conhecida como Liga-Sul-Minas, vai até 31 de março.
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