Saídas de 22 jogadores mudam finanças do Grêmio em 2026

Grêmio gastou R 49 milhões em rescisões em 2026, mas projeta economia de R 46 milhões com saídas de jogadores e ajustes na folha salarial.


Fonte: Grêmio Avalanche

Saídas de 22 jogadores mudam finanças do Grêmio em 2026

Quanto o Grêmio gastou e qual a economia projetada com as saídas de jogadores em 2026


O Grêmio viveu uma verdadeira revolução em seu elenco na temporada de 2026. Foram 22 saídas de jogadores, entre rescisões, empréstimos, vendas e devoluções. A reportagem teve acesso aos valores que envolvem os acordos e revela o impacto financeiro dessa reformulação.





O custo para romper contratos chegou a R$ 49 milhões. Esse montante não foi pago de uma só vez: os acordos variam entre 12 e 30 parcelas, já que os vínculos tinham prazos diferentes, muitos até o fim de 2027. A soma das indenizações gera uma “folha paralela” de mais de R$ 2 milhões mensais, que será diluída até o fim da atual gestão.



Por outro lado, a saída desses atletas representa uma economia significativa. Caso os nove contratos tivessem sido cumpridos, o custo total seria de R$ 95 milhões. Ou seja, o Grêmio projeta uma diferença positiva de R$ 46 milhões entre salários que deixaram de ser pagos e as indenizações acertadas.





Entre os casos mais emblemáticos está o do volante Cuéllar. Com salário superior a R$ 1 milhão e apenas 19 jogos disputados, o colombiano não aceitou renegociar valores e receberá cerca de R$ 16 milhões em indenização. Já Rodrigo Ely abriu mão de compensação e retornou ao Almería, da Espanha. Outros nomes como Tiago Volpi, Jémerson, Lucas Esteves, Carballo, Edenilson, Mila e Cristaldo tiveram negociações que reduziram multas previstas.



Enquanto enxugava a folha, o clube também foi às compras. Foram cerca de US$ 20 milhões (R$ 100 milhões) investidos em reforços como Nardoni, Perez, Enamorado e Tetê — este último a contratação mais cara da história do Grêmio, avaliada em R$ 40 milhões. Weverton e Caio Paulista chegaram sem custo, e nove jovens da base foram promovidos ao elenco principal.



Com as mudanças, a folha salarial subiu de R$ 21 milhões para R$ 23 milhões mensais, incluindo comissão técnica. Para o segundo semestre, novas saídas e chegadas são esperadas, com a busca por um lateral e um meia. Uma grande venda também é cogitada, nos moldes da negociação de Alysson com o Aston Villa, que rendeu cerca de R$ 60 milhões. A meta é reduzir os gastos mensais em R$ 5 milhões.



Conclusão: A reformulação de 2026 custou caro, mas abre espaço para uma economia robusta e para um elenco renovado. O torcedor gremista acompanha de perto os próximos capítulos dessa gestão, que promete mais movimentações no mercado e ajustes financeiros decisivos.


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