Após acordo, Fábio Koff se aproximará mais de vestiário do Grêmio

Após assinatura de aditivo com OAS, presidente terá menos problemas institucionais para resolver, depois das férias. Mandatário elogia campanha no Brasileiro


Fonte: LanceNet!

Presidente Koff vai acompanhar mais de perto o vestiário gremista (Foto: Eduardo Moura)

O Grêmio terá um presidente mais atuante no segundo semestre deste ano, os últimos seis meses de mandato. Maior dirigente da história do clube, Fábio Koff poderá se dedicar mais ao futebol após a assinatura do acordo com a OAS, que ocorreu no início da semana.

Eleito para o biênio 2013/2014, Koff precisou se dedicar nas negociações do aditivo nos últimos dezesseis meses. Claro que acompanhou o futebol, mas tinha como objetivo principal do clube rever os pontos da parceria com a empreiteira para viabilizar financeiramente o clube novamente. Agora, o próprio admite que estará mais próximo de Enderson Moreira e seus comandados.

- Acho que sim (estar mais perto do futebol). Vou tirar um período de folga, depois vou nomear o comitê da Operação Grêmio e me dedicar mais ao futebol. Estamos a quatro pontos do líder, confição que não estavamos no ano passado nesta altura. Temos condições de reforçar a equipe, o que não tinhamos no início do ano. Vamos estar embrulhados com qualquer clube. O Grêmio é o único clube que não perdeu jogo em casa, resultado mais negativo foi um empate. Subindo 6%, vai estar entre os finalistas. Se não for ele o líder - discorreu Koff.

Koff viajará no sábado em férias. Deve retornar ao seu posto no dia 25. Enquanto estiver fora, deixará a presidência na mão de um dos seus vices, Adalberto Preis. O Tricolor se reapresentará no dia 16 para começar os treinamentos na intertemporada. Está em sexto no Brasileirão, com 15 pontos, quatro atrás do líder Cruzeiro e um de Fluminense, São Paulo, Corinthians e Inter.

Maior vencedor da história gremista, com o bi da América em 83 e 95 e o Mundial em 83, Koff não externou publicamente se irá ou não concorrer nas eleições deste ano. Se a tendência se confirmar e ele não concorrer, terá praticamente apenas seis meses dedicados integralmente ao futebol, por conta da complicada negociação com a empreiteira.

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