Na madrugada desta quinta-feira (22), os torcedores do Botafogo realizaram um protesto acalorado, manifestando sua insatisfação com o baixo desempenho recente da equipe. Os muros do Estádio Nilton Santos foram pichados, e o atacante Tiquinho Soares emergiu como o principal alvo das críticas. Marlon Freitas, Eduardo e o diretor de futebol André Mazzuco também foram alvos dos protestos, e o time foi chamado de "sem sangue" e "covarde".
O descontentamento dos torcedores ganhou força após o empate do Botafogo contra o Aurora, time boliviano, resultado que culminou na demissão do técnico Tiago Nunes. O atacante Tiquinho Soares, de 33 anos, foi duramente criticado por suas atuações aquém do esperado, inclusive desperdiçando um pênalti na última partida, o que ampliou a revolta da torcida.
A situação de Tiquinho ganhou ainda mais relevância diante da recente busca do Grêmio por um centroavante. O clube carioca recusou uma proposta do Grêmio no valor expressivo de R$ 21,3 milhões, e a procura do Grêmio por um novo atacante intensificou a pressão sobre Tiquinho.
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