Dupla mineira perde dinheiro de arrecadação por conta de antecipações de últimas gestões
Quando faz a adesão ao pacote de pay-per-view, o torcedor marca qual time será beneficiado com parte do dinheiro desta compra. Com torcidas parelhas à do Grêmio, atleticanos e cruzeirenses viram o tricolor gaúcho arrecadar com este segmento mais do que a somatória do valor alcançado pelos dois gigantes do futebol mineiro na temporada de 2022. A explicação para isso é o fato de Atlético e Cruzeiro, ao anteciparem receitas com a televisão, terem perdido vantagem no contrato de jogos no canal Premiere.
A revelação dos valores arrecadados pelos clubes com pay-per-view em 2022 foi feita nesta segunda-feira (27), na coluna de Allan Simon, no site UOL. Os números revelam o Grêmio recebendo R$ 45,3 milhões. O Cruzeiro faturou R$ 22,1 milhões, e o Atlético, R$ 19,9 milhões.
O que provoca a diferença é o modelo de remuneração com o pay-per-view para cada clube, que sempre tiveram cotas parelhas na Série A do Campeonato Brasileiro por terem realidades próximas.
Mas isso mudou na segunda metade da década passada. Um grupo de clubes, entre eles Atlético e Cruzeiro, ao pedir à Globo para anteciparem receitas de televisão com instituições financeiras, abriram mão do valor mínimo do pay-per-view, que foi calculado em cima de uma realidade que foi mudando a cada ano, com a crise econômica. Isso foi revelado pelo jornalista Rodrigo Mattos, em 2020.
O Grêmio não antecipou receita de televisão com bancos, por isso seu contrato original ainda é válido. Por isso ele arrecadou R$ 45,3 milhões com pay-per-view. Fosse considerada apenas a venda de pacotes para os seus torcedores, o tricolor gaúcho receberia R$ 24,2 milhões, valor muito próximo dos R$ 22,1 milhões do Cruzeiro, e R$ 19,9 milhões do Atlético.
O Internacional, rival histórico do Grêmio, segundo o levantamento de Allan Simon, ficou com R$ 18,8 milhões em 2022 no que se refere a pay-per-view, pois assim como a dupla mineira também abriu mão da cota mínima para fazer antecipação de receita de televisão.
Apesar de as diretorias atuais de Atlético e Cruzeiro serem “vítimas” de gestões passadas, pois estão recebendo menos da metade do que os clubes deveriam lucrar com o pay-per-view, a reportagem da Itatiaia pediu a posição dos dois clubes sobre o assunto.
O Galo confirma a situação, mas garante desconhecer o acordo do Grêmio com a televisão: “O Atlético fez adiantamentos em gestões anteriores e o acordo que ele tem com o Premiere está ligado diretamente ao número de assinantes que declaram torcer para o clube. O Atlético desconhece o acordo que o Grêmio tem, que os outros clubes têm”.
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Quando faz a adesão ao pacote de pay-per-view, o torcedor marca qual time será beneficiado com parte do dinheiro desta compra. Com torcidas parelhas à do Grêmio, atleticanos e cruzeirenses viram o tricolor gaúcho arrecadar com este segmento mais do que a somatória do valor alcançado pelos dois gigantes do futebol mineiro na temporada de 2022. A explicação para isso é o fato de Atlético e Cruzeiro, ao anteciparem receitas com a televisão, terem perdido vantagem no contrato de jogos no canal Premiere.
A revelação dos valores arrecadados pelos clubes com pay-per-view em 2022 foi feita nesta segunda-feira (27), na coluna de Allan Simon, no site UOL. Os números revelam o Grêmio recebendo R$ 45,3 milhões. O Cruzeiro faturou R$ 22,1 milhões, e o Atlético, R$ 19,9 milhões.
O que provoca a diferença é o modelo de remuneração com o pay-per-view para cada clube, que sempre tiveram cotas parelhas na Série A do Campeonato Brasileiro por terem realidades próximas.
Mas isso mudou na segunda metade da década passada. Um grupo de clubes, entre eles Atlético e Cruzeiro, ao pedir à Globo para anteciparem receitas de televisão com instituições financeiras, abriram mão do valor mínimo do pay-per-view, que foi calculado em cima de uma realidade que foi mudando a cada ano, com a crise econômica. Isso foi revelado pelo jornalista Rodrigo Mattos, em 2020.
O Grêmio não antecipou receita de televisão com bancos, por isso seu contrato original ainda é válido. Por isso ele arrecadou R$ 45,3 milhões com pay-per-view. Fosse considerada apenas a venda de pacotes para os seus torcedores, o tricolor gaúcho receberia R$ 24,2 milhões, valor muito próximo dos R$ 22,1 milhões do Cruzeiro, e R$ 19,9 milhões do Atlético.
O Internacional, rival histórico do Grêmio, segundo o levantamento de Allan Simon, ficou com R$ 18,8 milhões em 2022 no que se refere a pay-per-view, pois assim como a dupla mineira também abriu mão da cota mínima para fazer antecipação de receita de televisão.
Apesar de as diretorias atuais de Atlético e Cruzeiro serem “vítimas” de gestões passadas, pois estão recebendo menos da metade do que os clubes deveriam lucrar com o pay-per-view, a reportagem da Itatiaia pediu a posição dos dois clubes sobre o assunto.
O Galo confirma a situação, mas garante desconhecer o acordo do Grêmio com a televisão: “O Atlético fez adiantamentos em gestões anteriores e o acordo que ele tem com o Premiere está ligado diretamente ao número de assinantes que declaram torcer para o clube. O Atlético desconhece o acordo que o Grêmio tem, que os outros clubes têm”.
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