Foto: Reprodução
Ao longo de sua centenária e vitoriosa história, o Grêmio teve muitos jogadores que marcaram época. Para relembrar um pouco de grades momentos vividos pelo Tricolor, o Portal do Gremista destaca grandes atletas que se destacaram com o número 11.
A lista conta com um “Canhão”, um 10 que vestia a 11 e um campeão do mundo com a Seleção Brasileira. Também merece destaque um craque passou pouco tempo pela capital gaúcha, mas ficou gravado na memória do Clube.
1) Eder Aleixo
Natural na cidade de Vespasiano-MG, o camisa 11 iniciou na base do América-MG e foi trazido ao Imortal pelo saudoso treinador Telê Santana, em 1977.
Com muita força e ótima finalização, Eder Aleixo formou um trio de ataque histórico com André Catimba e Tarciso. O “Canhão do Olímpico”, apelido que logo recebeu, atuou por três temporadas no Grêmio e foi bicampeão gaúcho, em 1977 e 1979.
Autor de 66 gols com o manto tricolor, o atacante teve seu melhor momento da carreira no Atlético-MG e foi convocado para a Copa do Mundo de 1982, fazendo parte da Seleção Brasileira que é lembrada até hoje por seu talento.
2) Carlos Miguel
O “10” que jogava com a 11. O ex-meio-campista era um dos grandes destaques do Grêmio na década de 90, sendo um dos jogadores símbolos para espantar os desavisados que contestavam a falta de técnica do Imortal.
Carlos Miguel era rápido, habilidoso e exímio cobrador de bola parada. Vice-campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior pelo Clube em 1991, Miguelito construiu uma linda carreira em Porto Alegre, sendo peça-chave nas equipes comandadas por Felipão e conquistando uma série de títulos: Gauchão (1993, 1995 e 1996), Copa do Brasil (1994 e 1997), Libertadores (1995), Recopa Sul-Americana (1996) e Campeonato Brasileiro (1996).
3) Zinho
Campeão da Copa do Mundo de 1994 com a Seleção Brasileira, o meia desfilou seu talento com a camisa do Grêmio entre 2000 e 2002, marcando 49 gols em 153 jogos.
Em 2001, Zinho foi peça importantíssima e capitão do time treinado pelo técnico Tite na conquista do tetracampeonato da Copa do Brasil. O ex-jogador eternizou seu nome na Calçada da Fama do Clube.
Menção honrosa: Mário Sérgio
O saudoso ex-jogador e treinador teve pouco tempo para demonstrar seu talento pelo Imortal, mas brilhou intensamente. Por indicação de Valdir Espinosa, o Grêmio fechou com Mário Sérgio para a disputa do Mundial de Clubes de 1983, contra o Hamburgo, e a contratação deu muito certo.
Apesar de vir a contragosto de alguns dirigentes, ele foi bancado por Espinosa e foi um dos melhores em campo diante dos alemães, ao lado do ídolo e atual treinador Renato Portaluppi.
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Autor de 66 gols com o manto tricolor, o atacante teve seu melhor momento da carreira no Atlético-MG e foi convocado para a Copa do Mundo de 1982, fazendo parte da Seleção Brasileira que é lembrada até hoje por seu talento.
2) Carlos Miguel
O “10” que jogava com a 11. O ex-meio-campista era um dos grandes destaques do Grêmio na década de 90, sendo um dos jogadores símbolos para espantar os desavisados que contestavam a falta de técnica do Imortal.
Carlos Miguel era rápido, habilidoso e exímio cobrador de bola parada. Vice-campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior pelo Clube em 1991, Miguelito construiu uma linda carreira em Porto Alegre, sendo peça-chave nas equipes comandadas por Felipão e conquistando uma série de títulos: Gauchão (1993, 1995 e 1996), Copa do Brasil (1994 e 1997), Libertadores (1995), Recopa Sul-Americana (1996) e Campeonato Brasileiro (1996).
3) Zinho
Campeão da Copa do Mundo de 1994 com a Seleção Brasileira, o meia desfilou seu talento com a camisa do Grêmio entre 2000 e 2002, marcando 49 gols em 153 jogos.
Em 2001, Zinho foi peça importantíssima e capitão do time treinado pelo técnico Tite na conquista do tetracampeonato da Copa do Brasil. O ex-jogador eternizou seu nome na Calçada da Fama do Clube.
Menção honrosa: Mário Sérgio
O saudoso ex-jogador e treinador teve pouco tempo para demonstrar seu talento pelo Imortal, mas brilhou intensamente. Por indicação de Valdir Espinosa, o Grêmio fechou com Mário Sérgio para a disputa do Mundial de Clubes de 1983, contra o Hamburgo, e a contratação deu muito certo.
Apesar de vir a contragosto de alguns dirigentes, ele foi bancado por Espinosa e foi um dos melhores em campo diante dos alemães, ao lado do ídolo e atual treinador Renato Portaluppi.
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