Sucessão a Romildo Bolzan gera debate nos bastidores do Grêmio; veja nomes cotados

Estatuto do clube prevê dois cenários para definir o próximo mandatário


Fonte: GaúchaZH

Foto: Félix Zucco / Agencia RBS
Envolvido na disputa da temporada, o Grêmio tem outro tema debatido nos bastidores há algumas semanas: a sucessão presidencial. O tempo que resta até o próximo pleito é longo, mas há possibilidade de Romildo Bolzan Júnior deixar o cargo de forma antecipada para concorrer ao governo do Rio Grande do Sul em 2022 —possibilidade negada pelo dirigente até o momento.



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São duas hipóteses ventiladas na Arena sobre quem seria o substituto do responsável por comandar o clube desde 2015, e o estatuto do Tricolor prevê situações distintas previstas a partir de uma saída do presidente.

O regimento interno é interpretado por conselheiros e membros do Conselho de Administração com base no artigo 89. De acordo com o regulamento gremista, em caso de eventual renúncia de Bolzan quando pelo menos metade do mandato já tiver sido cumprida, o substituto será o vice-presidente com a matrícula mais antiga.

A partir de uma atualização dos cadastros, Duda Kroeff passou a ser o associado mais antigo, já que o seu vínculo é datado em julho de 1962 — um mês mais antigo do que a associação de Adalberto Preis.

Confira o trecho do estatuto: "Art. 89. Ficando vago o cargo de Presidente do GRÊMIO por renúncia, exoneração, morte ou outro impedimento definitivo, será preenchido pelo tempo faltante do mandato, mediante nova eleição que será realizada até 30 (trinta) dias a contar da vacância. § 1º. Se o mandato tiver sido cumprido por tempo superior à metade do previsto, o cargo vago será preenchido automaticamente pelo Vice-Presidente com matrícula social mais antiga dentre os que preenchem os requisitos do art. 90, I, deste Estatuto".

Esse cenário é analisado internamente com mais frequência pela cúpula do Tricolor.

Saída provisória

Há, contudo, outro trecho do estatuto que é avaliado em caso de possível saída do mandatário e que poderá ser acionado. Se Bolzan for confirmado como candidato ao Palácio Piratini pelo PDT, ele poderá pedir licença da função em vez de renunciar. Desta forma, a interpretação é de que ele poderá definir o seu substituto provisório.

A leitura que é feita nos bastidores se deve ao terceiro parágrafo do artigo 81 do estatuto do Grêmio. Nesta hipótese, ele definiria dentro do Conselho de Gestão o seu "sucessor" temporário. Os artigos 85 e 90 corroboram esta eventual decisão. A convenção do PDT está prevista para ocorrer até julho de 2022.

Confira o trecho: "3º. Se o Membro do Conselho de Administração for candidato a cargo eletivo, a partir da homologação de seu nome pelo partido político ficará automaticamente licenciado do cargo ocupado no GRÊMIO até 30 (trinta) dias após o término do pleito".



O tema não será admitido publicamente pelos dirigentes, mas as conversas começaram a ser realizadas para evitar surpresas ou disputas políticas. Atualmente, os seis vices que podem ser nomeados para a função são Duda Kroeff, Adalberto Preis, Cláudio Oderich, Marcos Herrmann, Paulo Luz e César Augusto Peixoto.







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Comentários



Luis Rogerio     

Concordo com o Valdair e com o Leco

Leco Silva     

Mão de vaca ou não um dos melhores presidente que vi ate hj campeão sem estrelas no time com dindim em caixa e próximo de pagar a cheve da arena por mim não sairia da presidência so se ele quisesse

Baita administrador esse presidente bolzan se não fosse por eke bos estávamos que nem o cruzeiro e muitos outros. Junto com o kof foi o melhor da historia como presidente e administrador tomara que fique

Victor Finamor     

Não sendo mais um mão de vaca, pode ser qualquer um.

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