Relembre cinco atacantes da base que não se firmaram no Grêmio

Com a saída iminente de Pepê, “dinastia dos pontas” busca um novo protagonista


Fonte: GZH

Foto: Carlos Macedo
Pela primeira vez desde 2016 o Grêmio viverá uma dúvida no time titular: com a venda de Pepê para o Porto, quem será o jogador escolhido para suprir esta lacuna na equipe? Desde o último título da Copa do Brasil, em 2016, a torcida gremista se acostumou a contar com substitutos para a ponta esquerda já estabelecidos dentro do elenco.

Sempre que um atleta desta posição acabou sendo negociado, o sucessor estava em casa, prioritariamente vindo da base. Recentemente, passaram por ali Pedro Rocha, Fernandinho, Everton e Pepê. Para o futuro, Ferreira, Léo Chú e Elias se colocam como concorrentes. No entanto, nem todas as promessas reveladas pelo Grêmio conseguiram assegurar espaço no grupo profissional.

Yuri Mamute estreou pelo Grêmio há uma década. Aos 16 anos, o atacante fez a sua primeira partida em 2011. Apesar do porte de centroavante, a sua velocidade fez com que atuasse pelos lados. O jogador nunca conseguiu se firmar e até 2018 pertencia ao Tricolor. Sem se firmar nos clubes em que foi emprestado, como Juventude, Botafogo e Figueirense, teve seu vínculo encerrado e hoje joga no Japão.

Léo Tilica foi alçado ao grupo principal do Grêmio com Roger Machado, mas só jogou com Renato. O atleta recebeu chances até 2018 sem se firmar e acabou emprestado para times como o Atlético Tubarão e Confiança. Atualmente, joga na Grécia e não tem mais vínculo com o Tricolor.

Vico estreou no profissional do Grêmio em 2017, no empate em 1 a 1 com o Atlético-GO, na Arena, pelo Brasileirão. Ao todo, disputou sete jogos pelo Tricolor e não marcou nenhum gol. Sem conseguir espaço com Renato, foi emprestado para a Ponte Preta e, posteriormente, ao Vitória, seu clube atual. O contrato do ponta-direita com o Tricolor se encerrou em dezembro de 2020.

Dionathã apareceu no Grêmio durante o Brasileirão de 2017, nas vezes em que Renato levou a campo uma equipe alternativa por conta da disputa da Libertadores. O atacante estreou na goleada de 5 a 0 diante do Sport. Na base, teve destaque atuando pelos lados, além de finalizar bem tanto de direita quanto de esquerda. No entanto, não confirmou no profissional e chegou a ser emprestado ao Paysandu. Hoje defende as cores do Oliveirense, de Portugal.

Guilherme nunca teve uma sequência no Grêmio. As primeiras oportunidades vieram em 2016, após retornar de empréstimo ao São José-POA. Nas temporadas seguintes, foi repassado para Botafogo, Chapecoense, Coritiba e Sport. Neste último, foi destaque na campanha da Série B de 2019, com 17 gols marcados. Em janeiro de 2020, foi vendido ao Al-Faisaly, da Arábia Saudita.





Grêmio, Base, Garotos

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Comentários



Leco Silva     

Foram jogadores que deixaram as comparações com grandes jogadores subir pra cabeça uma pena pareciam que tinham grandes futuros

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