Pepê e Jean Pyerre reeditam parceria da transição no time principal e miram sucesso de outras duplas no Grêmio


Fonte: GZH

Foto: Lucas Uebel
Velhos conhecidos, Pepê e Jean Pyerre revivem no time titular do Grêmio a antiga parceria que possuem desde a chegada do atacante a Porto Alegre, em 2017. O entrosamento dentro das quatro linhas também é repetido fora de campo na parceria da dupla que cativa os torcedores do clube.

O meia forjado nas categorias de base do Tricolor sempre foi uma aposta dos dirigentes para ser explorado na equipe principal. Em 2019 chegou a assumir a titularidade, mas pelas frequentes lesões não chegou a ser utilizado quanto se imaginava. Após um processo interno de recuperação física e de questões particulares, Jean Pyerre foi avisado de que estava pronto para ser escalado novamente.

Desde então, voltou a render o futebol visto nas categorias inferiores. A aposta é que poderá desempenhar ainda mais seu jogo com sequência e confiança. Foi titular nos últimos seis jogos e substituído nos finais dos compromissos, tendo demonstrado bom entrosamento com Pepê. A primeira amostragem foi apresentada na última rodada do Brasileirão de 2017, contra o Atlético-MG, quando mostraram o aperitivo do que foi comprovado anos depois.

O camisa 25, que assumiu a posição após a venda de Everton no decorrer da temporada atual, já estava ambientado no time titular. Porém, a parceria com o antigo companheiro de time de transição fez o rendimento ainda melhorar. Somente nos jogos em que o articulador foi titular no período recente, Pepê marcou três gols e deu três assistências.


Exemplos de parcerias

A dupla forjada nos gramados do Grêmio repete o sucesso de outras dobradinhas de sucesso. A mais recente, lançada praticamente junta, também com garimpagem realizada pelo próprio clube, foi composta por Luan e Pedro Rocha. Os dois conduziram o Tricolor na Copa do Brasil em 2016.

Porém, há parcerias ainda mais notáveis na história gremista. Em 1995, também na conquista continental, mas do bicampeonato da Libertadores, Paulo Nunes e Jardel viveram momentos mágicos sob o comando de Felipão. Naquela temporada, os dois marcaram juntos 65 gols pelo clube ficando eternizados na mente dos torcedores.

Um pouco mais distante, outra dupla lembrada até os dias de hoje, foi formada na zaga. De León e Baidek fizeram uma zaga que conquistou a Libertadores e o Mundial em 1983. Naquele mesmo time, Renato Portaluppi e Tarcíso eram atacantes com bom entendimento em campo.

Talvez a dupla mais duradoura no clube ainda possa ser vista. Geromel e Kannemann compõem desde 2016 um sistema defensivo sólido e colecionam fotos históricas nas conquistas. Possivelmente seja a parceria que mais durou jogando em alto nível pelo Tricolor.






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Geromel e kannemann indiscutivelmente a melhor dupla

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